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17 dicas de Israel para a viagem perfeita

publicado em: 20/02/2020 atualizado em: 25/02/2020

Israel é um destino diferente, um tanto longe do Brasil e que causa dúvidas em quem nunca esteve por lá. Quando comprei a passagem, nas duas vezes em que fomos ao país, parentes e amigos perguntaram: mas não é perigoso? E como se virar por lá? Fomos, amamos e vou te deixar estas dicas de Israel para que tu também programes a tua viagem sem medo de ser feliz.

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1 – Como chegar em Israel?

Do Brasil há voo direto de Guarulhos para Tel Aviv (Aeroporto Ben Gurion) com a Latam com duração aproximada de 13h40min.

Mas há também voos de cias aéreas de outros países, como os EUA, por exemplo, que fazem conexão no país da empresa. Na primeira vez em que estivemos em Israel, pegamos um voo com a Delta, com conexão em Nova Iorque e aproveitamos para fazer um stopover que nos possibilitou curtir NY por uns 3 dias. Mas é bem mais difícil conseguir tarifas com bom preço desta forma.

Um dica que dou é pesquisar em buscadores como o Passagens Promo, o Kayak ou o Google Flights. No Passagens Promo já podes comprar diretamente as passagens. Mas olhe bem a questão da franquia de bagagem antes de fechar o pagamento. O valor pode aumentar muito, dependendo da cia aérea.

Olha só, como estás planejando a tua viagem, vais amar ler e guardar este post que escrevi sobre o Mar Morto, Massada e Ein Gedi, um passeio imperdível em Israel. Aproveite e deixe aberto em outra aba para conferir depois.

2 – É preciso visto para entrar em Israel?

Não, não é necessário. Apenas passaporte com validade mínima de seis meses a partir da data de entrada no país. Na imigração, o passaporte não é carimbado, como em outros países. O agente entrega um pequeno papel que é a permissão para entrar e ficar no país pelo período permitido para turistas. Não perca o papel e leve-o junto ao passaporte por onde andares.

Eles fazem assim para que a gente possa ir com o mesmo passaporte a países inimigos, pois caso tivesse carimbo, há chance de ser barrado nestes outros lugares, como a Síria, a Arábia Saudita, o Líbano ou o Iraque, por exemplo.

3 – É necessária alguma vacina para entrar no país?

Não. Até este momento em que escrevo aqui, nenhuma vacina é exigida.

4 – Israel é um destino caro?

Sim, infelizmente. Mas isto o torna um destino impossível para quem gosta de economizar, como nós? Claro que não, tanto que fomos duas vezes e queremos voltar. E no final das contas, avaliando os gastos após a viagem, vimos que gastamos o equivalente a qualquer viagem internacional que fazemos, com economia.

O importante é pesquisar muito as passagens aéreas para conseguir boas tarifas, pesquisar muito a hospedagem e com antecedência, levar poucos ou nenhum presente, optar mais por passeios gratuitos e tentar economizar o máximo com a alimentação.

5 – Hospedagem – dicas de Israel

Como te contei no item anterior, Israel é um destino caro. E a hospedagem é um item que costuma pesar no orçamento. Por isso, é importante pesquisar com antecedência, pois os hotéis com melhores custo x benefícios lotam antes. Nós preferimos ficar em hotel, até mesmo para tomar um belo café da manhã e já economizar nesta alimentação. Também gostamos do conforto do hotel. Mas há também possibilidade de procurar um apartamento.

Sempre fazemos nossa pesquisa no Booking.com. Há opção de reserva com cancelamento, caso a viagem ainda não esteja confirmada. Porém, geralmente há tarifas mais baratas se forem sem cancelamento. Por isso, ao comprar as passagens, já defina as cidades onde vais parar e reserve o quanto antes a hospedagem. O que ajuda muito na busca é o filtro “Preço (mais baixo primeiro) que aparece quase no topo da página, após definir o destino e as datas. E preste atenção na nota e nos comentários dos hóspedes para uma boa escolha. Vou deixar o link do Booking aqui caso queiras fazer pesquisas.

6 – Preciso de seguro viagem?

Não é obrigatório o seguro viagem para quem vai ficar como turista por até 3 meses no país. No entanto, não tenho coragem de viajar para fora do Brasil sem seguro viagem. Não é caro e qualquer zebra não causará um estresse enorme na viagem. Já pensou precisar de um médico, hospital ou dentista em um país caro, como Israel? E se a mala some? E se ocorre um acidente, um mal estar, uma emergência médica que necessite uma cirurgia, como de apendicite, por exemplo. Não dá para brincar.

