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Maringá turismo – seu guia de viagem com dicas especiais

publicado em: 24/09/2018 atualizado em: 07/10/2018

Maringá turismo – você sabe o que fazer em Maringá, no Paraná? Ah, não sabe? Neste post eu mostro a você por que o Mapa na Mão ficou apaixonado pela cidade que pouco a pouco se converte em polo turístico no noroeste do Paraná. Maringá consegue essa proeza e, não bastasse sua importância econômica para o estado, prova que uma cidade pode ser fantástica quando trata bem seus cidadãos.

É isso. Maringá, a cidade do cidadão.

Há muito o que fazer em Maringá. E não pense que eu me refiro aos fantásticos e caprichosos pontos turísticos que encontrei na urbe. Maringá é turística porque reserva o espaço para o cidadão. Está lá na Wikipedia que a cidade é uma das mais limpas e arborizadas, características que nós não sabíamos porque estávamos desavisados. O Mapa na Mão pretende lhe apresentar Maringá. Garanto que você também ficará apaixonado por ela.

Antes de contar tudo sobre esta cidade encantadora do Paraná, quero convidar você a assinar a nossa newsletter e receber todas as novidades e promoções do Mapa na Mão. Faça parte desta lista de amigos viajantes:

Maringá turismo – neste post você saberá:

  • Por que conhecer Maringá
  • Como se deslocar do aeroporto até o Centro de Maringá
  • Quais as principais estradas de acesso a Maringá
  • O que fazer em Maringá
  • Onde se hospedar em Maringá – podes já conferir nosso hotel escolhido aqui

Por que Conhecer Maringá

Eu gosto da urbe. Gosto de visitar grandes cidades e caminhar muito para conhecer arquitetura, lugares bem planejados e preparados para o cidadão. Alguns adoram dizer que cidade grande não presta, que não é bom morar em lugares agitados e com muita correria. Isso é verdade, mas muitos não se deram conta que ParisLondresBerlim e Nova York são metrópoles e nem por isso deixam de ser maravilhosas.

O Brasil tem metrópoles fantásticas. Curitiba e São Paulo são exemplos típicos e Maringá, apesar de ser uma cidade média, passou para esse grupo, se convertendo em referência para mim.

Por falar em São Paulo, clique aqui para saber o que fazer lá em 1 dia e aproveite o melhor da capital paulista

Sempre conservei muita vontade de conhecer algumas cidades do Oeste do Paraná. Não sei exatamente a razão, mas tenho suspeita que meu desejo vem desde quando eu estudava Engenharia Mecânica na UDESC em Joinville e tinha muitos colegas universitários que eram daquela região do Paraná. Desde minha juventude eu nutria o desejo de visitá-las e só aguardava o momento certo para que isso ocorresse.

Aproveitando a viagem a Bonito programada pelo Mapa na Mão, fiz questão de incluir pelo menos duas cidades de nosso longo trecho rodoviário até o Mato Grosso do Sul. Era a oportunidade ímpar que eu tinha para visitar a região de solo fértil do oeste do Paraná.

Aproveite e leia aqui a viagem do Mapa na Mão até Bonito de Carro

Foi assim que incluí Maringá no meu roteiro e, para minha agradável surpresa, saber que eu não poderia ter feito escolha melhor, tamanha a beleza daquela cidade.

A Jovem Maringá

Maringá é jovem, muito jovem. Além de bela, é claro. Sua fundação data de 10 de maio de 1947 e talvez isso explique por que a cidade é tão bem planejada urbanisticamente (veja aqui a história de colonização e criação de Maringá contadas pela secretaria de turismo).

Maringá e seu ar jovial proporcionam um crescimento ordenado da urbe. Pensada, a cidade tem avenidas e ruas projetadas para o bom escoamento de trânsito, mas sem esquecer de seu cidadão. A cidade para o cidadão, aliás, parece ser o diferencial de Maringá. Foi por isso que o Mapa na Mão se apaixonou, coisa do tipo amor à primeira vista.

A simpática cidade tem o título de Cidade Canção, título esse que surgiu no ano de 1962. A secretaria de turismo local conta que o então secretário da prefeitura do município recebeu uma carta de uma estudante de outro estado veiculando o desejo de conhecer a cidade cujo nome teria nascido de uma canção (leia essa história aqui).

pontos de turismo em Maringá
Este jardim fica no Parque do Ingá

Como chegar a Maringá (aéreo)

Maringá tem voos diretos desde Guarulhos e também de Curitiba. O aeroporto tem uma bela estrutura arquitetônica e combina com o resto da cidade. Há ônibus ligando o aeroporto ao centro da cidade. A linha 528A deixará você próximo à Catedral e ao Parque do Ingá (falaremos dele depois). O valor do passe é de R$ 4,50 (valor em 2018). Consulte aqui os horários da linha de ônibus ligando o aeroporto ao centro de Maringá. Além do ônibus, há táxi no aeroporto e também UBER, cuja estimativa de custo até o Parque do Ingá (centro da cidade) é de pouco menos de R$ 30,00 (setembro de 2018).

