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Israel parte 1 – o que fazer em Jerusalém em 2 dias

publicado em: 24/05/2016 atualizado em: 23/10/2018

Israel era um daqueles lugares que eu sonhava ir, mas imaginava que demoraria muito, porque não é um dos destinos mais baratos do mundo.

Até que meu marido super caçador de promoções encontrou passagens aéreas para 2014 por R$ 1.451,95 por pessoa, com taxas! Sim, eu falei REAIS e com todas as taxas incluídas neste preço!!! E tem mais: com stopover em Nova York!! Não sabes o que é stopover? Como a empresa aérea era a Delta Air Lines, ou seja, uma empresa americana, sairíamos do Rio de Janeiro, faríamos uma conexão breve em Atlanta, EUA, e depois em Nova York, para somente após embarcarmos para Tel Aviv, Israel. Assim, unimos o útil ao agradável e ao invés de uma simples conexão, dormimos duas noites em Nova York, aproveitando um pouquinho esta maravilhosa cidade. E tudo isso sem custo adicional nenhum. Esse tal de stopover é uma mão na roda, pois possibilita conhecer múltiplos lugares por um único preço. Leia mais sobre isso aqui.

Então, depois destes dois dias passeando por Nova York, embarcamos rumo à Tel Aviv. Chegando no aeroporto de Tel Aviv, pegamos o carro previamente alugado pela internet na locadora Europcar, e nos dirigimos até nosso hotel em Jerusalém. Até esse momento era preciso me beliscar, pois ainda não parecia verdade. Mas não é que era? Estávamos nós dirigindo pelas estradas de Israel e a sensação de ver a cidade antiga no alto de uma colina ao chegar em Jerusalém para encontrar nosso hotel foi indescritível.

E tem tanto lugar bonito por lá, tanta riqueza histórica e cultural, que resolvi dividir o post em dois. Neste escrevo sobre o que fazer em Jerusalém em dois dias e neste aqui sobre o Mar Morto e o Mar da Galileia:

O que fazer em Jerusalém:

CIDADE VELHA: 

Como a ansiedade era grande, na nossa primeira manhã em Israel, pegamos nosso carro e fomos até a cidade velha de Jerusalém, uma das mais antigas do mundo e toda cercada por muros milenares.

Estacionamos nosso carro no estacionamento Mamila Parking, bem próximo do Jaffa Gate, que é uma das portas da cidade velha, que por ser toda murada, possui lindíssimas e famosas portas. A minha preferida foi justamente a Jaffa Gate. Este estacionamento foi sugestão da recepcionista do hotel, que nos indicou no mapa por ela a nós dado. Estaciona-se no subsolo, pegando um ticket na máquina para pagamento na saída, sobe-se uma escada e chega-se a um shopping aberto muito bonito, com lojas de grifes, bares e restaurantes. E a partir deste centro de compras, caminha-se até a porta (Jaffa Gate) para acesso à cidade velha de Jerusalém.

Aí a emoção começa. Dá vontade de caminhar o dia todo por aquelas ruas estreitas de pedra, se perdendo por seus encantos e se encontrando em cada esquina cheia de lojas, gente de toda nacionalidade e jeito, paisagens de valor inestimável. Começamos garantindo souvenirs em uma das centenas de lojas existentes e, com o mapa na mão, partimos rumo ao Muro das Lamentações (Western Wall).

MURO DAS LAMENTAÇÕES: 

O pátio desta atração é dividido ao meio por uma cerca, sendo o lado esquerdo somente para homens e o lado direito somente para mulheres. Como estava muito calor, fui com uma bermuda perto do joelho e pude entrar assim, mas uma mulher emprestou uma saia na entrada para mulheres do ponto turístico, para minha filha que estava de shorts, pois não é permitido entrar com saia ou bermuda curta, nem com blusas decotadas (na dúvida, eu e minha filha sempre andávamos com um lenço para tapar os ombros ou cabeça, se fosse preciso). Porém, o único lugar mais exigente quanto a isso foi o Muro das Lamentações, embora não tenhamos ido a nenhuma mesquita ou atração no lado muçulmano da cidade.