Encontrei, nos links abaixo, seguro por R$ 15 o dia, aproximadamente. Não vale a pena economizar neste item. Não é tão caro se comparado com uma viagem deste porte.

Vou deixar dois links abaixo para dares uma olhada. Ambas as empresas fazem cotações em várias seguradoras e podes escolher a cobertura que mais te agrada, além, claro, do preço que cabe no teu bolso. E por experiência própria, há opções com preços bem interessantes.

Ah, olha só, no Seguros Promo, caso seja mais interessante o seguro escolhido, utilize o cupom MAPANAMAO5 e ganhe 5% de desconto. E caso pagues com boleto, mais 5%. E na Real, o link abaixo dá 10% de desconto.

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7 – De carro é complicado?

De jeito nenhum. Sinceramente, acho a melhor forma de conhecer Israel. No país, há várias atrações espalhadas e o carro traz um conforto enorme e a possibilidade de se fazer vários bate-volta.

As rodovias são boas e o trânsito não é complicado. Os motoristas são estressados e buzinam por qualquer coisa, até mesmo no segundo que sabem que o semáforo irá abrir, ahahahahaha. Mas não se acanhe. Eles possuem este costume, esta bardinha feia. Mas fazíamos de conta que não era nada e dava tudo certo. Para alugar o carro, dá uma olhada neste link que vou deixar aqui. Este site cota em várias empresas e podes escolher a com melhor preço e a que mais te agrada.

No balcão da locadora, somente adicionamos um seguro total e perguntamos sobre pedágios. A funcionária nos informou que os pedágios são automáticos e serão descontados em nosso cartão de crédito. Vimos aparelhos de pedágio eletrônico somente na Rota 6.

Preste atenção aos limites de velocidades, pois vimos radar móvel. Há radares estáticos, alguns poucos. Percebemos que o waze identificou todos eles. Aproveite para curtir a paisagem local sem correr muito.

7.1 – De carro em Jerusalém

Em Jerusalém é um pouco chatinho dirigir, mas andamos de carro, sem problema. Como a cidade é repleta de turistas, as vias são entupidas de ônibus, táxis e carros alugados. Não espere encontrar um trânsito fácil. Tenha paciência.

E é preciso um carro para se deslocar em Jerusalém? Não. Alguns poucos pontos turísticos podem ser resolvidos de ônibus, mas, no geral, tudo está bem concentrado na old city (a cidade antiga e murada de Jerusalém). Portanto, se tu precisares economizar alguns trocados, alugue o carro em Jerusalém para apenas alguns dias, e não para o período integral. No restante, aproveite bem as pernas para andar bastante e conhecer este encanto de lugar.

O aplicativo Moovit funciona em Israel. Não tentamos utilizá-lo porque não usamos o transporte de ônibus e bondes elétricos. Mas acreditamos que, pelos exemplos em outros países, deve funcionar com qualidade e te ajudar a usar o transporte público.

7.2 – Estacionamentos

Os estacionamentos são caros e, alguns pontos, caríssimos. Em Tel Aviv quase infartamos ao voltar e perceber que pelas 6 horas e pouco, pagaríamos 150 sheckels, perto de 190 reais. Isso aconteceu porque a placa estava totalmente em hebraico e não entendemos que seria este valor depois de certo horário. Este ficava bem perto da marina de Tel Aviv. Fique esperto.

Uma dica é somente estacionar onde tu consegues entender os preços. A maioria é com máquinas automáticas, então, nem perguntar dá. Mas depois deste episódio ficamos ligeiros, hehehe, e procuramos por placas em inglês. Dai, pagávamos de 20 a 50 sheckels por algumas horas.

Procure estacionar em estacionamentos privados, destes que não são administrados pelo município, na rua. E por quê? Porque é impossível entender as restrições e, além do mais, é necessário utilizar um aplicativo.

Por exemplo, há estacionamentos nas vias públicas que, em determinados horários, só são disponibilizados aos motoristas locais. E é difícil identificar isso com aquelas placas em hebraico. Portanto, fuja do risco de levar uma multa e estacione em parkings privados, que é mais fácil de entender a matemática de custo.

7.3 – Postos de combustível

Há poucos postos de combusítveis. Não espere a fartura desse tipo de estabelecimento como vistos aqui no Brasil. Alguns operam sem frentistas e só aceitam cartão de crédito. Em alguns momentos, fica difícil abastecer, porque compreender o hebraico é tarefa perdida. 

Portanto, aproveite para abastecer assim que tu veres um posto de combustível operando com frentista. 

Evite rodar com menos de meio tanque para não precisar recorrer a uma estação de serviço sem frentista.