Como chegar a Maringá desde Curitiba, litoral catarinense e Porto Alegre (rodoviário)

Estradas: BRs 101 e 376

Maringá está cercada de boas rodovias. De maneira geral, posso dizer que há rodovias em boas condições para quem viaja desde Curitiba, Santa Catarina e também de São Paulo. Nem todas as rodovias são duplicadas, mas o estado de conservação não é dos piores, o que facilitará a vida de quem prefere o carro para chegar a Maringá.

Se você está com um pouco mais de folga no tempo, não deixe de conhecer o Parque Estadual de Vila Velha, que fica à margem da Rodovia BR 376 em Ponta Grossa (no caminho entre Curitiba e Maringá), para contemplar as formações rochosas esculpidas pela natureza. O Mapa na Mão já fez a visita e confirma que é um passeio imperdível. Você não perderá tempo fazendo desvios. É muito fácil visitá-lo.

Por outro lado, trafegar sobre estradas pedagiadas tem seu preço e, no Paraná, ele não está entre os mais baratos. Sim, de maneira geral posso afirmar que as estradas oferecem segurança, em contrapartida, as tarifas de pedágio são altíssimas e desproporcionais à quilometragem percorrida.

Para quem está em Santa Catarina ou mesmo no Rio Grande do Sul, a opção mais barata é seguir pela Serra do Rio do Rastro e passar por Lages e Caçador. As estradas, com exceção do trecho até Lages e da BR 116 no Estado de Santa Catarina, não são boas e estão necessitando de melhorias urgentes.

Como chegar a Maringá desde São Paulo, Rio de Janeiro e outras cidades do Sudeste (rodoviário)

Estradas: SP 280 (Castelo Branco) ou SP 270 (Raposo Tavares), BR 153 (Ourinhos), BR 369 (Ourinhos – Londrina – Maringá)

Quem vai de São Paulo a Maringá de carro ou mesmo de outras regiões da parte de cima do mapa buscará, na maioria dos casos, as Rodovias Castelo Branco ou Raposo Tavares para chegar até Ourinhos, já bem próximo ao Paraná. Ao passar a divisa dos estados, segue-se pela BR 369 em direção a Londrina e depois Maringá.

O Mapa na Mão já rodou pelas rodovias Castelo Branco e Raposo Tavares e não há dúvida que são ótimas rodovias, muitíssimo bem conservadas, com estrutura de apoio e ótimos pontos de parada, descanso e alimentação.

O problema é o custo de rodagem.

Assim como no Paraná, rodar por estradas paulistas é caro e a rota entre São Paulo e Maringá sairá por algo próximo a R$ 130,00 (somente ida). Então, prepare a carteira, mas jamais deixe de viajar.

De São Paulo a Maringá evitando pedágios

Saiba que o Google Maps oferece a opção evitar pedágios no cálculo de rotas. Nem sempre você conseguirá evitar todos os pedágios, mas diante de estradas tão caras às vezes não deixa de ser uma opção interessante seguir por rotas alternativas não pedagiadas.

A ferramenta disponibilizada pelo Google Maps dá um panorama geral e basta selecionar o link opções (ver imagem) e acionar o recurso.

mapa Curitiba a Maringá

mapa São Paulo a Maringá

Mas observe que o uso de rotas não pedagiadas aumentará bastante o tempo de viagem. Nos cálculos do Google Maps serão necessários mais três horas de viagem até Maringá. Inclua nesta conta mais gastos com combustíveis, estradas ruins, freios, desconforto e, principalmente, muito mais cansaço para você e sua família.

O que fazer em Maringá

Sabe por que Maringá surpreende? Porque seu turismo não é pautado em atrativos naturais. Não há belas praias, costões de serra, frio intenso, neve ou coisa do tipo. Maringá projeta-se como uma bela cidade porque é cativante, rica em verde e com ótimo espaço para o cidadão curti-la.

Sem exagero, posso afirmar que muitos brasileiros vão a cidades europeias apenas para caminhar e conhecer arquitetura e espaços públicos. Respeitadas as devidas proporções, Maringá tem essa qualidade e seus cidadãos souberam construir uma cidade voltada para seu próprio lazer. Em Maringá, arquitetura, parques, praças, ciclovias, áreas verdes mostram que a cidade é feita para o cidadão. Esse é seu grande diferencial.

Mas então o que fazer por lá?

Catedral Metropolitana Basílica Menor Nossa Senhora da Glória

Sua arquitetura é de causar inveja. Seu estilo moderno e audacioso nada lembra as antigas igrejas europeias ou de cidades brasileiras. Compartilho com nosso leitor meus registros fotográficos feitos da janela do Hotel Metrópole Maringá, quando por lá passamos.

catedral de Maringá

Maringá turismo
À noite ela fica ainda mais deslumbrante

Obelisco do Centro de Convivência

Ao lado do Paço Municipal, o obelisco está bem à frente da Catedral. A ponta do obelisco é apontada para a cruz da Igreja, a mostrar a riqueza arquitetônica da cidade. Está em área aberta e não tem horário para ser vista e contemplada.

