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6 motivos para ir ao Chile de carro

Prestigiando nosso continente: já foi ao Chile de carro? Se ainda não, vou elencar 6 motivos para te convencer.

Muito se escreve sobre viagens rodoviárias até os confins da América do Sul. Há centenas de dicas valiosas fornecidas por blogueiros e amantes do volante. Para os motociclistas, conhecer Ushuaia (Argentina), Deserto de Atacama (Chile) e cruzar a Cordilheira dos Andes é questão de honra. Ninguém, ninguém melhor do que eles oferece as melhores dicas sobre tudo o que há nas estradas argentinas e chilenas. Mas a razão para eu escrever este post é outra. Minha proposta é convencê-lo que ir até o Chile de carro vale à pena.

1 – É diferente e prazeroso:

O argumento de que o avião esta aí para encurtar tempo e distância não me serve. O avião cumpre muito bem seu papel e leva você do ponto A ao B com economia de tempo, dinheiro (sim, vamos admitir que as passagens aéreas são acessíveis) e segurança. Mas se é útil ao trabalho,  há controvérsias quando se fala de lazer.

Não sei exatamente a razão, mas viajar de carro sempre me foi prazeroso. Traz sensações únicas e só quem pratica este exercício tem a exata ideia do que estou escrevendo.

Admito que as condições de nossas rodovias, trânsito pesado e o entupimento de artérias rodoviárias trazem seus dissabores. Lembro-me da primeira vez que fui ao Chile e calculei muito mal a hora de cruzar o Paso Los Libertadores. Em pleno mês de janeiro, olhe só a fila em que me meti:

2 – Oportunidade de conhecer locais incríveis pelo caminho e outros onde só o carro pode te levar:

O verão argentino é quente, muito quente. O bafão de suas planícies faz você questionar a razão de estar ali, se afastando das belas praias brasileiras e no sentido oposto ao movimento migratório. Mas esse não é o seu objetivo e, claro, vencer as agruras do calorão longe do oceano só pode mostrar algum sentido mais adiante, quando você alcançar Mendoza. Essa bela cidade vizinha à Cordilheira encanta pelo seu verde, largas avenidas, parques e canaletas de irrigação. Foi, de pronto, eleita (por mim) a mais bela cidade argentina, superando Buenos Aires.

Mendoza pode servir de base para conhecer a Cordilheira dos Andes e também o mirante do Aconcágua. É na cidade, inclusive, que há agências de turismo especializadas em trilhas do Aconcágua.

Há beleza por todos os cantos. No verão, o Cristo Redentor dos Andes é o ponto mais alto onde se pode ir motorizado. Ali sente-se o mal da montanha e o que realmente é o tal ar rarefeito. Há vinícolas do lado argentino e chileno e conhecer Viña del Mar, à margem do Oceano Pacífico, é roteiro obrigatório.

3 – Por que não dar um pulinho logo ali, na Argentina também?

Descer pela Rodovia Panamericana até Osorno, no Chile, é um convite. Em janeiro de 2010 eu fiz isso e nessa latitude cruzei a fronteira para voltar à Argentina e me aproximar de Bariloche. Eu sei, Bariloche combina com baixas temperaturas, mas eu estava na Patagônia Argentina e não iria perder a oportunidade de dar um pulinho até lá.

Clique aqui e veja opções de hotéis em Bariloche.

4 – Paisagens, paisagens e mais paisagens para guardar na memória:

Foi de tanto gostar que retornei ao Chile de carro no inverno de 2012. Enfrentei baixas temperaturas já em Mendoza e vi meu carro tomado pela geada em pleno centro de cidade às 9h da manhã. Ao cruzar a Cordilheira, buscando a capital Chilena, decepcionei-me com o nude dos caracoles chilenos, em pleno mês de julho:

Aliás, o inverno de 2012 e suas altas temperaturas deixaram a Cordilheira dos Andes sem sua cor mais bonita, o branco, a ponto de eu dispensar o porte de las cadenas (correntes instaladas nas rodas para vencer o gelo nas estradas). Em Santiago, o frio potencializou a já bela capital e turistas chegavam de toda parte em busca de esportes de inverno. Santiago tem dessas coisas.

Na viagem de retorno ao Brasil, novamente a Cordilheira mostrava muito pouco de neve. Não nego o tantinho de desapontamento. Três dias de viagem na clausura do carro para enfrentar só isso de frio, perguntei a mim mesmo. E a neve, onde está ela? Não teve jeito. O inverno de 2012 me pregou uma peça e tive de contentar-me com outras maravilhas.

Mas com ou sem neve, é fato que conhecer Santiago (Chile) e Mendoza (Argentina) de carro é fantástico. Em uma conta meio modesta, são seis dias só de viagem (três de ida e três de volta), partindo aqui do Sul de Santa Catarina, para vencer cerca de cinco mil e setecentos quilômetros de viagem.  É chão para valer!