Repare o tipo de combustível que tu vais colocar no carro alugado. Geralmente, o tipo de combustível está identificado na portinhola do tanque de combustível. Tu verás o mesmo número na bomba de combustível.

O cartão de crédito é bem aceito nos postos, mesmos aqueles com frentistas. 

8 – Israel é um país perigoso?

Aqui está uma das maiores dúvidas dos amigos. Vemos muitas notícias na televisão, o que assusta um pouco, ou muito. Porém, em nenhuma das duas viagens sentimos insegurança no país. Claro que ele está em uma região de conflitos e um pode estourar a qualquer momento. Mas eu não deixaria de ir por causa disso.

Já segurança interna, nas cidades, é quase total. Andamos à noite, de carro, à pé, e as cidades são muito seguras e tranquilas.

Na dúvida, sugiro uma pesquisa dos locais mais sensíveis, ou então pergunte na locadora do automóvel. Por exemplo: não é legal chegar perto da divisa com a Faixa de Gaza. Ou Jericó e Belém, onde é aconselhável ir de ônibus. Mas nas cidades que conhecemos, tudo tranquilo, inclusive o trajeto até lá.

9 – Qual a melhor época para viajar?

Vou te contar que não sou muito fã de limitar viagens por épocas, tirando aqueles lugares com clima muito inóspito em alguns momentos. Mas eu evitaria o verão em Israel.

Na primeira vez, fomos em maio, primavera por lá. Já achei quente e um tanto desconfortável, principalmente na região do Mar Morto. Nesta última, fomos no final de janeiro, início de fevereiro, inverno, e foi bem mais gostoso.

O inverno em Tel Aviv e outras regiões litorâneas e próximas ao Mar da Galileia é tranquilo. Fazia de 7 a 19 graus. Em Jerusalém é mais frio. Pegamos dia com 3 graus. Mas deu de passear em todos os momentos.

Então, sugiro escolher entre a segunda quinzena de janeiro e abril e de outubro a meados de dezembro.

10 – Quantos dias ficar em Israel?

Para conhecer bem as principais partes do país, no mínimo 10 dias. Consegues ficar mais? 15, 20 seria o ideal. Isto para percorrer o país de norte a sul. Na primeira vez ficamos apenas 6 dias e foi muito, mas muito pouco. Agora, ficamos 14 dias inteiros lá. Já foi bem melhor, não conseguimos fazer tudo o que queríamos, mas aproveitamos bem Israel.

11 – Como é o clima?

O verão é muito quente, a primavera pode ter períodos de clima gostoso e ameno, principalmente à noite, e outros quentes. O inverno, em Jerusalém e outras regiões altas é gelado. Já houve ocorrência de neve na Cidade Santa. A região do Mar Morto é muito quente na primavera e no verão, durante o dia, e com clima gostoso no inverno.

  • Verão: do final de junho ao final de setembro.
  • Outono: do final de setembro ao final de dezembro.
  • Inverno: do final de dezembro ao final de março.
  • Primavera: do final de março ao final de junho.

12 – O que levar na mala?

Caso tu sejas menina, escrevi aqui sobre malas para viagem – a bagagem feminina perfeita. O legal é que deixei um check list tanto para o inverno, quanto para o verão. Leia ali, imprima a lista, que vai ajudar na hora de arrumar as malas.

Como neste tipo de viagem a gente caminha bastante, leve roupas e sapatos confortáveis.

No verão:

  • Calças leves e confortáveis;
  • Calçados muito confortáveis como tênis, sapatilhas ou até mesmo sandálias boas para caminhada;
  • Blusas ou camisetas leves e de manga curta;
  • Casaquinho leve, pois podem ter dias mais frescos ou mesmo para usar à noite;
  • Bermudas e saias;
  • Vestidos, caso te agrade;
  • Protetor solar.

No inverno:

  • Calças confortáveis;
  • Blusas de manga longa finas e de lã para colocar por cima, caso precise;
  • Casaco grosso;
  • Casacos mais finos;
  • Luvas, meias calças de lã ou ceroulas longas para pôr embaixo da calça, gorro, toca ou chapéu e cachecol para dias mais gelados;
  • Tênis ou botas, de preferência impermeáveis e quentes;
  • Hidratante labial e corporal.

É interessante levar uma echarpe, principalmente no verão, pois em alguns lugares não é permitida a entrada com ombros de fora e até mesmo com pernas à mostra a partir dos joelhos.

13 – E a língua?

Preponderantemente o hebraico. Há também muitos árabes por lá. Porém, o inglês é amplamente falado em todos os lugares. Tivemos apenas umas três experiências onde a pessoa não falava inglês. Em lugares extremamente turísticos, como na Antiga Jerusalém, há também quem fale espanhol e até portunhol, hehehehe. Tranquilo.

