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10 dicas para passear com segurança no Rio de Janeiro

publicado em: 27/09/2016 atualizado em: 27/01/2019

Começo esse post pedindo licença aos amigos cariocas. Sei como é chato quando alguém de fora vem colocar defeitos na nossa terra. Mas o faço em respeito aos leitores e sobretudo ao Rio, já que cidade tão linda merece ser visitada, mesmo com a epidemia de violência. Voltei de lá maravilhada com tanta beleza, mas tenho que admitir que é sim, necessário, tomar alguns cuidados extras, como, por exemplo, evitar as favelas do Rio de Janeiro mais perigosas.

Toda viagem, na verdade, precisa de mais cuidado do que tomamos diariamente – estamos fora do nosso ninho e qualquer problema será mais difícil de resolver! Inclusive nas nossas primeiras viagens costumávamos ser um pouco mais desligados do que somos hoje porque, quando estamos fora de casa, tendemos a achar que estamos longe do perigo. Ledo engano!

Nesse caso, trago dicas específicas para o Rio. Antes de ficar essa semana na cidade só tinha passado um dia por lá (estava em um cruzeiro). Ou seja: não, não sou expert, mas bati bastante perna por lá e fiz várias anotações mentais, e são elas que quero passar!

1. Escolha bem o lugar onde se hospedar

Essa eu considero a dica mais importante! Fiquei hospedada em Copacabana (podes conferir tudo sobre nosso apartamento aqui) e caminhei bastante pelo bairro. Me senti segura lá. Senti o mesmo em Ipanema. Mas era só sair desses dois bairros que o cenário mudava bastante! Mesmo em Botafogo, que ainda é um bairro nobre, a situação era bem diferente e nos sentíamos mais inseguros.

Vale pagar um pouco a mais e investir no local da hospedagem, já que será o lugar onde vais passar bastante tempo e provavelmente chegar muitas vezes de noite. A economia não compensa a insegurança! Então recomendo fortemente que escolha Copacabana ou Ipanema para hospedagem e evite, especialmente, as proximidades das favelas do Rio de Janeiro mais perigosas.

Clicando aqui podes conferir opções de hospedagem em Copacabana, inclusive, apartamentos.

E aqui opções de onde ficar em Ipanema. Clique, escolha e reserve o que mais te agradar.

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2. Não ande com acessórios, mesmo os mais baratos!

Essa é uma dica bem radical, mas acho que vale a pena. Muitos ladrões colocam a mão no colar sem dó para arrancá-lo do pescoço. Fizeram isso com a minha sogra, infelizmente (e o colar não era joia). Eles arriscam o roubo com qualquer coisa que pareça valiosa. Por isso, tente andar o mais simples possível para não chamar atenção.

3. Bolsa, só com pouco dinheiro!

Já falei aqui neste post que escrevi com 14 dicas para uma viagem de avião mais confortável que sou muito adepta da algibeira em viagens. No Rio isso vale muito a pena! Eu até andava com bolsa para ter algum dinheiro à mão, assim como outras coisinhas como mapas, mas a maior parte do dinheiro ficava na algibeira. Assim, se alguém me abordasse, eu entregaria a bolsa sem medo (tá, com medo, mas sem tanto medo assim, haha). Aliás, fica a dica: mesmo levando dinheiro na algibeira, leve algum dinheiro na mão, nos bolsos ou na bolsa para entregar no caso de alguma abordagem e mesmo para não precisar abrir a algibeira quando for comprar uma água na rua, por exemplo.
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4. Planeje muito bem os passeios e use o Google Maps

Nós queríamos fazer a trilha para o Mirante Dona Marta, e em vários blogs, pelo que eu entendia, era bem tranquilo de achar o começo da trilha. Fui confiando nisso e chegando lá não havia início nenhum de trilha demarcada! Cheguei a perguntar para moradores locais e ninguém sabia me informar. Acabei não fazendo a trilha por me sentir insegura, já que nem os moradores sabiam ao certo onde ela iniciava. Eu deveria ter olhado melhor antes e conferido inclusive no Google Maps. Desconfie para se prevenir e não acabar entrando nas favelas do Rio de Janeiro mais perigosas ou em outro lugar que não te agrade.

5. Evite andar de carro!

Fomos para o Rio de carro, mas o deixamos em um estacionamento (anota aí: estacionamento na Avenida das Américas, 2000, na Barra – super recomendo) e só buscamos na hora de voltar para a terrinha. Melhor escolha que fizemos! Andamos de transporte público o tempo todo (trem, metrô, ônibus e VLT) e nos sentimos seguros. Principalmente o metrô é uma ótima forma de transporte e te leva para boa parte dos pontos turísticos no Rio. Mas fomos alertados por uma moradora local para tomar mais cuidado com o trem. Eu não teria ficado tão tranquila se estivesse andando de carro, já que teria que prestar atenção ao trânsito, às possíveis abordagens e ainda me preocupar em evitar as favelas do Rio de Janeiro mais perigosas. Além disso, carro acaba chamando mais atenção e criando vulnerabilidade em muitos momentos. Sem falar que estacionamentos no Rio são bem caros! 