5 – É descomplicado:

A viagem não exige grandes preparativos. Basta estar com o veículo em ordem, contratar o seguro exigido para rodar pelas estradas uruguaias, argentinas e chilenas, portar dois triângulos de advertência (os carros brasileiros só possuem um) e, dependendo dos seus planos, fazer as reservas do hotel para não ficar perdendo tempo nas grandes cidades. Nem mesmo o passaporte é exigido. Basta ter carteira de identidade (RG) em ordem, que é emitida pela Secretaria de Segurança Pública em cada Estado, e ter o veículo em seu nome. Se o carro estiver com alienação fiduciária ou em nome de terceiro, exige-se a autorização do proprietário, com reconhecimento de firma. Antes de viajar certifique-se se não é necessário obter a autenticação  ou reconhecimento de firma da autorização do proprietário com a autoridade consular daqueles países.

6 – Enfim, fuja do convencional:

Portanto, na próxima vez que discutir suas férias com a família, cogite uma viagem de carro pela América do Sul. Pense na hipótese de conhecer o fantástico Deserto do Atacama (Chile), as trilhas de Machu Picchu (Peru) ou a longínqua Ushuaia (Argentina). Se isso é muito, pense em algo mais light e se contente com a capital chilena. Serão dias cansativos, é verdade, mas o prazer virá na mesma escala.

Agora que você está morrendo de vontade de ir de carro até lá, não pode deixar de ler este post com 12 perguntas e respostas sobre viajar para a Argentina e o Chile de carro. Se ficar qualquer dúvida, deixe ali abaixo nos comentários que terei o prazer de ajudar, claro, se eu souber.

Onde se hospedar em Santiago:

Fizemos uma seleção de hotéis em Santiago (é só clicar aqui) ordenada pelas principais escolhas do site. Porém, logo no início, antes dos hotéis, podes escolher outros filtros como preço mais baixo primeiro, distância do centro da cidade, estrelas, e outros. Na coluna laranja à esquerda, preencha os campos com a data da entrada e da saída, o número de quartos, de adultos e crianças e clique em pesquisar. Só depois escolha o filtro que mais te agrada. Escolha teu hotel clicando nele e finalize a reserva. E use esta mesma pesquisa para qualquer outra cidade da sua viagem. Qualquer dúvida, é só mandar nos comentários lá embaixo. Boa estada!

Poderia ainda passar uma infinidade de motivos, mas por enquanto, deixo estes e espero ter aguçado a tua vontade. E agora que já tens 6 motivos para ir ao Chile de carro, nós podemos ajudar na economia desta e das tuas próximas viagens  com estes links a seguir para as reservas:

Hotel ou apartamento: reserve o seu por este link no Booking.

Aluguel de carro: reserve no Rentalcars.

Seguro Viagem: faça o seu aqui (leia neste post tudo sobre seguro viagem, que é obrigatório para a Europa).

Todos os sites acima, Booking, Rentalcar e Real Seguro Viagem, fazem cotações em diversas empresas, garantindo assim os melhores preços e opções para todos os gostos e gastos.

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motivos para ir ao chile de carro

Dilamar.

40 thoughts to “6 motivos para ir ao Chile de carro”

  1. Adorei o post e as fotos, ficaram lindas:) Morro de vontade de fazer essa viagem de carro. Fiz a viagem de Mendoza a Santiago de ônibus e fiquei encantada com o percurso, é lindo durante o inverno, tudo branquinho na Cordilheira dos Andes. O duro de quem vai de ônibus é que não pode parar, por isso quero muito voltar para lá, mas de carro.

    Abraços

  2. Olá, obrigada por compartilhar conosco as dicas, gostaria de saber se pra Argentina você precisou fazer a Carta Verde ou somente o Soapex?? E a carta verde somente para passagem na Argentina, poderia dar as dicas de como é melhor tirar esses documentos se na nossa cidade ou na fronteira, as correntes para os pneus tem como alugar lá?? Obrigada!

    1. Olá Simone, bom dia.

      Obrigado pelo contato com o Mapa na Mão. É uma honra para nós ajudá-la de alguma forma.

      1. O seguro.

      Simone, ao que sei, o Soapex é o seguro que está sendo exigido pelo Chile. Este seguro é novo e, basicamente, destina-se a cobertura de danos pessoais e com terceiros decorrentes de acidentes com veículos automotores.

      A tal conhecida carta verde sempre foi exigida para o ingresso na Argentina, Uruguai e Paraguai. Então, se você for ao Chile via Argentina (rota mais provável), terá de contratar ambos os seguros. Se você tem seguro de seu veículo aqui no Brasil, pode ser que a carta verde já esteja incluída na apólice. Há seguradoras no Brasil que já incluem a carta verde (isso ocorre com a seguradora de meu veículo). Nesse caso, é só pedir a emissão, sem custo, ao seu corretor.
      Se a apólice de seu seguro aqui no Brasil não contempla a carta verde, então você precisará contratá-la. Procure algum corretor de seguros que ele fará isso para você, após o pagamento do custo (chamado de prêmio).