Parque do Ingá

Este parque está encravado no Centro da cidade e é outra marca registrada de Maringá. Trata-se de uma reserva florestal de incríveis 47 hectares, segundo a secretaria de turismo local. Muito próximo da Catedral Metropolitana, está aberto de terça a domingo, das 8h às 17h. Fica na Avenida São Paulo.

o que fazer em Maringá
Parque do Ingá

Uma boa medida tomada na cidade foi o fechamento do trânsito no entorno do parque aos domingos pela manhã. Tivemos o prazer de visitar o Parque do Ingá justamente nesse dia e perceber como se torna agradável passear com a família, andar de bike, patins e tudo mais que não seria permitido se o trânsito de veículos fosse permitido.

Jardim Japonês

Integra o Parque do Ingá e foi criado em homenagem ao príncipe japonês Akihiro quando lá esteve em 1978.

pontos turísticos de Maringá
Entrada do Jardim Japonês no Parque do Ingá.

pontos turísticos em Maringá

Bosque das Grevíleas

Não muito longe dali fica o Bosque das Grevíleas, assim conhecido por causa da espécie arbórea que domina aquele espaço público. Seu nome oficial é Bosque Anníbal Bianchini da Rocha e seja como for é mais uma opção excelente de caminhada, corrida e até para pedalar. Cerca de 40 minutos de caminhada separam o Parque do Ingá e o Bosque das Grevíleas.

parques em MaringáBosque II ou Parque Florestal dos Pioneiros

É outra reserva florestal urbana. São incríveis 59 hectares de mata na região urbanizada de Maringá. O Bosque não é aberto à visitação pública, mas não deixa de oferecer o espaço para caminhada e pedalada no seu entorno. O Córrego Cleópatra o corta ao meio, o que talvez explique a restrição de acesso. Acertam a cidade e seus cidadãos na preservação ambiental!

Maringá também conta com outros belos atrativos. Para quem gosta de arquitetura sacra, há a Capela Madre Paulina e a Capela Nossa Senhora Aparecida. Na Avenida Prudente de Moraes, a história do Mercado Municipal se mistura à história da própria cidade. Gratuitamente, atrás do Colégio Santa Cruz o Mural Artístico retrata a evolução da colonização regional. Nas dependências da Universidade Estadual de Maringá o Museu da Bacia do Paraná dá sua contribuição e o Parque do Japão, localizado na região do Parque Industrial, sintetiza e marca a imigração japonesa na região de Maringá.

atrações turísticas de Maringá
parque do ingá em Maringá

Onde se hospedar em Maringá

A nossa hospedagem em Maringá foi providencialmente no centro da cidade, onde estávamos ao lado dos principais pontos turísticos.

Uma ótima sugestão de hospedagem, seja pela localização, seja pelo ótimo serviço, seja pelo excelente café da manhã está no Hotel Metrópole de Maringá. Da janela de nosso quarto tiramos fotos inesquecíveis da arquitetônica Catedral.

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catedral maringá turismo
Esta era a vista do nosso quarto

Além do Hotel Metrópole de Maringá, a cidade também conta com o Nobile Suites Maringá  e o Hotel Avalon.

Maringá surpreendeu e meu arrependimento foi não ter ampliado minha permanência por pelo menos mais um dia. Ficou um gostinho de quero mais e visitá-la novamente faz parte dos meus planos.

Está com dúvidas em escolher qual caminho seguir?

Se você está em dúvida ou precisa de alguma informação que possamos contribuir, entre em contato com o Mapa na Mão. Teremos prazer em ajudá-lo.

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Eu sou o Dilamar, Bacharel em Direito, viajante nas horas vagas e não vagas. Sou admirador de viagens rodoviárias, principalmente aquelas bem longas e focadas em regiões montanhosas. E também sou ciclista amador e apaixonado por motos.

Eu sou a Letícia, tenho 14 anos e sou estudante. Gosto muito de pintar quadros, escrever poemas, ler e, principalmente, viajar. Para mim, o mundo é o meu quintal.

Eu sou a Ester. Tenho 26 anos e sou estudante de medicina. Moro em Floripa, sou apaixonada por Paris e frequentadora assídua de São Paulo, mas com os pés sempre em Criciúma, minha cidade natal. Amo sair do lugar, seja por poucos metros ou por muitos quilômetros, e de todas as formas possíveis. Das mais confortáveis viagens de trem às mais insanas viagens de carro. Conhecer o desconhecido me fascina! Viajar é minha maior paixão, mas devo arriscar dizer que sou quase tão apaixonada por montar os roteiros antes de viajar quanto pela viagem em si!

Olá, eu sou a Michela, Bacharela em Direito, pós graduada em Direito Constitucional, colecionadora de ímãs e de viagens. Conheci mais de 20 países, aliás, muito mais do que um dia imaginei conseguir, e vários recantos escondidos bem aqui pertinho de mim. Se canso? Jamais. Isso só aguça ainda mais meu desejo de percorrer este mundão. O que mais amo? Deus, minha família e viajar, claro.