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O que fazer em Chicago e arredores: nosso roteiro nos EUA

O que fazer em Chicago e arredores – nosso roteiro

Chicago é um desses destinos onde imaginamos que será legal e tal, mas ao chegar lá, descobrimos que legal é pouco. Chicago é inesquecível, linda, surpreendente! Fomos em abril, eu e o marido, e já estou morrendo de saudades. Com certeza, é um dos destinos da lista de lugares onde quero voltar. E por ter me apaixonado por este lugar, não posso guardá-lo só para mim. Vou passar um roteiro sobre o que fazer em Chicago e arredores, para que você também comece a planejar sua ida a esta cidade fabulosa.

O que fazer em Chicago:

Evanston:

Quando chegamos em Chicago, como já eram quase 15h e estávamos cansados, pegamos nosso carro alugado e fomos conhecer Evanston, que fica a 22km dali. É uma cidade universitária charmosíssima, sede mundial do Rotary, com uma arquitetura clássica e casas maravilhosas bem ao estilo americano (sem cercas, grades e com lindos jardins na frente). A parte por onde mais andamos fica perto do lago Michigan. Ruas lindas, bem cuidadas e tranquilas.

Outlet:

Ninguém é de ferro e, afinal, estamos nos Estados Unidos, a terra das compras. Apesar de a nossa moeda não estar contribuindo muito, essa ainda é uma ótima dica sobre o que fazer em Chicago, pois vale a pena fazer compras por lá. Aliás, leia aqui onde comprar barato nos Estados Unidos. Bem, tiramos o nosso segundo dia de viagem para irmos até o Premium Outlets Pleasant Prairie, que fica a uns 88km de Chicago. Na ida, encontramos uma Ross Dress For Less (loja de departamentos que também está no post sobre compras) e demos uma paradinha para pesquisa e umas comprinhas.

O que fazer em Chicago e arredores: outlet premium

Grant Park e Shedd Aquarium:

No terceiro dia estacionamos em um estacionamento (parking) próximo ao Shedd Aquarium e caminhamos pelo complexo de três museus deste local: o Adler Planetarium, o Field Museum e o Shedd Aquarium. Decidimos somente entrar neste último, até porque as entradas, em dólar, ficam um pouco salgadas. O preço do ticket mais caro, que inclui todas as atrações e shows é de 37,95 dólares (preço em 2016) por adulto e há também opção de compra casada das três atrações do complexo. Depois de horas dentro do aquário, até porque vale a pena apreciar cada bichinho e cada momento, saímos e caminhamos pela orla do Lago Michigan, sem lenço nem documento.

Lincoln Park e North Avenue Beach:

Neste dia estacionamos o carro bem ao lado do Lincoln Park e andamos até o zoológico gratuito Lincoln Park Zoo. É muito legal e especificamente adorei a ala dos símios, com lindos e grandes gorilas separados do público por um vidro. Depois do Zoo, fomos até o conservatório de plantas (Lincoln Park Conservatory), que é uma espécie de estufa com vegetação de vários lugares do mundo. Fica bem ao lado do Zoo e também é gratuito. Andamos mais um pouco pelo parque (como o dia estava bonito, havia muita gente fazendo piquenique e tomando banho de sol). Também aproveitamos o parque para almoçarmos ali mesmo nosso lanche trazido de casa do hotel.

Atravessamos o parque e fomos caminhando até a North Avenue Beach, que é uma espécie de praia à beira do lago. Dali, caminhamos desde a praia pela North Lake Shore Drive que mais à frente se transforma na North Michigan Avenue. Esta avenida tem um item próprio mais abaixo, devido à sua importância.

Centro e aluguel de bike:

Neste dia fizemos um free walking tour pelo centro de Chicago, partindo da Biblioteca Pública, que fica na esquina da Randolph Street com a Michigan Avenue. Nosso guia, americano que viveu seis anos no Brasil e por isso falava português, nos mostrou primeiro a biblioteca por dentro (atração gratuita e com banheiros), contando muitas histórias interessantes. Depois nos levou ao Millenium Park que é onde fica o Cloud Gate, mais conhecido como feijão gigante espelhado. Por fim, caminhou conosco pelas quadras próximas da Michigan Avenue até chegarmos ao rio que corta esta rua.