      Se for ao Chile, precisará do Soapex. Na hora de emitir a carta verde, pergunte ao corretor se há algum seguro atual que já faça a cobertura de Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile. Dois seguros em um.

      2. Onde contratar

      Minha sugestão é contratar os seguros necessários já na sua cidade. Já li que na fronteira a contratação do seguro é mais barato, mas nas vezes em que viajei contratei o seguro na minha cidade. Assim, você não tem maiores preocupações durante a viagem; contrata o serviço com alguém de confiança; e não perde tempo durante a travessia de fronteira.

      Saia de casa com isso resolvido.

      3. As correntes

      Alugar as correntes (las cadenas) é possível. Mas não estou certo que você terá essa opção em todos as fronteiras. Sei que em Uspallata (Argentina) em direção ao Chile havia o serviço de locação. Uspallata está ao pé da Cordilheira dos Andes e há um posto de combustível na saída da cidade que tem o serviço. Se você estiver hospedada em Mendoza ou passou por lá e está em direção ao Chile via Ruta 7, irá passar por Uspallata.

      Também me recordo que havia a possibilidade de alugar las cadenas no início da subida ao Vale Nevado, importante estação de esqui em Santiago, no Chile.

      Mais do que alugar as correntes, faça um breve treinamento (peça ajuda ao sujeito que alugou as correntes para você) de como instalar nas rodas. Lembre-se que se precisar instalar as correntes, estará frio e suas mãos ficarão geladas, muito geladas. Então, nessa hora todo tempo economizado é recomendável. Sugestão: leve luvas de látex (dessas usadas por enfermeiros/médicos) para não sujar as mãos.

      Espero ter ajudado. O Mapa na Mão está â disposição. Grande abraço! Ah, se fores reservar hotéis pelo Booking, convido você a reservar por nosso banner ali na coluna do lado direito do blog https://www.mapanamao.com.br, pois assim, não pagarás nada a mais por isso e nós recebemos uma pequena taxa para manter nosso blog. Também temos banner de aluguel de carro, seguro viagem e compra de moeda estrangeira, bem interessante, para suas próximas viagens. Curta nossa página no Face, se inscreva no blog ali na coluna da direita também (ASSINE NOSSO BLOG) e nos siga no Instagram! Assim, ficarás por dentro de todas as novidades.

      Ótima viagem!

      1. Adorei as dicas. Vou montar um roteiro saindo Piracicaba SP. Vou fazer os Caracóis nas cordilheiras. Qual sua dica para retorno? Dá pra fazer um trajeto diferente? Eu vou com meu marido de MOTO. Alguma boa dica pra viajantes de moto? Vamos sair dia 20/12/2017. Obrigada! {Hilda Costa}

        1. Hilda, parabéns pela viagem. Fizeram uma ótima escolha. O Mapa na Mão estará na garupa!

          Então, duas sugestões de rotas (ida):

          A primeira: entrar na Argentina por Uruguaiana e dali rodar até Paraná e Santa Fé. De Paso de Los Libres (fronteira com Uruguaiana) até as cidades de Paraná e Santa Fé, pouco há para ser visto. De interessante, há o túnel sob o Rio Paraná, túnel esse que separa as cidades de Paraná e Santa Fé. No mais, é chão e mais chão para rodar (cuidado com a quilometragem percorrida, para não ficarem sem combustível). Depois de Santa Fé, seguirão em direção às cidades de San Francisco e Córdova, para depois seguirem caminho em direção à cidade de Alta Gracia (Ruta 5). Segundo relatos de parentes próximos, Alta Gracia está em região montanhosa é muito bonita. A sequência da viagem segue pelas cidades de Rio Cuarto, Villa Mercedes, San Luís e Mendoza.

          A segunda: entrar na Argentina passando pelo Uruguai. Roda-se até a cidade de Rivera (no Brasil, Santana do Livramento) e segue-se até a cidade de Tacuarembó, para depois tomar o rumo da Ruta 31 em direção a Salto, que faz fronteira com a Argentina. Ingressando na Argentina (na cidade de Concórdia) segue-se o caminho para Paraná e Santa Fé, e depois o que já foi falado acima.

          Na volta, poderão fazer parcialmente um novo caminho.

