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Minha história de viagem: Gramado – RS

publicado em: 03/08/2021 atualizado em: 10/10/2021

Eu quero te contar as minhas histórias de viagem. Os sonhos, as decepções, os perrengues, tudo o que guardo no meu íntimo com relação a alguns destinos.

E hoje quero te contar a minha história com Gramado. E caso tu tenhas alguma história de viagem também, de Gramado ou de outro lugar, me conta nos comentários! Ou então, publique no Instagram com a hashtag #minhahistoriadeviagem – vou amar conhecer também as tuas histórias.

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Minha história de amor por Gramado

Tudo começou, quando eu ainda era criança. Percebi um souvenir de madeira na estante. Era o pórtico da foto abaixo e vinha escrito Gramado, bem assim, como tá na foto. Meu pai havia ido até esta cidade e trazido aquele enfeite para a minha mãe.

Eu então perguntei a ele o que era aquilo, de onde era. Ele me contou que era de uma cidade na serra do Rio Grande do Sul e que era um lugar muito bonito.

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Eu já conhecia a “nossa serra”, a catarinense. Para mim, só existia esta serra. Mas então descobri que não. Também havia uma no estado vizinho e com uma cidade que parecia casinha de bonecas. Eu admirava aquele pórtico de madeira ali na estante. Nunca tinha visto uma arquitetura assim, até então. Nem entendia em que se inspirava.

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Olha só, não existia internet naquele tempo. Nem tínhamos acesso a revistas ou qualquer material que pudesse me mostrar um pouco mais daquele lugar. Assim, Gramado passou a existir no meu imaginário, como uma cidade de conto de fadas. A única coisa palpável era o tal do souvenir e a narração feita pelo pai e por outras pessoas que já conheciam a região.

Desde pequena eu tinha muita curiosidade por conhecer lugares novos. Acho que herdei isso do pai, que gostava também de saracotear por aí. Ele foi jogador de futebol profissional, e por isso, viajava desde a adolescência. Mas não tínhamos condições financeiras para viajar muito. Frequentemente íamos somente a cidades próximas da nossa.

Eu sonhava com Gramado, mas sabia que provavelmente iria demorar para realizar o sonho.

Ah, dá uma olha neste vídeo com as minhas dicas incríveis de Gramado! E te inscreve no canal para ajudar no nosso trabalho, combinado?

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Eu não sei se já te contei, mas casei adolescente, com 15 anos, quando engravidei da primogênita, a Ester. Aí, meu amigo, a situação piorou. Pensa: dois adolescentes estudando, sem emprego, sem casa, sem nada. Como pensar em viagens? Mas eu continuava pensando, sonhando, imaginando, viajando nos meus pensamentos.

Bom, com muito esforço conseguimos comprar nosso primeiro apartamento pequenininho e simples, isso depois de financiar a compra de um ventilador, ahahahahah, que levamos uma eternidade para pagar, dentre outras coisas. Rolou até consórcio para a primeira geladeira, o primeiro fogão e a primeira mesa.

Mas e não é que os dois metidos ainda davam um jeitinho de dar umas passeadinhas de vez em quando?

E então, veio a crise dos quatro anos de casados. Não que existam crises disso e daquilo predeterminadas. O bom mesmo é que não houvesse. Mas tivemos essa. E veio a ideia. Vamos passar um final de semana em algum lugar romântico para espairecer? Vamos. O destino escolhido: Gramado.

Era um dia muito frio, pegamos o gol do sogro emprestado, convidamos a cunhada e o cunhado e fomos. O gol não tinha ar condicionado, mas um buraquinho por onde entrava um ar gelaaaado, hahahahahah, doía. A sorte foi que levamos cobertores para usar no carro. E eu também não tinha um casaco bem quente, eu me lembro que passei muito frio nesta viagem, mas valeu a pena até essa experiência, a de descobrir o frio gelado da serra gaúcha no inverno.

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E eis que chegamos a Gramado. Isso ocorreu em 1996, quando não existiam tantas atrações como hoje, mas eu me lembro que foi amor à primeira vista. Nunca tinha visto tantas lojinhas de artesanato, de souvenires, até uma só de meias, hahahaha, nunca tinha visto. A propósito, até hoje a loja só de meias ainda está lá e foi em Gramado que comprei o meu primeiro ímã de geladeira. Nunca imaginaria que seria o primeiro de uma coleção com quase 200.