Terminado o tour, alugamos uma bike (não perca esse post que ensina como alugar) e andamos pela Michigan Avenue até chegarmos à Gold Coast que é uma região residencial muito bonita. Em seguida, utilizamos a ciclovia que costeia o Lago Michigan até chegarmos ao Navy Pier. Este píer é agitado, movimentado, muito legal, com vários restaurantes, lanchonetes e banheiros. Adoramos essa experiência, que é mesmo uma ótima dica para quem está procurando o que fazer em Chicago .

Milwaukee:

Sei que estamos falando aqui sobre o que fazer em Chicago, mas Milwaukee é uma cidade do estado vizinho Wisconsin e fica a apenas 2 horas de Chicago. É uma cidade grande, industrial e com um centro histórico bem bonitinho. Andamos pelo Historic Third Ward e pela Downtown, caminhando também pela beira do rio, que é um caminho muito charmoso e bonito. No centro há prédios com arquitetura de influência alemã, devido à forte descendência alemã do estado de Wisconsin. Esta cidade é famosa por seus museus, como o Milwaukee Public Museum, o Milwaukee Art Museum (Museu de Arte de Milwaukee) e também o da Harley Davidson. Não conseguimos ir a nenhum por conta do frio e do cansaço. Como o Premium Outlet Pleasant Prairie, aquele do tópico mais acima, ficava no caminho para Milwaukee, demos nossa última passadinha para as últimas comprinhas na volta.

Michigan Avenue:

Entre as opções para o que fazer em Chicago, está a Michigan Avenue, principal avenida da cidade. Lá, encontramos lojas de grandes grifes mundiais, prédios magníficos, shoppings e centros de compras, canteiros com lindas tulipas e a Chicago Water Tower. A Chicago Water Tower é um prédio histórico antigamente usado para bombear água e uma das poucas construções que sobreviveram ao grande incêndio do século retrasado. Vais perceber uma construção antiga no meio dos arranha céus modernos. É ela.

O rio corta a avenida – a ponte da Michigan Avenue é chamada Dusable Bridge. No nosso último dia, fizemos o Riverwalk, que é uma caminhada pela margem direita do rio. Nas pontes há escadas que levam até ao nível do rio. Ande por toda essa região de dia e de noite, pois o cenário é imperdível.

O que fazer em Chicago e arredores: michigan avenue

Há muitas outras atrações que não pudemos aproveitar por falta de tempo e também de dinheiro disposição, hehehehe. Bom, um motivo a mais para um dia voltarmos lá.

Deixo aqui algumas delas, que certamente estão na lista “o que fazer em Chicago”:

  • Old Town (região residencial).
  • Rookery Buiding (famoso por ser o primeiro arranha céu do mundo ainda de pé).
  • Crown Fontain (fonte que projeta rostos) no Millennium Park.
  • Buckingham Fountain (fonte com show de águas a cada vinte minutos).
  • Passeio de barco pelo rio.
  • Willis Tower, onde há um observatório com chão de vidro no 103º andar.
  • Holland, no estado de Michigan. Cidade colonizada por holandeses, a uns 240 km de Chicago. Caso você vá, procure a estrada que costeia o lago.

O crédito deste roteiro super legal fica com a filha Ester – expert em criar nossos roteiros de viagem.

Onde se hospedar em Chicago:

ONDE NOS HOSPEDAMOS: os hotéis em Chicago são muito caros. Como alugamos um carro, ficamos na cidade vizinha Morton Grove, que aliás, é uma cidade muito simpática, adorei conhecer. Nosso hotel foi o Best Western Morton Grove Inn NW Chicago (clique e reserve).

Mas caso queira ficar em outro hotel em Chicago mesmo, deixo aqui um link com opções. É só clicar, escolher e reservar.

Como nos locomovemos:

No geral, nos Estados Unidos preferimos alugar carro. Não foi diferente em Chicago. Alugamos um carro com a empresa Thrifty, mas existem muitas outras empresas grandes nos EUA como a Sixt, a Hertz e a Avis, por exemplo, que podes conferir aqui. Acho interessante alugar carro nos Estados Unidos porque tudo é longe e é prático quando se quer fazer compras ou ir ao supermercado, por exemplo. Mas se prepare para pagar taxas muito caras de estacionamento em Chicago. Pagávamos uma média de 30 dólares por dia.