          Saindo de Mendoza, passarão novamente por San Luis, Rio Cuarto e tomarão a direção de Villa Maria, Rosário e, por fim, Colón, ainda na Argentina. Colón faz fronteira com Paysandú no Uruguai. De Paysandú poderão seguir novamente até Rivera (já na fronteira com o Brasil) ou seguir outro caminho até Rio Branco (ainda no Uruguai), para ali ingressarem no Brasil (Jaguarão). Ingressando no Brasil, poderão fazer passar pela cidade catarinense de São Joaquim (leiam o que escrevemos sobre a região da serra e São Joaquim, com indicações de hospedagem, inclusive – leia a seguir: (https://mapanamao.com.br/2016/06/27/um-dia-na-serra-do-rio-do-rastro/)

          Por fim, algumas sugestões:

          Quanto às rodovias:

          . A BR 101 cruza Santa Catarina de Norte a Sul. No mês de dezembro, o estado recebe turistas gaúchos, paranaenses, uruguaios e argentinos, estes últimos em grande escala. O movimento na rodovia é intenso, então, todo cuidado é pouco. Há radares de velocidade fixos e móveis espalhados por todos os cantos.

          . Ao cruzarem Balneário Camboriú, Itajaí e Florianópolis (todas cidades litorâneas em SC), há grande risco de trânsito lento.

          . A BR 290, de Porto Alegre a Uruguaiana, é feita em pista simples. No verão, o trânsito é intenso (principalmente de argentinos). Redobrem a atenção.

          . A autonomia da motocicleta é baixa. Evitem rodar com menos de meio tanque de combustível na Argentina.

          Bons postos de combustível com ótimas/boas instalações (banheiros limpos, bons restaurantes/lanchonetes):

          1. Em Registro (Rodovia Régis Bittencourt = BR 116): Gral (há dois no sentido Curitiba e um no sentido SP (que também pode ser acessado pelo viaduto que está a 200/300m antes do posto)).

          2. Em Joinville: Posto Rudinick (fica no sentido Fpolis – Curitiba, mas é acessível pelo viaduto um pouco antes do posto de gasolina).

          3. Em Araquari (SC): Posto Sinuelo (nos dois lados da rodovia). Ótima estrutura.

          4. Em Sangão (cidade que fica aproximadamente 40 km depois de Tubarão – SC): Posto Planalto (sentido Fpolis – POA). O Posto Planalto geralmente tem os melhores preços de combustível. Tem um bom restaurante anexo.

          Onde hospedar-se:

          O Mapa na Mão aponta alguns hotéis com boa relação custo x benefício.

          1. Em Itajaí: Hotel 10. Está a cerca de 670 km de Piracicaba (via Itu e Sorocaba) e fica à margem da Rodovia BR 101. Faz parte da rede Hotel 10.

          Veja aqui as instalações: https://www.booking.com/hotel/br/hotel-10.pt-br.html?aid=962522;sid=a4a06c2d05797c2498f8eff8e8c351ce;all_sr_blocks=32357301_101906879_0_1_0;checkin=2017-12-20;checkout=2017-12-21;dest_id=-647613;dest_type=city;dist=0;group_adults=2;group_children=0;hapos=1;highlighted_blocks=32357301_101906879_0_1_0;hpos=1;no_rooms=1;room1=A%2CA;sb_price_type=total;srepoch=1511310570;srfid=d155e209e2fc811b9418c9b22754f92ef92b9aa6X1;srpvid=782803747e89011f;type=total;ucfs=1&#hotelTmpl

          2. Em Sangão (está muito próximo ao Posto Planalto – item 4 anterior): Coral Palace Hotel. Está à margem da Rodovia BR 101. É um hotel simples, mas novo. O preço é muito bom. Está a cerca de 915 km de Piracicaba (via Itu e Sorocaba).

          Veja aqui as instalações: https://www.booking.com/hotel/br/coral-palace.pt-br.html?aid=962522;sid=a4a06c2d05797c2498f8eff8e8c351ce;all_sr_blocks=180469008_105806638_0_1_0;checkin=2017-12-20;checkout=2017-12-21;dest_id=-667966;dest_type=city;dist=0;group_adults=2;hapos=1;highlighted_blocks=180469008_105806638_0_1_0;hpos=1;room1=A%2CA;sb_price_type=total;srepoch=1511310620;srfid=32608c68a61eaae1cbf962622464ecc6371f7360X1;srpvid=f07e038d906b030f;type=total;ucfs=1&#hotelTmpl

          Se precisarem de mais indicações, escrevam. Talvez poderemos ajudá-los.

          Por fim, ao fazerem reservas de hotéis, façam pelo link do booking que temos aqui no blog (https://www.booking.com/index.html?aid=962522) . Vocês não pagam mais caro por isso e contribuem para a manutenção do blog.

  3. Gostei de ler!
    Estou seriamente pensando em fazer Santiago até Portillo de carro. Não iria passar para a Argentina pois, além de tempo, no inverno corre-se o risco de ter a estrada bloqueada; além de que eu jà estive em Mendoza (mas obviamente retornaria fàcil fàcil)

  4. Olá amigas.
    Também sou de SC, já viajei para Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. Tudo de carro, a experiência é indescritível, esse ano vou novamente ao Chile, passando por Mendoza (Arg) Santiago, Puerto Montt (Ch) Bariloche, e descendo até Ushuaia. Retornando pela Ruta 3, até Bueno Aires, e posteriormente Montevidéu( Uru).