14 – Moeda

Novo Shekel.

Todos os estabelecimentos aceitavam dólar e euro, mas nem sempre a cotação é favorável. Nas cidades há casas de câmbio. Nem sempre a cotação é a mesma. Pesquise. Faça as contas e compre sempre alguma quantia em shekel para garantir. Cartão de crédito é amplamente aceito.

15 – Tomada

Pino duplo redondo:

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16 – Internet – dicas de Israel

Nós fomos com um chip da Easysim4U para já sairmos conectados do Brasil. Funcionava tranquilamente o WhatsApp e o Mapa. Porém, coisas mais pesadas como vídeos, Instragram e Facebook, demorava para carregar ou utilizar. Conseguimos nos virar.

17 – Alimentação

Bem tranquila. É um país um tanto ocidentalizado. Há restaurantes conhecidos por nós e fast foods, como MacDonald’s. Há pizzarias, Pizza Hut e muitos restaurantes com comidas turcas ou árabes e também israelenses.

Eu amei o falafel, que são bolinhos vegetais fritos. Também amo o húmus, um patê de grão de bico saboroso. Há pratos com húmus e salada, outros com carne e é fácil encontrar estes restaurantes pelas cidades.

Pesquise bem antes, pois os valores em Israel são salgadinhos. Fomos uma vez só no MacDonald’s porque achamos bem caro.

17.1 – Dicas de restaurantes que lembramos:

  • Em Tiberíades,
  • Em Jerusalém: Ben Sira Hummus Bar, na Ben Sira St 3, Jerusalem. Há pratos principais por 27, 32, no pão pita por 20 e porção de falafel por 5 Shekels. E o Taco Luis, restaurante mexicano na Queen Shlomziyon St 11. Com preço bem acessível, a sopa de feijão pequena custou 10 Shekel e o arroz com feijão e salada, 20. Mamilla é o bairro desta região gostosa de caminhar e próxima da Cidade Antiga.

Viaje por conta própria e economize muito

Planejar a própria viagem é uma forma de ter liberdade e economizar. Além disso, usando os links abaixo, sem custo adicional algum, vais ajudar a manter o Mapa na Mão funcionando. Você NÃO PAGA NADA A MAIS POR ISSO e ajuda a manter nosso trabalho de pé!

Hotel ou apartamento: Booking – compare preços e qualidade. Podes ainda fazer reserva com opção de cancelamento gratuito e deixar para pagar só na hora do check-in.

Aluguel de carro: Rentcars – os melhores preços em diversas locadoras. Pague em real, sem o IOF. Carros mais baratos alugando com antecedência. Podes parcelar em 12 vezes no cartão ou pagar no boleto com 5% de desconto.

Seguro Viagem: Real – nosso link exclusivo já dá 10% de desconto. Seguros Promoutilize o nosso cupom MAPANAMAO5 e ganhe 5% de desconto. Cote nas duas e escolha o melhor. Por experiência própria, os valores destes dois sites geralmente são melhores que de agências.

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Michela
Michela
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2 respostas para “17 dicas de Israel para a viagem perfeita”

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Eu sou o Dilamar, Bacharel em Direito, viajante nas horas vagas e não vagas. Sou admirador de viagens rodoviárias, principalmente aquelas bem longas e focadas em regiões montanhosas. E também sou ciclista amador e apaixonado por motos.

Eu sou a Letícia, tenho 14 anos e sou estudante. Gosto muito de pintar quadros, escrever poemas, ler e, principalmente, viajar. Para mim, o mundo é o meu quintal.

Eu sou a Ester. Tenho 26 anos e sou estudante de medicina. Moro em Floripa, sou apaixonada por Paris e frequentadora assídua de São Paulo, mas com os pés sempre em Criciúma, minha cidade natal. Amo sair do lugar, seja por poucos metros ou por muitos quilômetros, e de todas as formas possíveis. Das mais confortáveis viagens de trem às mais insanas viagens de carro. Conhecer o desconhecido me fascina! Viajar é minha maior paixão, mas devo arriscar dizer que sou quase tão apaixonada por montar os roteiros antes de viajar quanto pela viagem em si!

Olá, eu sou a Michela, Bacharela em Direito, pós graduada em Direito Constitucional, colecionadora de ímãs e de viagens. Conheci mais de 20 países, aliás, muito mais do que um dia imaginei conseguir, e vários recantos escondidos bem aqui pertinho de mim. Se canso? Jamais. Isso só aguça ainda mais meu desejo de percorrer este mundão. O que mais amo? Deus, minha família e viajar, claro.