Ah, resolvemos na contratação do aluguel, pagar pelo pedágio para não nos preocuparmos. Assim, o carro tem esse aparelhinho no pára-brisas:

O que fazer em Chicago e arredores: como funciona o pedágio

Deixe a gavetinha sempre aberta e passe nos pedágios onde tem a placa I-PASS, como na foto abaixo. É tudo automático, sem cancela:

O que fazer em Chicago e arredores: como funciona o pedágio

Para Milwaukee você também pode ir de ônibus, buscando sua passagem aqui.

Há trens e metrôs também na cidade, uma boa opção caso você não queira alugar um carro, mas pretende aproveitar as dicas de o que fazer em Chicago.

ONDE COMEMOS: Leia aqui onde comemos por lá e bem barato!

Como estava o clima em Chicago:

Fomos em abril e, apesar de ser primavera, tivemos apenas um dia de calor (25 graus). Nos outros, uma média de 12 graus. Chegamos a pegar 6 graus e passamos frio com vento gelado. Choveu apenas na última noite. Mas eu gostei muito de viajar neste período. Uma porque estava frio, mas sem exageros. Outra porque pegamos a época da florada das tulipas e amo tulipas!

Pesquise sempre o tempo antes de viajar e arrumar suas malas. Eu geralmente utilizo este site para pesquisa do clima.

Agora que já sabe o que fazer em Chicago, espero ter empolgado você a pensar com carinho nessa cidade. E para que você economize sempre para viajar, viajar e não desanimar, não deixe de ler este post, este aqui e ainda este. E para ajudar você a não carregar peso na mala, até mesmo para sobrar muito espaço para as compras, leia também este post do blog Viajando em 3, 2, 1.

E como amamos outras partes dos Estados Unidos também, sugiro este post do blog Garapi sobre Washington.

Monte a tua viagem aqui:

Enfim, não se esqueça de reservar seus hotéis ou apartamentos pelo Booking e de acompanhar todas as dicas do nosso blog, sempre antenado com promoções e em busca de economia. A propósito, sabe quanto pagamos por nossas passagens de ida e volta com todas as taxas para Chicago, partindo de Guarulhos? R$ 1.085,00!!! Não, não, você não leu errado. Eu falei em reais mesmo, não dólares. Então, vamos viajar juntos?

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Saiba o que fazer em Chicago neste roteiro pela cidade e arredores. Veja nossas dicas de passeios, compras, diversão e hospedagem, clicando aqui!

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2 thoughts to “O que fazer em Chicago e arredores – nosso roteiro”

  1. Olá Michela, planejo fazer essa viagem em abril, moro em Brasília e gostaria de tirar umas dúvidas com vc. Você encontrou uma passagem super, mega barata! (acho q vou comprar saindo de SP) Lembra quando a comprou? A quanto tempo para fazer a viagem? Outra coisa, minha ideia é ir dia 21/4 e voltar dia 2/5 e ir só. Meu niver é dia 1/5 e queria alguma ideia do que fazer lá no dia. E por fim, vc ficou quanto tempo lá? Ao todo, devo ficar uns 10 dias, o que vc acha? Obrigada e parabéns pelo post!!!

    1. Olá Magna, tudo bem? Ficamos 10 dias lá e conseguimos conhecer o principal de Chicago, além da cidade universitária vizinha chamada Evanston e também Milwaukee. Esta última não gostei muito, mas Evanston é bem bonita, bem estilo americano. Geralmente começamos a planejar nossas viagens uns 10, 8 meses antes. Fomos para Chicago justamente porque apareceu esta mega promoção. Compramos as passagens em novembro, ou seja, 5 meses antes no caso desta viagem. Fomos eu e meu marido e conhecemos os lugares descritos no post. Não sei o que você planeja para o seu aniversário, nem se posso ajudar neste quesito, mas estou à disposição para mais esclarecimentos. Grande abraço!!

Oi! Tem alguma dúvida, sugestão, dica ou comentário, deixe aqui para nós e viajemos juntos!

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