    1. Uau, que legal Douglas!! Já fomos também até Bariloche, mas pretendemos ir até Ushuaia de carro uma hora dessas. Nossa, será incrível a tua viagem. Que dê tudo certo!! Abraços.

    2. Olá Douglas, também sou do sul de SC, e estou iniciando o planejamento de uma viagem pela costa do chile e talvez até a patagonia. Estou em dúvida se vou de avião até Santiago e depois alugo um carro pro restante da viagem ou se vou direto de carro (minha preferência), então eu pergunto: É uma viagem segura pra ir de carro?
      Abraços
      Maurício

      1. Olha Maurício, na primeira vez que fomos ao Chile fizemos exatamente assim: fomos de avião até Santiago e lá alugamos um carro. Passeamos por lá e fomos até o sul do Chile, em Pucon, uma graça de cidade. Foi muito bom. Nas outras vezes, fomos de carro e nos sentimos seguros sim. Nada de ruim nos ocorreu. Aconselho ler este post onde respondemos a 12 perguntas sobre a viagem de carro para lá e fala também sobre segurança: https://mapanamao.com.br/2017/06/08/argentina-e-chile-de-carro/ . De qualquer forma, escolhendo de uma ou da outra maneira, a viagem será maravilhosa. Sucesso na escolha!! Abraço. Caso vás reservar hotéis pelo Booking ou fazer seguro viagem, ou alugar carro, convido a olhares pelo nosso site. Não vais pagar nada além disso e nos ajuda com uma taxa para continuarmos nosso trabalho. Felicidades!

  5. Muito obrigado pelas dicas. Como temos um carro pequeno, um Etios, estava pensando em alugar um. Você tem idéia se alguma locadora permite viagem internacional? Valew.

    1. Igor, sabemos que no Chile e na Argentina até dá, mas eles são bem burocráticos, tem que avisar com antecedência e sai mais caro. Já daqui do Brasil não temos certeza. Teria que ligar para alguma locadora ou mandar um e-mail para ver. Sempre que fomos, fomos de carro próprio. E quando alugamos carro por lá, nunca saímos do país. Abraço e boa viagem!

      1. Sou de SC, pretendo fazer uma viagem de carro, fim de ano para o Chile eu e um amigo, queremos chegar ate o Atacama e conhecer vários lugares pelo caminho. Gostaria muito de umas dicas da sua experiência.

        1. Olá Ismael, bela viagem. Ótima escolha!

          Conhecer vários lugares dependerá do seu tempo disponível. Se vai ao Atacama, possivelmente você escolheu a região Norte do Chile. Isso dependerá, aliás, de seu caminho de chegada até o Chile. Via Mendoza? Norte da Argentina? Seja qual for o caminho escolhido, irá cruzar uma boa parte da Argentina sem muito para ver. Se for pelo Norte da Argentina, irá encontrar San Salvador de Jujuy. Ali já há vários pontos de interesse.

          Minha sugestão é subir por San Salvador de Jujuy, chegar ao Atacama e, após visitá-lo, descer a Ruta 5 até Santiago. Se não conhece a capital chilena, recomendo 3 noites ali. Após Santiago, tome o caminho de Santiago e conheça Mendoza. Este trajeto, de nossa parte, está entre os mais lindos da América do Sul. Já passemos duas vezes por duas vezes e pretendemos repetir a dose.

          Precisando, mande uma nova mensagem.

    1. Olá Ricardo, tudo bem? É difícil mensurar o valor de uma viagem destas, porque tudo depende do hotel que vais reservar, dos lugares por onde passarás, da quantidade de dias da viagem. Já faz algum tempo que viajamos para o Chile, assim, não lembro nem quanto gastamos na última viagem. De qualquer forma, vou te deixar um post com dicas para economizar: https://mapanamao.com.br/2016/03/25/14-dicas-de-economia-em-viagens/

      Também este dá uma dicas na hora de escolher a hospedagem: https://mapanamao.com.br/2016/05/22/como-escolher-hospedagem/

      A boa notícia é que dá para economizar sim, com pequenos detalhes na viagem e cuidando dos excessos. Espero que a leitura ajude. E planeje bem para fazer uma ótima viagem. Abraço.

