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12 perguntas e respostas sobre viajar para a Argentina e o Chile de carro

publicado em: 08/06/2017 atualizado em: 06/11/2018

Vai viajar por Argentina, Uruguai e Chile de carro? Parabéns pela escolha e boa viagem.

Os encantos do sul de nosso continente são incontáveis e você irá precisar de muito, muito tempo se quiser visitar tudo nestes três países. Acho que vai depender de uma vida inteira para finalizar o projeto. Sou fã incondicional das belezas da América do Sul. E olha que não estou falando das belas praias brasileiras. Conhecer um pouco do relevo da Argentina e do Chile de carro me é gratificante tanto quanto viajar à Europa ou aos Estados Unidos.

Tive a grata satisfação de conhecer Argentina, Uruguai e Chile de carro. E conheci tais países em estações distintas (a despeito de o inverno de 2012 ter me pregado uma bela peça), já sabendo de antemão as dificuldades que iria enfrentar nos meses em que viajei. Veja bem, conhecer as belezas da Patagônia em janeiro é diferente de fazê-lo em julho. Há cenários diferentes, mas não menos bonitos.

Não posso dizer que sou um viajante experiente para cruzar o Continente de Leste a Oeste, mas asseguro-lhe que li bastante sobre o assunto, principalmente porque sou apreciador de veículos de duas rodas (bike e moto). Viajar de moto para Ushuaia, Carretera Austral, Atacama e Machu Pichu exerce um fascínio inexplicável.

Não são poucas as dúvidas para quem viaja de carro pelo sul da América. Pensando nisso, o Mapa na Mão traz alguns questionamentos e suas respectivas respostas, para você que vai em busca dos encantos da Cordilheira dos Andes ou mesmo da Patagônia (chilena e argentina).

Mas antes de mostrar as perguntas e respostas desta viagem, quero te convidar a assinar nossa newsletter e receber e-mails atualizados com todas as novidades e promoções do blog. Não quer mais receber? Simples, é só sair da lista a qualquer momento. Deixe seu e-mail no campo abaixo. Não compartilhamos seus dados com ninguém, pode ficar tranquilo.

E aposto que você vai adorar ver este post com dicas incríveis de Ushuaia, o fim do mundo. Agora vamos às perguntas?

1. Preciso de seguro para viajar para a Argentina e o Chile de carro?

Sim, para você ir para a Argentina e Chile de carro, você precisará de seguro. Para quem vai à Argentina e ao Uruguai a tal chamada carta verde deverá ser adquirida. Trata-se de seguro de responsabilidade civil, cobrindo danos causados a pessoas ou objetos não transportados. É emitida por seguradoras no Brasil. Sei que há seguradora que já disponibiliza a carta verde a quem tem o veículo segurado na Cia. (a Liberty Seguros é um caso). Portanto, antes de pagar pela emissão da carta verde, questione seu corretor de seguros se a seguradora já disponibiliza gratuitamente a apólice.

Para quem vai ao Chile há também o soapex. É um seguro novo exigido para veículos não emplacados naquele país. Na página do consórcio das seguradoras que comercializam a apólice é possível adquirir (soapex.com). Na simulação feita pelo Mapa na Mão, dez dias de permanência no Chile com destino a Santiago (veículo de passeio) tem custo aproximado de 11 dólares. É necessário cartão de crédito internacional para adquirir a apólice.

Informe-se com seu corretor de seguros se a apólice é vendida pelas seguradoras que atuam no Brasil.

2. Adquiro o seguro na fronteira ou já no Brasil?

Há quem deixe para adquirir a carta verde na fronteira, ao argumento de que o custo de apólice seria mais em conta. Não obstante, prefira sair com isso resolvido de casa e ter em mãos a documentação necessária para ingressar em outro país. Além disso, não se esqueça, acaso você precise acionar o seguro contratado em sua cidade, poderá contar com o auxílio do corretor de sua confiança.

