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14 dicas de economia em viagens

Já conhece a seção Viajante de Primeira aqui do blog? Nosso objetivo com ela é ajudar a quem tem pouca experiência com viagens, ou mesmo quem já a tenha mas esteja sempre querendo aprimorar a arte de viajar (nós estamos a todo momento!), a se tornar expert no ramo! Estamos preparando muitos posts legais sobre como montar uma viagem do zero! Esse é mais um deles 🙂

Um dos motivos pelos quais minha família criou esse blog foi mostrar que viajar é, sim, muito possível, mesmo em tempos de economia. Como minha mãe já contou aqui, nesse relato sobre nossa viagem para Ilhabela, nós viajamos desde que “sobrar dinheiro” era uma expressão não usada aqui em casa, lá em meados dos anos 90. Claro, nunca deixamos de comer para viajar (apesar de que a vontade é grande! hahaha), mas tornávamos possíveis as viagens que tínhamos vontade de fazer. Acredito que, para tornar realidade sonhos de viagem, são principalmente dois passos: economizar dentro de casa para que possa haver alguma sobra; e economizar na própria viagem, para que seu orçamento não estoure e mais sonhos se tornem realidade. Hoje trago algumas dicas de como economizar em viagens que funcionam muito bem para nós e que têm um resultado incrível no orçamento final, levando a gastos muito baixos mesmo em viagens para destinos caros no exterior, como Mônaco! Se tiver mais alguma dica deixa aqui nos comentários pra gente! 🙂

1. Coma onde os habitantes locais comem

Quando tu viajas pelo Brasil e está querendo economizar bastante, que tipo de restaurante procura? A quilo, não é? Porque geralmente é lá onde a maioria dos trabalhadores comem por não quererem/poderem gastar um absurdo de dinheiro com almoço por dia. E isso funciona em qualquer lugar! Pagar pelo peso da comida é exclusividade do Brasil (alguém já viu buffet a quilo em algum outro país?? Me corrijam se eu estiver enganada, por favor!), mas em todos os lugares do mundo vão existir pessoas trabalhando e precisando de um lugar barato pra almoçar. Siga eles! Perto de aglomerações como centro de cidades, onde há muita gente trabalhando, sempre vai ter lugar pra toda essa gente comer! Não feche os olhos para os restaurantes nada chamativos por fora ou onde só entra gente com pressa para comer e voltar para o trabalho. Claro, é muito menos glamouroso do que comer em um restaurante com garçons bem vestidos, mas a ideia aqui é se abastecer para continuar batendo perna por um preço legal, né? Sem falar que dessa forma acaba se experimentando a comida local e típica, sem firulas.

2. Subway serve para almoço e jantar

A rede de fastfoods Subway é boa porque é igual no mundo todo: preços legais, sanduíches saudáveis (vê se enche de salada para render e ficar mais saudável, né!), ingredientes conhecidos, um lanche mais leve que outros fastfoods, que não enjoa tão fácil por ser possível variar os recheios e, por mais que nem tu nem o atendente falem em inglês, é super fácil de se entender, basta usar o dedo indicador para apontar os ingredientes escolhidos sem medo de ser feliz. É por isso que, na hora do aperto financeiro, procure um Subway! Claro, se para ti almoçar sanduíche é algo inadmissível, pule essa parte. Viagem não é para ser algo massacrante pra ninguém, né? Mas, para quem acha tranquilo trocar um prato com garfo e faca por sanduíche de vez em quando, ou então para quem quer jantar Subway quando o almoço já foi bem pe$ado, fica a dica.

3. Mercado é o teu melhor amigo

Assim que chegar ao destino, já procure um mercado próximo da tua hospedagem ou de fácil acesso. Em alguns lugares é mais fácil, em outros mais difícil. Em muitos países, os grandes mercados são mais retirados da cidade. Acredito que o deslocamento valha a pena apenas se os pequenos mercados de bairro sejam insuficientes em relação à variedade de produtos ou muito caros.

É no mercado que poderás comprar água (compre garrafas de 1,5 L ou até mais, e vá abastecendo garrafinhas de água de meio litro para levar na mochila ou bolsa para poder tomar durante o dia, economizando preciosas moedas que seriam gastas com a compra de água na rua), lanches como biscoitos, pães e frutas para entre as refeições e mesmo refeições completas! Em vários dias, por exemplo, optamos por comer um lanche simples com pães e frios no hotel em vez do jantar. Nas hospedagens em que houver microondas disponível (como no apartamento que alugamos na nossa última viagem), melhor ainda, porque dá para comprar muitos pratos congelados nos mercados e preparar como jantar (ou mesmo almoço, caso esteja passeando próximo do hotel). Não, não é a coisa mais saudável do mundo, mas é por isso que se tem que cuidar muito bem da saúde no resto do ano! Ah, quando não houver café da manhã no lugar em que estiver hospedado, um mercado pode substituir o café na padaria, que é caro muitas vezes. Mercados são também ótimas oportunidades para experimentar produtos típicos da região, como queijos, chocolates, pães, frutas… Aliás, se quiseres comprar chocolates para dar de presente na volta, uma ótima opção é compra-los também no mercado. Muito mais barato que em lojas de souvernirs, por exemplo.