  6. Já fui duas vezes ao Chile de Carro.
    Na primeira em 2011 fiz São Paulo, Montevideu, Colônia del Sacramento, Buenos Aires, Mensina, Santiago do Chile, Pucón, Santiago, Mendoza, Santa Fé, Puerto Iguazu, São Paulo. No inverno e demorei 9 horas para passar pelas cordilheiras. Mas não me arrependo de nada . Tudo é maravilhoso.
    Na segunda em 2012, fiz São Paulo, Puerto Iguazu, Santa Fe, Mendoza, Santiago do Chile, Valdivia, Pucón, Puerto Varas, Bariloche, Santa Fe, Foz do Iguaçu , São Paulo. Bariloche vale a pena. Nunca tive problemas na estrada, sempre viajei com um Idea 2009, comprei as cadenas em Mendoza, mas nunca precisei utilizar.
    Se Deus quiser, um dia ainda voltarei.
    Passar pelas cordilheiras é algo marcante. Conhecer as vinícolas de Mendoza também vale a pena.
    Ir nas Termas Geométricas em Pucón é Imperdivel.
    Ahh também passei por Vina del Mar e Val Paraíso.
    Caso tenham dúvidas estou a disposição.
    Abs
    Silvio Lavras

    1. Que maravilha, né Silvio! Também queremos voltar, e agora ir até o Atacama de carro. Obrigada por compartilhar e claro, vamos entrar em contato sim se aparecer alguma dúvida. Obrigada!!

  7. Boa noite Mapa na Mão. Moro em Porto Velho-Rondônia. Já fiz o percurso três vezes de carro; Perú, Chile, Argentina e Uruguai. Porém, nunca no mês de Julho. Gostaria de saber, se possível, se é possível dirigir no inverno (julho). Desde já agradeço.

    1. Bom dia Iva! Sim, com certeza. Nós já fomos em julho, por exemplo, mas foi um ano de pouca neve e frio. Mas verás a condição das Cordilheiras antes de subi-la – na cidade próxima podes ter as informações. Poderá ser necessária a colocação de correntes nos pneus e há para alugar nas proximidades. Vá. A Cordilheira fica especialmente mais linda no inverno. Abraço! Ah, e se possível, use nossos links para reservar hotel e seguro. Você não pagará nada a mais por isso e nós receberemos uma pequena comissão para continuar com o site. Boa viagem!!!

  8. Bom dia Mapa na Mão, estou programando para Dezembro/17 ,viajar com minha esposa e meus dois filhos (11/15 anos) de Valinhos/sp onde moro e ir até Foz de Iguaçu, onde farei um pernoite e depois seguir para Mendoza/Arg e ir até Santiago/Ch, mas como não tenho o dia exato para sair de viajem, não vai ser possível reservar com antecedência hospedagem , e tenho dúvidas se vou conseguir hotel ou acomodações para pernoite somente quando chegar nas cidades depois de Foz de Iguaçu, até Mendoza/Arg., e qual cidade tenho possibilidades de hospedagem rodando em média 800 km por dia. Ficaria muito agradecido se pudessem me ajudar. Obrigado

    1. Olá Roberto, que bela viagem!

      Você e a família irão gostar muito de viajar até o Chile. Há destinos extraordinários que não guardam semelhança com cenários aqui do Brasil.

      Caro Roberto, compreendo sua limitação a respeito do início da viagem. Eu mesmo fiz isso no ano de 2010, no auge do verão, quando é comum argentinos do Oeste partirem em migração para o Oceano Pacífico (Viña del Mar e Valparaiso).

      À época, inclusive, tomei decisões que não tomaria hoje e, a título de exemplo, digo a você que cheguei por volta de 1 hora da madrugada na cidade de Mendoza (Argentina) sem qualquer reserva em hotel. Eu estava acompanhado de minha esposa e duas filhas (uma, com 7 anos de idade à época). Foi o maior perrengue para encontrar um hotel com quarto quádruplo em plena madrugada (a rede hoteleira estava lotada). Definitivamente, faria melhor programação nos dias de hoje.

      Portanto, o que posso sugerir a você:

      1. Na Argentina há grandes distâncias a percorrer entre as cidades. Entre elas apenas plantações ou o nada.

      2. Evite (principalmente pelo aborrecimento que as crianças poderão enfrentar) deixar a procura de hoteis/pousadas para depois das 5 ou 6 horas da tarde. Então, não arrisque: está se aproximando da cidade tal, olhou no relógio e já são 5 ou 6 da tarde, procure hospedagem por ali mesmo!

      3. Você está próximo a Campinas. Já cogitou entrar na Argentina um pouco mais ao Sul do Brasil? Viajar até Uruguaiana ou mesmo Santana do Livramento e entrar no Uruguai (Livramento faz fronteira com o Uruguai). Por que lhe sugiro isso? Pela infraestrutura. Até o Sul do Brasil você terá boas estradas (não sei como estão de Porto Alegre em diante). Mas até Porto Alegre você terá pista duplicada e pedagiada, cidades grandes e médias, e boas opções de hospedagem. Já a Argentina complica. Tenho a impressão que a hospedagem não programada se torna mais cara por lá, pois los hermanos aproveitam da situação. Então, você pode dirigir de Valinhos e fazer a primeira hospedagem em Florianópolis, Balneário Camboriú, Tubarão, Criciúma …. (todas, cidades à margem da BR 101). Mas isso é mera sugestão. Jamais queremos interferir no seu próprio planejamento. Entrando mais ao Sul, ademais, você evita alguns policiais da Província de Entre Rios. Por ali há vários relatos de extorsão contra motoristas brasileiros (eu já fui vítima).