6. Faça um free walking tour pelo centro

Quem acompanha o blog sabe que sou viciada em free walking tours, e já contei ali o porquê. Muitas vezes eles são a melhor forma de conhecer uma cidade! O centro do Rio acaba sendo um pouco mais perigoso do que outras regiões, principalmente para quem não o conhece e não sabe por onde andar. Como contornar isso? Fazendo um free walking tour! Dessa forma, estarás andando em bando e com um guia que conhece muito bem a região, sem correr o risco de entrar em ruas não recomendáveis. Fizemos com a Rio Free Walking Tour e adoramos (tem em português, inglês e espanhol).

7. Escolha bem os bares e locais onde irás de noite

Acabei não indo na Lapa pela noite por questão de tempo (contei aqui que se teve uma coisa que faltou nessa viagem foi tempo, haha), mas estava nos meus planos. Se também está nos teus, pesquise muito bem sobre a região do bar e qual o melhor transporte para chegar até lá. Andei de metrô várias vezes de noite e foi super tranquilo, mas acho que vale pesquisar sobre as imediações das estações. Qualquer coisa mande uma mensagem ou telefone para o bar! E tenha um número de telefone de táxi e algum dinheiro no bolso para qualquer emergência.

8. Suba a favelas apenas com guias e evite as favelas do Rio de Janeiro mais perigosas

Muitas pessoas são adeptas do turismo de favela. Se for o teu caso, procure algum grupo de confiança para evitar perrengues!

9. Cuidado com as aglomerações e com os lugares muito vazios

Essa dica é válida para qualquer situação na vida. Minha sogra foi roubada próximo da Central do Brasil, onde costuma haver bastante aglomeração, local perfeito para a atuação de batedores de carteira. Já em locais vazios, o perigo de abordagem com violência torna-se maior! Portanto, não custa dar uma olhada no entorno e verificar se há muita gente ou pouca e evitar estes lugares.

10. Na dúvida, opte por passeios com empresas

Eu sou muito a favor de viajar com independência, sem contratar passeios fechados quando não há necessidade, para que eu possa fazer meu próprio horário. Mas, acima disso, sou a favor de viajar, do jeito que tiver que ser! E, se a insegurança bater no teu caso, contrate passeios fechados. Isso vale principalmente para locais como o Cristo Redentor, onde é um pouco mais complicado de chegar sozinho.

E tu? Já foi para o Rio? Tomou alguma medida extra de segurança ou as mesmas de sempre?

Onde se hospedar no Rio de Janeiro:

Fizemos uma seleção de hotéis (é só clicar aqui) ordenada pelas principais escolhas do site. Porém, logo no início, antes dos hotéis, podes escolher outros filtros como preço mais baixo primeiro, distância do centro da cidade, estrelas, e outros. Na coluna laranja à esquerda, preencha os campos com a data da entrada e da saída, o número de quartos, de adultos e crianças e clique em pesquisar. Só depois escolha o filtro que mais te agrada. Escolha teu hotel clicando nele e finalize a reserva. Qualquer dúvida, é só mandar nos comentários lá embaixo. E lembre-se de evitar as proximidades das favelas do Rio de Janeiro mais perigosas. Boa estada!

Depois destas dicas, que tal um roteiro para um dia no Rio de Janeiro e conhecer tudo o que a cidade maravilhosa tem a oferecer?

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Eu sou o Dilamar, Bacharel em Direito, viajante nas horas vagas e não vagas. Sou admirador de viagens rodoviárias, principalmente aquelas bem longas e focadas em regiões montanhosas. E também sou ciclista amador e apaixonado por motos.

Eu sou a Letícia, tenho 14 anos e sou estudante. Gosto muito de pintar quadros, escrever poemas, ler e, principalmente, viajar. Para mim, o mundo é o meu quintal.

Eu sou a Ester. Tenho 26 anos e sou estudante de medicina. Moro em Floripa, sou apaixonada por Paris e frequentadora assídua de São Paulo, mas com os pés sempre em Criciúma, minha cidade natal. Amo sair do lugar, seja por poucos metros ou por muitos quilômetros, e de todas as formas possíveis. Das mais confortáveis viagens de trem às mais insanas viagens de carro. Conhecer o desconhecido me fascina! Viajar é minha maior paixão, mas devo arriscar dizer que sou quase tão apaixonada por montar os roteiros antes de viajar quanto pela viagem em si!

Olá, eu sou a Michela, Bacharela em Direito, pós graduada em Direito Constitucional, colecionadora de ímãs e de viagens. Conheci mais de 20 países, aliás, muito mais do que um dia imaginei conseguir, e vários recantos escondidos bem aqui pertinho de mim. Se canso? Jamais. Isso só aguça ainda mais meu desejo de percorrer este mundão. O que mais amo? Deus, minha família e viajar, claro.