Quem viaja no inverno ao Chile (e precisa adquirir o seguro SOAPEX), fica o alerta: não se esqueça que a polícia poderá impedir ou controlar o tráfego de veículos na Cordilheira dos Andes, por razões de segurança. Com nevascas frequentes e como não se sabe com antecedência quais os efeitos climáticos sobre o trânsito, é possível que sua viagem (de Mendoza ou Uspallata até o Chile) necessite ser adiada por um, dois ou mais dias. Bom, e como fica a apólice SOAPEX emitida? É uma situação realmente complicada. Portanto, a sugestão do Mapa na Mão é que a apólice seja emitida quando você estiver em Mendoza ou Uspallata e tenha plena certeza que as condições climáticas lhe permitirão atravessar a Cordilheira dos Andes. Assim, você poderá emitir a apólice SOAPEX para o prazo em que efetivamente estiver no Chile.

3. É preciso de veículo 4×4 para enfrentar trechos com neve?

Não. Veículos tracionados são desnecessários para ir ao Chile de carro, a menos que você procure estradas não pavimentadas. Aí pode ser que nem mesmo um veículo 4 x 4 possa vencer o lamaçal provocado pelo gelo derretido. Em regra, em estradas pavimentadas a neve exige o uso de correntes no eixo de tração e, se excessiva, provocará a interdição da via.

Embora dispensável, quem é um feliz proprietário de veículo do tipo 4 x 4 poderá ter melhores condições de investir em roteiros pouco usuais para carro de passeios. Aliás, lembre-se que qualquer carro em boas condições está apto a viajar milhares de quilômetros até o Chile, mas não se esqueça de que o desconforto poderá manifestar-se de forma mais notável em veículos com entre-eixos curtos ou em veículos com suspensão mais dura. Não pense que por estar em poderoso 4 x 4 trará mais conforto, principalmente para os que estão no banco de trás. Pense nisso.

4. Preciso das correntes nos pneus?

Depende. No verão, dificilmente. No inverno, provavelmente. Não há regra absoluta, pois é o senhor tempo que definirá a obrigatoriedade de usar correntes (cadenas em espanhol). Fui a Santiago do Chile de carro no inverno de 2012 e não precisei de correntes para vencer a Cordilheira, partindo de Mendoza, na Argentina. A pouca neve facilitou a travessia, mas foi motivo de frustração geral dentro do carro (heheheeh, como assim, Cordilheira dos Andes no inverno com quase nenhuma neve?). Acaso a neve seja excessiva ou as condições da rodovia piorem muito, a Polícia fechará a via para o tráfego.

5. Como faço para conseguir as correntes?

Você pode comprar ou alugar. Estando em Santiago e indo em direção ao Valle Nevado, antes de subir a Cordilheira dos Andes havia uma loja do tipo “tem tudo” e havia cadenas à venda. Possivelmente nas grandes cidades não será difícil encontrar correntes à venda, nas lojas de acessórios de veículos.

Para alugar, recordo-me que encontrei antes de subir a Cordilheira em três pontos distintos:

  • Estando em Santiago, em direção ao Valle Nevado (bem próximo ao início da subida da Cordilheira);
  • Em Uspallata, na Argentina (em direção a Santiago), no posto de gasolina que está na Ruta 7, logo na saída da cidade, em direção a Santiago (vide Google street view).
  • Na Subida da Cordilheira, saindo de Santiago em direção à Mendoza,  após Los Andes, à beira da rodovia.

Se for alugar, não deixe de pedir explicações ao sujeito que está negociando com você. Faça um teste na hora para aprender a instalar as correntes.

Lembre-se que a Polícia vai exigir a instalação das correntes, dependendo das condições da rodovia. Se não tiver posse de um par de correntes, você não vai adiante.

6. É perigoso atravessar as Cordilheiras dos Andes?

Se não estiver nevando e não ocorrer a formação de gelo na pista, nada muito diferente de subir uma grande serra aqui no Brasil. Cuidado com a descida (freios em dia, ok?) e com os caminhões.