4. Transporte público

Transporte público tem em todo lugar. Bom ou ruim, mas tem. Há situações e lugares em que o seu uso fica complicado – não te recomendo de forma alguma usar um ônibus pra ir do centro de Floripa até as praias do Norte num domingo, como comentei nesse post aqui. Mas dá para adaptar teu roteiro a essas dificuldades, deixando para os dias com menos horários de transporte um passeio perto da tua hospedagem ou que não precise de tanto deslocamento! E, nos lugares onde metrô, trem e ônibus funcionam muito bem, se esbalde. Só evite o horário de pico se tiver terror a aglomerações!

5. Teu pé continua sendo o melhor transporte

Tirando algumas exceções, andar continua sendo o melhor jeito de conhecer uma cidade! Existe alguma outra forma de não ficar preso apenas a atrações específicas, mas sim conhecer com calma toda a arquitetura e personalidade do lugar? E isso acaba trazendo outro benefício, no caso a estrela desse post: economia! Pense teus roteiros de uma forma que lugares próximos sejam conhecidos no mesmo dia! Muitas vezes tu só vais precisar usar transporte público para sair e voltar para tua hospedagem. Evite descobrir que a atração que estás visitando hoje está a duas quadras da que tu visitou ontem!

6. Bebida? Só em mercado

Essa dica vale mais para os países da Europa (dentre os que já visitamos, não sabemos como funciona em outros países) e é acompanhada até de um certo trauma, hehe. As bebidas em restaurantes podem sair muito mais caras do que imaginamos! Por duas vezes já pagamos 9 euros em uma garrafa de 500 mL de água, além de valores também absurdos por outras bebidas. Como eu disse lá em cima, essas são apenas dicas; caso queira apreciar tua refeição junto de uma bebida, não vou tentar impedir isso, até porque quem sou eu, hehe. É mais um aviso para que pelo menos consulte o menu com o preço das bebidas antes de pedir. Infelizmente o preço total das bebidas pode ser maior do que o da própria refeição na conta, o que gera um belo susto! Deixe para matar tua sede com água comprada em supermercado (muito barata na Europa, por sinal, o que sempre me traz a dúvida de por que a água nos restaurantes de lá é tão cara), e, se estiver afim de experimentar outras bebidas como sucos, refrigerantes e alcoólicas, minha dica é comprar no mercado e curtir no hotel mesmo! Ah, vale lembrar: na Europa, a maioria dos restaurantes disponibiliza água da torneira sem custo, é só pedir por tap water que eles trarão uma jarra.

8. A geladeira fica do lado de fora da janela

Essa dica vem do fato de a gente fazer bastante viagem para lugares frios. Parece impossível comprar frios e laticínios para comer no café da manhã ou mesmo em algum lanche durante o dia com o intuito de economizar quando não existe frigobar no quarto, né? Pois se a cidade em que estás é bem fria, mantendo as temperaturas em torno de 5 graus ou menos, deixe os produtos do lado de fora da janela! Claro, não vá colocar ninguém em risco, só faça isso se o parapeito da janela permitir ou houver alguma varanda, coisa do tipo. E acredito que não seja legal deixar muito tempo por conta das variações de temperatura e do risco de pegar sol. Costumamos fazer isso quando vamos ao mercado de noite e compramos algo para o café da manhã do outro dia, por exemplo. Parece estranho mas funciona!

Nossa geladeira em Munique, Alemanha, 2013! Chegou a dar uma congelada no suco, hehehe
Nossa geladeira em Munique, Alemanha, 2013! Chegou a dar uma congelada no suco, hehehe

9. Pesquise, muito, sempre, em relação a tudo!

Não se prenda a clichês do tipo “trem na Europa é sempre a melhor opção”, ou “tal empresa aérea é sempre a mais barata”. Pesquisando, não tem erro, a opção mais barata sempre vai aparecer! Abra a cabeça, sempre pense em todas as opções (que são viáveis para ti, obviamente) e não tenha medo de pesquisar bastante. Para isso, use os sites de busca como decolar.com, booking.com, kayak.comairbnb.com,  rome2rio.com… Isso vale também para aluguel de carro, seguro viagem…

10. Milhas!

Essa é velha conhecida dos viajantes: use milhas! Aqui em casa fazemos todas as compras (todas mesmo, até as mais baratas, se o local permite – apesar de que é proibido pedir consumo mínimo para pagamento no cartão) no cartão de crédito para acumularmos milhas. Essa é apenas uma dica, há muitas outras. Estamos preparando um post completinho sobre uso e acúmulo de milhas, logo no ar! 😀 Para não perder esse post, assine a nossa newsletter aqui ao lado em “assine nosso blog” e nos acompanhe pelo facebook!