O Muro das Lamentações é literalmente um muro alto (uma parede de pedras) onde os judeus fazem suas orações e lamentações, que tem um significado muito importante para eles e também para os cristãos, uma vez que esta foi a única parte que restou do templo construído pelo rei Salomão, destruído pelos romanos em 70 DC. Depois do Muro das Lamentações, continuamos nossa caminhada pela região judaica – a cidade velha é dividida em quatro regiões: a judaica, a muçulmana, a cristã e a armênia – até chegarmos na Basílica do Santo Sepulcro.

BASÍLICA DO SANTO SEPULCRO:

Basílica do Santo Sepulcro ou Holy Sepulcher Church em inglês, como você encontrará nos mapas da cidade. Esta igreja fica situada na região cristã e acredita-se, embora não haja comprovação histórica, que Jesus tenha sido sepultado e ressuscitou neste local, onde posteriormente foi erguida uma igreja. A fila é enorme e não conseguimos chegar até o suposto local da sepultura. Assim, entramos na igreja, apreciamos sua arquitetura e saímos para continuar nossa caminhada, agora, pela Via Dolorosa.

VIA DOLOROSA:

A Via Dolorosa é uma rua que começa na Porta do Leão e termina na Basílica do Santo Sepulcro. Segundo a tradição cristã, uma vez que também não há comprovação de que este tenha sido de fato, o caminho percorrido, esta seria a rua por onde Jesus caminhou carregando a cruz até a sua crucificação. É um caminho cheio de lojas, com placas indicando as estações da cruz, muito bonito e estreito. Você encontrará romeiros e frequentes procissões na bonita Via Dolorosa.

TORRE DE DAVI:

A Torre de Davi é uma linda construção bem ao lado do Jaffa Gate. Não chegamos a entrar, mas apreciamos sua arquitetura do lado de fora e quando retornamos à cidade em outro dia à noite, vimos um concerto sendo apresentado ali, pois a Torre de Davi é um local popular para apresentações, concertos e eventos.

SETE PORTAS DA CIDADE:

A cidade antiga de Jerusalém é toda cercada de uma linda muralha milenar, com sete portas de acesso para o seu interior. São elas: Jaffa Gate (para mim a mais bonita), New Gate, Damascus Gate, Herod’s Gate, Lion’s Gate, Dung Gate e Zion Gate. Percorra toda a cidade caminhando para conhecer suas entradas e não deixe de desfrutar da região da Porta de Damasco, com muitas lojas com artigos árabes e uma feira com frutas do local, frutas secas, azeitonas, enfim, muitos artigos que não temos por aqui e que são uma delícia.

Acabamos não conseguindo entrar no Dome of the Rock (templo muçulmano com a cúpula dourada) e em nenhuma mesquita, deixando de aproveitar melhor a região muçulmana na cidade velha, devido à falta de tempo e porque estava muito calor. Bem, esse é um dos motivos pelos quais tenho de voltar lá em breve, rsssss. Mas tente não perder também todas as atrações do local.

No mais, caminhe sem pressa, volte à noite, compre lenços pashmina para você e para presentear, se perca pelas ruas repletas de história e emoção desta linda cidade antiga, afinal, você está em Jerusalém!

GETSÊMANI:

Saindo da cidade velha, mas bem próximo a ela, dirija até o Monte das Oliveiras, onde, em seu início, há a Igreja de Todas as Nações, ou Igreja da Agonia, como conhecida por muitos (Basilica of Agony). Ao seu lado fica o jardim do Getsêmani com oliveiras milenares: local onde Jesus e seus discípulos passaram a noite anterior à crucificação de Cristo. Foi ali que Jesus suou sangue, devido à profundidade de sua angústia (Evangelho de Lucas, 22:44). Este local, o Getsêmani, é tão emocionante que me faltam palavras para descrever o sentimento ao estar ali. Imperdível.