Se houver gelo na pista ou neve, aí a coisa muda de figura. Ande devagar e evite freadas ou movimentos bruscos. Tenha uma distância confortável dos veículos que vão à sua frente e, se as condições exigirem, instale as correntes no eixo de tração em seu veículo. Certifique-se que a instalação das correntes foi adequada, pois caso solte das rodas, o estrago em seu veículo será grande. Isso sem contar o risco de acidente. Leve luvas de látex para usá-las quando for instalar as correntes nas rodas e suas mãos não ficarão encardidas.

7. Documentos do veículo e documentos particulares: RG, passaporte, CNH, PID, CRVL?

PID (permissão internacional para dirigir):

A PID nunca nos foi exigida. Somente a CNH (carteira nacional de habilitação) nacional. Todos no carro ou na viagem que pretendem dirigir devem portar o documento (CNH).

Documentos pessoais:

Para ir ao Chile não é necessário de passaporte. O RG (carteira de identidade) atualizado e em boas condições é suficiente. Mas veja bem: é o RG emitido pela secretaria de segurança pública de seu Estado. Documentos emitidos por entidades de classe (por exemplo, OAB, CRM, CRO, CRC, CRECI, CREA…) não servem. É indispensável a RG nacional.
Lembre-se que, além de atualizado (de preferência, com menos de 10 anos), o estado de conservação do documento deve estar em ordem. Se seu RG está descolando a plastificação, emita um novo documento para evitar aborrecimentos. Você está em férias, lembre-se disso.
Se assim desejar, use seu passaporte e ganhe o carimbo para registrar sua viagem (eu gosto disso).

Crianças a bordo:

E quando há crianças ou adolescentes? A coisa merece um capítulo à parte. Vou tentar resumir e conscientizá-lo de algumas preocupações.
Há um rígido controle (louvável) de autoridades imigratórias quanto à saída de crianças e adolescentes de nosso território. Acaso vocês, pai e mãe, são brasileiros e estão saindo com o filho menor, a presença de ambos facilitará o controle imigratório. Agora, se o menor está desacompanhado ou apenas na presença do pai ou da mãe, algumas das providências devem ser observadas.
Certidão de nascimento. Em qualquer condição (mesmo quando ambos os pais acompanham o menor), tenha em mãos a certidão de nascimento. Se a criança emitiu o passaporte e será esse o documento usado para sair do Brasil, leve(m) o RG (no passaporte não há referência ao(s) nome(s) do(s) pai(s). A família do Mapa na Mão já se deparou com isso e foi questionada pela autoridade local como nós comprovaríamos a filiação de nossa filha menor, já que apenas o passaporte foi mostrado (na ocasião, também portávamos o RG dela).
Formulário Padrão de Autorização de Viagem Internacional: ainda que o pai ou a mãe detenha a guarda compartilhada, aquele que não está presente deverá autorizar a viagem da criança/adolescente.  É indispensável a autorização exigida pelo Conselho Nacional de Justiça (Formulário Padrão de Autorização de Viagem Internacional).  O formulário poderá ser obtido na página do CNJ (cnj.jus.br) ou da Polícia Federal (dpf.gov.br).
Passaporte com autorização de viagem de menor desacompanhado: na hora da emissão do passaporte os pais podem autorizar que o menor viaje desacompanhado ou na presença de  apenas um dos responsáveis. Isso facilita bastante.

Documento do carro:

O porte do certificado de propriedade do veículo é o documento necessário para circular por estradas no exterior. Trata-se do mesmo documento de porte obrigatório no Brasil (CRLV). Também aqui há particularidades.

Se o veículo está em nome de terceiro ou de uma empresa, precisará de autorização do proprietário. São três passos: (1) redigir a autorização; (2) reconhecer firma do documento em cartório; (3) providenciar a legalização.

Você mesmo poderá redigir a autorizar (faça-a bem completa, contendo todos os dados detalhados do veículo e de quem irá dirigir no exterior). Pode também pedir a um despachante que redija o documento. Depois disso, reconheça firma da autorização em cartório. Por fim, faça a legalização do documento.

A legalização do documento é feita pelo MRE (Ministério das Relações Exteriores) em Brasília. Você pode solicitar pelo Correio, mas precisará de um bom tempo (há relatos de pessoas que levaram até 60 dias para obter a legalização).