Naquela viagem conhecemos o Lago Negro, o Parque Caracol, em Canela, as igrejas de pedra, o centrinho da cidade. Ah, e para encontrar hotel com bom preço à noite? Olha a nossa pouca prática, hahahahaha. Fomos sem reserva. Nem sabíamos que existia isso. Resultado: acabamos indo dormir em Caxias do Sul, a 70 km de distância e dormimos em um lugar terrível, kkkkkkk. Era o que tínhamos no momento. Era o que podíamos pagar.

Voltei para casa com gostinho de quero mais. Com um sentimento de que havia muito a se descobrir naquele pedaço de encanto. Que gostaria até de morar lá!

Em 1999 passei no concurso para o trabalho que desempenho até hoje. Nossa primeira viagem após a posse? Gramado, e perto do Natal. Ah meu amigo. Aí o bicho pegou. Se eu já era apaixonada, imagina no Natal quando a região fica um encanto?

Bom, passamos a ir duas, três, quatro vezes por ano. Na Páscoa, no inverno, no Natal, bate-e-volta de minha cidade, em janeiro, enfim, vira e mexe estávamos por lá. Foi o primeiro destino da caçula, com dois meses de idade, hehehehe.

Continuei com vontade de comprar um apartamento lá, viu? Sempre amei a região do Lago Negro e queria uma casa linda para morar. Este sonho não realizei. Talvez nem realize, até porque começamos a desbravar o mundo e aí o investimento passou a ser outro.

Mas o amor por Gramado, esse não acabou, nem nunca acabará. Aquele sonho de criança que nasceu de observar um souvenir nunca será saciado por completo, até porque não quero nunca deixar de me empolgar ao programar uma nova ida para lá ou ao desbravar um novo cantinho, sempre. E isto não é difícil não, porque a cidade nunca para de se reinventar. Inclusive, sempre conto por aí. Queres conhecer um case de sucesso no quesito turismo? Vá a Gramado.

Um lugar lindo, surpreendente, romântico, familiar, encantador. Um sonho meu.

Abraço!

Dá uma olhada no nosso vídeo a seguir com dicas de o que fazer em Gramado, vai? E dá um moral pra gente, te inscreve no nosso canal 🙂

Ó nós aí na nossa primeira ida a Gramado, quando a câmera nem era ainda digital, lembra? Era daquelas com filme para revelar depois, heheheheh. 1996… parece que foi ontem.

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Michela
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2 respostas para “Minha história de viagem: Gramado – RS”

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Eu sou o Dilamar, Bacharel em Direito, viajante nas horas vagas e não vagas. Sou admirador de viagens rodoviárias, principalmente aquelas bem longas e focadas em regiões montanhosas. E também sou ciclista amador e apaixonado por motos.

Eu sou a Letícia, tenho 16 anos e estou no terceiro ano do ensino médio. Gosto muito de ler, desenhar, pesquisar e, é claro, viajar. Quando viajo, procuro sempre conhecer a história do local. Ser fascinada por esse aspecto explica o meu grande sonho: visitar o Egito e conhecer um pouco mais dessa civilização antiga.

Eu sou a Ester. Tenho 28 anos e sou médica. Moro em Florianópolis, sou apaixonada por Paris e frequentadora assídua de São Paulo, mas com os pés sempre em Criciúma, minha cidade natal. Amo sair do lugar, seja por poucos metros ou por muitos quilômetros, e de todas as formas possíveis. Das mais confortáveis viagens de trem às mais insanas viagens de carro. Conhecer o desconhecido me fascina! Viajar é minha maior paixão, mas devo arriscar dizer que sou quase tão apaixonada por montar os roteiros antes de viajar quanto pela viagem em si!

Olá, eu sou a Michela, Bacharela em Direito, pós graduada em Direito Constitucional, colecionadora de ímãs e de viagens. Conheci mais de 20 países, aliás, muito mais do que um dia imaginei conseguir, e vários recantos escondidos bem aqui pertinho de mim. Se canso? Jamais. Isso só aguça ainda mais meu desejo de percorrer este mundão. O que mais amo? Deus, minha família e viajar, claro.