11. Free walking tour

Os free walking tours estão disponíveis em muitas cidades turísticas do mundo e são ótimas opções de conhecer a fundo as cidades sem pagar muito por isso! Os tours não são realmente “free”, mas, como são pagos em gorjetas, saem muito mais em conta do que tours pagos. Já fiz um post aqui sobre esse tipo de tour, dá uma conferida para entender do que se trata!

12. Compre os ingressos antes

Boa parte das atrações vende seus ingressos pela internet. Não tem por que não comprar antecipadamente: muitas atrações dão descontos pelo site e tu evitas pegar filas ou até mesmo chegar no local e não ter mais como entrar na atração naquele dia. O único porém é que muitos sites exigem que o horário de visita seja agendado, fazendo com que se fique “preso” àquele horário. Minha dica é ir no primeiro horário do dia quando possível, assim não se fica engessado e, quando terminar a visita, dá pra passear tranquilo sem ficar preocupado com o horário marcado.

13. Procure os dias de entrada gratuita

Muitas atrações possuem um dia do mês ou da semana que possuem entrada gratuita ou por preços menores! Pesquise no site da atração antes. Ah, na maioria dos lugares há descontos para estudantes. Pergunte se o desconto se aplica a ti. Muitas vezes ele só é válido para estudantes do país ou que tenham alguma carteirinha internacional, mas já ganhei descontos apenas por dizer “sou estudante, pago meia?”. Assim, sem precisar mostrar nada, só na confiança. Vale a pena perguntar! E também vale sempre levar alguma carteirinha que tu tenhas, seja da universidade, ou de alguma entidade e/ou um comprovante de matrícula, pois pode ser que aceitem para comprovar que és estudante.

14. Quando puder, viaje em baixa temporada

Essa parece óbvia, mas vale a pena lembrar: o preço de tudo sobe na alta temporada! Quando for possível viajar na baixa, viaje. Claro que isso nem sempre é possível, pois dependerá das tuas possibilidades de férias e do clima do local. Pesquise antes. Vale a pena ter uma flexibilidade. Nossas cinco viagens à Europa, por exemplo, foram no inverno, por esse motivo. Muita gente torce o nariz para viajar no inverno por conta do frio, mas tentamos fugir dos locais mais frios e viajamos muito preparados para o frio para diminuir o sofrimento! Nesse link encontrarás dicas para fazer uma mala de inverno 🙂

Essas são minhas principais dicas! Claro que, quanto mais se viaja, mais dicas vamos criando, hehe! Vários posts com dicas de economia estão vindo por aí! Assine nossa newsletter aqui ao lado em “assine nosso blog” para receber em primeira mão no teu e-mail os nossos novos posts para não perder nenhuma dica de economia, e nos acompanhe também pelo nosso facebook, onde sempre divulgamos os posts novos, e pelo nosso instagram, onde postamos fotos das nossas viagens em tempo real!

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Ester

6 comentários em “14 dicas de economia em viagens

  1. Vale adicionar uma exceção para os restaurantes por kilo. Nova York é recheada de delis e a maioria tem a opção de comer por libra, acabam sendo uma boa opção pra comida de verdade por um preço razoável.

  2. Minhas dicas de economia em viagem:

    * Dou preferencia para me hospedar onde eu tenha uma COZINHA (HOSTEL, se quero realmente economizar ou apto). Se tenho uma cozinha, tento cozinhar (adoro compras de MERCADO no exterior), até porque, não sou fã de restaurante por quilo!

    * Dependendo da quantidade de dias ou para onde vou, levo a minha MOKA (cafeteira italiana da Bialetti); primeiro prq um bom expresso é caro e raro (e não bebo café fraco – sou chata – hahahahaha; sofri em Rosàrio e em Berlim).

    * Circulo pela cidade sempre a pé, mas se preciso de condução, verifico se a cidade não tem os famosos CITYPASS (que normalmente são super econômicos)

Oi! Tem alguma dúvida, sugestão, dica ou comentário, deixe aqui para nós e viajemos juntos!

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