Recentemente, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou que os cartórios façam o Apostilamento, que é a formalização que substitui a legalização feita pelo MRE.

Deixamos aqui o link de acesso dos escritórios regionais do Itamaraty.

8. Há pedágios?

Sim, vários. No Chile há fartura de pedágios.

9. Policiais e propinas?

Na internet há vários relatos de policiais argentinos exigindo propinas. Bem, não deixe de viajar por esse maldito dissabor.

Então, viaje para o Chile de carro com segurança, tenha todos os documentos necessários (CNH, dois triângulos de advertência, carta verde, documento do veículo em seu nome) e cumpra as leis de trânsito. Reconheço que mesmo cumprindo todas as leis vocês poderá sofrer um achaque de um policial corrupto.

Jamais, jamais ofereça dinheiro a um policial. Tenha próximo de suas mãos o celular e grave a conversa. Se for extorquido e tiver oportunidade de denunciar, leve o caso à autoridade consular da argentina aqui no Brasil ou à autoridade consular brasileira na Argentina. Argumente, diga que não tem dinheiro, que está viajando apenas com cartão de crédito. Quando eu e minha família viajamos ao Chile, fomos parados em várias barreiras policiais (fomos parados mais de dez vezes). Minha esposa tinha à mão o celular filmando e gravando toda a conversa e minha filha (no banco de trás) uma máquina fotográfica.

10. Há infraestrutura no caminho a Mendoza ou a Santiago?

Você já deve ter ouvido falar que a população argentina é concentrada nas grandes cidades. O site infoescola.com.br esclarece que metade de los hermanos vive na Província de Buenos Aires ou na Capital Federal. Portanto, não espere que o interior seja apinhado de gente.

Mendoza também é uma grande cidade, mas para chegar até lá grandes distâncias são percorridas. As rodovias, em geral, são de boa qualidade, assim como as autoestradas. A infraestrutura (postos de combustível, restaurantes, oficinas), entretanto, é escassa.

O Chile é cortado de Norte a Sul pela Rodovia Panamericana (Ruta 5), que em boa parte é de uma excelente autopista. Por todo o país há a rede de postos Copec, que serve bons lanches. Em alguns pontos há refeição também. O Chile é melhor servido na infraestrutura rodoviária.

Por isso, evite ficar com menos de meio tanque de combustível (regra de ouro). Tenha dinheiro em espécie (peso argentino e pesos chilenos), pois nem todos os comércios aceitam cartão de crédito (principalmente Argentina). Esteja com a manutenção de seu carro absolutamente em dia e não hesite fazer um lanche na loja de conveniência do posto de gasolina, já que é bem provável que você terá uns bons quilômetros pela frente sem outra opção.

11. Dirigindo no Chile:

É mais tranquilo, as estradas são de melhor qualidade. Minha opinião particular (ok, por favor, não vamos criar conflitos por isso) é que o Chile é o país melhor organizado e estruturado da América Latina. Em todos os aspectos. Atente quanto aos limites de velocidade, pois é fácil encontrar policiais com radares móveis em vários pontos da Ruta 5.

12. Ir ao Chile no verão ou no inverno?

Para mim, as duas melhores épocas do ano. Ou você vai até lá sentir o frio, então, que seja no auge do inverno, ou fica bem longe dele, aí busque o verão para a sua viagem.

Claro, sempre há opção das estações intermediárias, mas também nelas o frio pode se fazer presente e com forte intensidade. Portanto, se não quiser enfrentar o frio da Patagônia ou da Cordilheira dos Andes, programe-se para viajar no verão.

Aliás, a beleza dos Andes é única nos meses de calor. Ver a Cordilheira despida de seu manto branco é fantástico. Já viajei ao Chile de carro em pleno janeiro e achei o melhor dos mundos. Tenho ótimas lembranças e pretendo viajar novamente em futuro não muito distante.

Mas fica uma advertência. O movimento migratório de argentinos em direção ao Oceano Pacífico pode congestionar a aduana que fica no Paso Los Libertadores (entre Mendoza e Santiago) durante o verão. Portanto, sugiro que saia cedo de Mendoza para não enfrentar uma fila quilométrica, como aconteceu comigo (levamos 9 horas para simplesmente atravessar a fronteira!).