      4. As cidades melhor estruturadas na Argentina até Mendoza: Paraná, Santa Fé, Rosário, Villa Maria e San Luís. Pense na seguinte hipótese, adotando o seu roteiro planejado: antes de sair de casa, tente reservar com um ou dois dias de antecedência o hotel do próximo destino (a cidade onde você quer chegar). Chegou na tal cidade, encontrou o hotel, busque no booking (reserve aqui pelo mapa na mão, ok?) a hospedagem do dia seguinte na cidade que você acha ser possível chegar. E assim sucessivamente.

      Espero ter colaborado. Acaso tenha alguma outra dúvida, escreva-nos. E, se fizer reserva de hotel, faça pelo Mapa na Mão. Você não paga nada mais por isso e ajuda-nos a manter o blog. Uma ótima viagem!.

      1. Olá muito obrigado pela atenção e dicas sobre a viagem, com certeza me ajudou muito, vou rever o caminho, e hospedagem conforme suas orientações, para que possamos fazer uma viagem melhor planejada.Novamente fica aqui meu muito obrigado. Abraços.

  9. Primeiro gostaria de parabenizá-lo pelo post, muito bom, com uma linguagem leve, e sem deixar de informar, ótimo mesmo.

    Com relação a travessia em janeiro no Paso Los Libertadores, tem algum horário melhor para fazer isso? Pois pelo tamanho das filas, imagino que dure horas.

    Desde já, agradeço pela atenção.

    1. Oi Flávio, obrigado pelo elogio.

      No verão, os argentinos do Oeste migram em massa para o Oceano Pacífico. É incrível como tantos argentinos procuram Viña del Mar e Valparaíso.

      Em nossa viagem, lembro-me que fomos passar o dia na Cordilheira dos Andes. Tiramos o dia exclusivamente para isso, no lado argentino. Estávamos hospedados em Mendoza. Naquele dia, acordamos cedo (coisa de 6:30 da manhã, tomamos café e fomos à Cordilheira). Lembro-me desse dia porque não havia movimento de veículos na estrada em direção ao Chile. Estava muito agradável para dirigir, poucos carros. Então, no meio da tarde, voltamos a Mendoza. Na volta, percebi que o fluxo em direção ao Chile era intenso e havia fila de carros em alguns pontos da rodovia.

      No dia seguinte, eu passaria novamente pelos mesmos pontos, porque teríamos a continuidade de nossa viagem, em direção ao Chile.

      Pois bem! No dia da viagem ao Chile, relaxamos no horário. Acordamos tarde, tomamos café, fechamos a conta do hotel e, como bons turistões, saímos do hotel despreocupados. Que erro meu!!!!

      Saindo de Mendoza, percebi que o trânsito era intenso. Carros e mais carros faziam o mesmo trajeto e todos queriam chegar ao Chile.

      Não deu outra. Cruzamos o Túnel Cristo Redentor e havia aquela imensa fila logo na saída.

      Então, o que deduzo de minha experiência? Sair cedo de Mendoza. Saindo por volta de 7 da manhã, acredito que você fará a imigração em menos tempo.

      Há um site argentino onde é possível acompanhar notícias atualizadíssimas do Paso Los Libertadores. Se você quiser, mande-nos outra mensagem que teremos prazer em informar.

      Por fim, se você fizer reserva no booking.com, faça aqui pelo blog (link). É o mesmo preço praticado pelo booking.com e você contribuirá conosco para manter o blog.

      Saudações do Mapa na Mão e boa viagem.
      Dilamar

  10. Olá mapa na mão. Parabéns pelo post com ótimas dicas.
    Li que quando se cruza a cordilheira de carro, tipo mendoza-santiago, a aduana chilena é bem rigorosa na fiscalização, principalmente com itens alimentícios. Sendo assim se eu comprar vinhos e comidas em mendoza a aduana chilena impede a entrada desses produtos?
    Grato e sucesso!!

    1. Lya:

      Sim, a fiscalização chilena é rigorosa. Comida, depende da espécie. Suponho que não irão criar caso se vocês portarem poucos itens de gênero alimentícios para consumo durante a viagem. Uma coisa é levar consigo uma, duas, três maçãs. Outra coisa é guardar no porta-malas do carro alguns quilos de maçã. Acho que a coisa pode complicar se portarem grãos e sementes. Eu não levaria em hipótese alguma tais itens.