MONTE DAS OLIVEIRAS:

Depois da visita ao Getsêmani e à Igreja de Todas as Nações, subimos o Monte das Oliveiras para conhecermos o Cemitério Judeu que também é um conhecido ponto turístico e para apreciarmos o pôr do sol lá do alto, de onde se avista toda a cidade velha de Jerusalém. Jamais perca o pôr do sol lá do alto do Monte das Oliveiras – simplesmente magnífico!

MUSEU DE ISRAEL:

Foi o único museu que tivemos tempo de visitar e posso afirmar, não deixe de ir! É um museu moderno, bonito, com muitas obras, muita história e o mais incrível: onde estão guardados os Manuscritos do Mar Morto! Os Manuscritos do Mar Morto ficam no Santuário do Livro ali no Museu de Israel. Incrível ver a versão mais antiga de textos bíblicos minuciosamente protegidos. Neste museu também há uma maquete da cidade antiga de Jerusalém na sua parte externa. Ela mostra a cidade como era antes de Cristo, com o templo de Salomão e outros pontos bíblicos intactos. Muito bem feita na proporção 1:50.

Este foi nosso roteiro de o que fazer em Jerusalém em dois dias, mas se você tem outras sugestões de passeios para nos dar, deixe-as nos comentários, afinal, quero muito voltar lá um dia!

Saiba mais sobre Israel com o Viaje Comigo nesta seção completa com posts, vídeos e fotos. E neste post, a Amanda do blog As Viagens de Trintim escreveu sobre um roteiro super interessante de 10 dias por Israel, de norte a sul. E neste post escrevemos a parte 2 da nossa viagem a Israel pela região do Mar Morto e Mar da Galileia. Não deixe de ler!

ONDE FICAR: os hotéis em geral em Jerusalém, não são muito baratos, mas encontramos no Booking o Eden Jerusalém Hotel. É um hotel simples, porém com quartos bem espaçosos e um café da manhã bem legal, com produtos locais. Fica em uma rua tranquila e apesar de não ter estacionamento próprio, deixávamos o carro na rua que era segura.

CLIMA: fomos em abril e, apesar de ser o início da primavera por lá, estava muito quente, principalmente na região do Mar Morto. Portanto, acho que não deve ser muito agradável ir no verão.

COMO SE LOCOMOVER: como alugamos um carro, não tivemos experiência com transporte público. No entanto, acho muito mais confortável e viável alugar um carro como fizemos, pois não ficaríamos apenas em Jerusalém. Assim, ficou fácil se locomover pelo país e mesmo dentro da cidade.

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Eu sou o Dilamar, Bacharel em Direito, viajante nas horas vagas e não vagas. Sou admirador de viagens rodoviárias, principalmente aquelas bem longas e focadas em regiões montanhosas. E também sou ciclista amador e apaixonado por motos.

Eu sou a Letícia, tenho 14 anos e sou estudante. Gosto muito de pintar quadros, escrever poemas, ler e, principalmente, viajar. Para mim, o mundo é o meu quintal.

Eu sou a Ester. Tenho 26 anos e sou estudante de medicina. Moro em Floripa, sou apaixonada por Paris e frequentadora assídua de São Paulo, mas com os pés sempre em Criciúma, minha cidade natal. Amo sair do lugar, seja por poucos metros ou por muitos quilômetros, e de todas as formas possíveis. Das mais confortáveis viagens de trem às mais insanas viagens de carro. Conhecer o desconhecido me fascina! Viajar é minha maior paixão, mas devo arriscar dizer que sou quase tão apaixonada por montar os roteiros antes de viajar quanto pela viagem em si!

Olá, eu sou a Michela, Bacharela em Direito, pós graduada em Direito Constitucional, colecionadora de ímãs e de viagens. Conheci mais de 20 países, aliás, muito mais do que um dia imaginei conseguir, e vários recantos escondidos bem aqui pertinho de mim. Se canso? Jamais. Isso só aguça ainda mais meu desejo de percorrer este mundão. O que mais amo? Deus, minha família e viajar, claro.