Agora, também apreciar aquelas montanhas branquinhas de neve não tem preço. Portanto, vai do seu gosto pessoal. Na dúvida, faça uma viagem ou várias em cada estação e escolha a de sua preferência.

A verdade é que Chile e Argentina têm atrações que valem a visita o ano inteiro! É o caso do incrível Restaurante Giratório em Santiago, que é uma das atrações mais legais da linda capital chilena.

Por fim, não deixe de pesquisar as condições climáticas da Cordilheira dos Andes, principalmente se viajar no inverno.

Onde se hospedar em Santiago e Mendoza:

Mendoza:

Santiago:

Outras opções de hospedagem:

Fizemos uma seleção de hotéis em Santiago (é só clicar aqui) e também em Mendoza (clique) ordenada pelas principais escolhas do site. Porém, logo no início, antes dos hotéis, você pode escolher outros filtros como preço mais baixo primeiro, distância do centro da cidade, estrelas, e outros. Na coluna laranja à esquerda, preencha os campos com a data da entrada e da saída, o número de quartos, de adultos e crianças e clique em pesquisar. Só depois escolha o filtro que mais agrada você. Escolha o seu hotel clicando nele e finalize a reserva. E use esta mesma pesquisa para qualquer outra cidade da sua viagem. Qualquer dúvida, é só mandar nos comentários lá embaixo. Boa estada!

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Para a viagem ser mais confortável e tranquila, não deixe de conferir os posts abaixo com motivos que damos a você para ir ao Chile de carro, com dicas do que vestir no frio intenso e também de como viajar com mais conforto com filhos:

6 motivos para ir de carro para o Chile

O que vestir e levar na mala para o frio intenso

Viagem com filhos mais confortável, descomplicada e divertida

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4 respostas para “12 perguntas e respostas sobre viajar para a Argentina e o Chile de carro”

  1. […] E se você pretende literalmente pegar a estrada, vale dar uma lida nesse post da Michale, do blog Mapa na Mão, que conta tudo que você precisa saber para viajar pelo Chile e a Argentina de carro! […]

  2. Mayte Scaravelli disse:

    Opa Dilamar, que post completinho! Adorei as dicas, eu sou apaixonada por viagem de carro e já viajei pelo Chile (um bom pedaço) de carro, mas tenho muita vontade de ir além.

  3. […] Se você deseja fazer uma viagem ainda maior, confira esse post do Mapa na Mão sobre: Argentina e Chile de carro. […]

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Eu sou o Dilamar, Bacharel em Direito, viajante nas horas vagas e não vagas. Sou admirador de viagens rodoviárias, principalmente aquelas bem longas e focadas em regiões montanhosas. E também sou ciclista amador e apaixonado por motos.

Eu sou a Letícia, tenho 14 anos e sou estudante. Gosto muito de pintar quadros, escrever poemas, ler e, principalmente, viajar. Para mim, o mundo é o meu quintal.

Eu sou a Ester. Tenho 26 anos e sou estudante de medicina. Moro em Floripa, sou apaixonada por Paris e frequentadora assídua de São Paulo, mas com os pés sempre em Criciúma, minha cidade natal. Amo sair do lugar, seja por poucos metros ou por muitos quilômetros, e de todas as formas possíveis. Das mais confortáveis viagens de trem às mais insanas viagens de carro. Conhecer o desconhecido me fascina! Viajar é minha maior paixão, mas devo arriscar dizer que sou quase tão apaixonada por montar os roteiros antes de viajar quanto pela viagem em si!

Olá, eu sou a Michela, Bacharela em Direito, pós graduada em Direito Constitucional, colecionadora de ímãs e de viagens. Conheci mais de 20 países, aliás, muito mais do que um dia imaginei conseguir, e vários recantos escondidos bem aqui pertinho de mim. Se canso? Jamais. Isso só aguça ainda mais meu desejo de percorrer este mundão. O que mais amo? Deus, minha família e viajar, claro.