      Vinho? Bom, também acredito que depende da quantidade. Uma coisa é controle sanitário; outra, controle aduaneiro. Levar vinhos acredito que se encaixe nesta segunda situação. Se a fiscalização acreditar que você está fazendo importação ilegal de vinho para o Chile, possivelmente fará a retenção do produto.

      Mas, veja bem, tudo o que escrevi é suposição. Ao ingressar no Chile com meu carro eu não enfrentei problemas. Acredito que minha família estivesse portando alguma fruta ou comida industrializada dentro do carro (coisa do tipo, biscoitos, chips…), mas nada em quantidade.

      Por fim, se fizer reservas de hotel pelo booking.com, faça pelo link que temos do booking aqui no site Mapa na Mão. Você não irá pagar mais caro por isso e nos ajuda a manter o blog.

      Um grande abraço e boa viagem.

      Dilamar Nunes

  11. Olá, parabéns pelo blog! Meu marido e eu vamos sair de Florianopolis em dezembro 2017 de moto até Santiago e depois descer até Bariloche, não temos certeza sobre a volta, tens alguma sugestão? talvez via Uruguai? Moto também tem que enfrentar aquela fila na imigração? Quanto ao equipamento, é nescessario extintor, triangulo?

    1. Olá Rosane. Parabéns pela viagem. O Mapa na Mão estará na garupa com vocês.

      Vamos às respostas.

      1. Equipamentos (extintor, triângulo): até onde eu sei, não. Moto não leva matafuego (extintor) e muito menos balizas (triângulos). Imagine uma motocicleta dispor de duas balizas (sim, na Argentina são exigidas duas), além do matafuego. Tudo isso é fruto da lamentável extorsão de alguns policiais na Argentina e a maioria dos casos desses eventos ocorre na Província de Entre Rios. Então, minha humilde sugestão é evitar este trecho ou rodar por ali o mínimo possível, o que pode ser feito via Uruguai. Mas, relaxe. Aproveite a viagem (e jamais deixe de fazê-la por esse motivo), até porque nos últimos anos os relatos de extorsão estão diminuindo.
      Se passarem por Uruguai, certifiquem-se se é necessário a jaqueta ou colete reflexivo (algo do tipo chamativo, por exemplo, com cor verde-limão). Li recentemente que o Uruguai exige (mas não estou certo disso). No último feriado eu estava no mirante da Serra do Rio do Rastro e havia alguns motociclistas do Uruguai. Um deles usava o tal colete (a função do colete é chamar a atenção dos demais motoristas, por medida de segurança).

      2. A volta de Bariloche: quando estive por lá voltei por Neuquém, General Acha e tomei a direção de Buenos Aires. A estrada é meio deprimente, boa parte do trecho sem uma única paisagem memorável. Só se vê solo árido, ausência de vegetação e coisas do tipo. À medida que se aproxima de Buenos Aires, a coisa vai ficando menos feia (o que não quer dizer que seja bonita). O que eu faria hoje? Sinceramente, iria pensar muito, mas tomaria o caminho pela Ruta 40 e passaria por San Martin de Los Andes e seguiria margeando a Cordilheira dos Andes até Mendoza. De Mendoza em direção ao Brasil eu escolheria um caminho diferente até a fronteira com o Brasil, para sair possivelmente em Uruguaiana. A Argentina tem disso. Lindas, belas e inigualáveis paisagens, mas há trechos por lá desérticos e sem nada para apreciar.

      3. A fila de imigração: sim, acredito que terão de enfrentar. A única fila que poderão furar é a de caminhões. Ao chegar no Túnel Cristo Redentor, ao se depararem com uma fila de caminhões (se houver), com muito cuidado sigam adiante. Os caminhões passam pela aduana e por isso fazem a tal fila. Certifique-se que os demais motoristas argentinos e chilenos (de carros pequenos) farão isso e sigam o cardume.

      4. Passar pelo buquebus (de Buenos Aires a Colônia do Sacramento): a menos que queiram passar por ali para saberem como é. O buquebus é caro. Usei-o de carro ali e não voltarei, em razão do preço que me cobraram.

      5. Combustível: na volta de Bariloche, há quilômetros e mais quilômetros de estrada sem posto de combustível (estación de servicio). A autonomia de um tanque de combustível de moto é menor, então, não deixem de abastecer com frequência e verifiquem se a moto terá combustível para ir até o próximo posto de combustível.

      6. Reservas de hospedagem: façam as reservas de hospedagem pelo link do booking, que envio abaixo. Vocês não pagarão mais caro por isso e colaboram conosco para a manutenção do blog. Esperamos contar com vocês!

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      Boa viagem.

      1. Muito obrigada pelas dicas! Ainda estamos montando a rota ideal…e esta troca de informações nos deixa mais seguros já que viajaremos sozinhos. Até breve!!!

Oi! Tem alguma dúvida, sugestão, dica ou comentário, deixe aqui para nós e viajemos juntos!

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