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Passeios em Koh Phi Phi – Maya Bay vazia, nadando com plânctons e Bamboo Island

publicado em: 26/12/2017 atualizado em: 26/12/2017

Me apaixonei por Koh Phi Phi. Não teria como ser diferente – o arquipélago oferece variedade de restaurantes e bares, além de algumas das paisagens mais lindas que eu já vi na minha vida. Não sabe exatamente do que se trata Koh Phi Phi, como chegar lá, onde se hospedar, em qual praia ficar? Relaxa, vou fazer um post bem completinho sobre isso, mas antes quis vir aqui mostrar os passeios em Koh Phi Phi que optei por fazer. Primeiro porque fiquei muito feliz com minhas escolhas dentre as dezenas de passeios que são ofertadas por lá (e porque fiquei incomodada com a falta de informações sobre os passeios em Koh Phi Phi na internet). Segundo, porque estava muito ansiosa para dividir as fotos e vídeos com vocês! Vamos lá?

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Passeios em Koh Phi Phi:

Passeio 1: Maya Bay, Monkey Beach, Lo Samah Bay, Pileh Bay e Viking Cave às 6h30min da manhã:

Tinha lido em alguns lugares que a quantidade de barcos que chegam a Maya Bay durante o dia chega a ser absurda, e a paisagem que era para ser paradisíaca poderia acabar virando um piscinão e perdendo boa parte do encanto. Vou confessar que não costumo ligar muito para o fato de lugares se tornarem turísticos – minha cidade preferida, por exemplo, é a mais visitada do mundo (Paris!), haha. Sabia que ia achar Maya Bay linda de qualquer jeito e estava conformada de que iria conhecê-la junto de mais centenas de pessoas. Mas, no dia em que cheguei a Phi Phi, vi que algumas agências ofereciam um tour que saía às 6h30min para Maya Bay e outras praias, evitando as aglomerações. Resolvi arriscar!

Koh Phi Phi

Saímos de Koh Phi Phi Don com o dia ainda amanhecendo

Não são todas as agências que vendem esse passeio. Vou recomendar muito a que eu reservei! Reservei esse e o passeio dos plânctons no Bar Stones. O Bar Stones fica na praia de Ao Lo Dalam, do lado direito do famoso Hostel Ibiza, mais para o canto direito da praia. Do lado do bar há um balcãozinho mega rústico e simples, onde nem sempre há alguém para vender passeios. É só ir até o balcão do bar e pedir para alguém te vender. Recomendo essa “agência” (na verdade o balcãozinho, haha) porque o dono (bom, pelo menos parecia ser o dono!) era um querido e tomava conta da minha bolsa na areia enquanto eu curtia o mar, hahaha. Além disso, ele oferece uns passeios em Koh Phi Phi bem legais!

O valor do passeio foi de 1000 baht (aproximadamente 100 reais). O barco saía às 6h30min, mas o cara do balcãozinho rústico da agência pediu para encontrá-lo ali no bar às 5h45min da manhã para que ele me levasse até o ponto de saída do barco (no píer de Ton Say Bay). Quando chegamos ao pier, serviram café, chá, suco e alguns biscoitinhos.

Koh Phi Phi Don

Koh Phi Phi Don nos dando um até logo enquanto saíamos para o nosso passeio. Tão silenciosa e vazia!

O tour vende bastante o fato de ver o nascer-do-sol no mar, mas não vá por isso, já que o barco não vai para nenhum ponto em especial para assistir ao nascer do sol (e, na verdade, o nascer do sol acontece praticamente enquanto ainda se está em terra).

Agora, uma dica MUITO importante: a experiência que tu tens no passeio varia muito de acordo com o lugar em que sentas no barco. Nesse caso, o passeio é feito de speed boat e quem fica dentro do barco não vê quase nada da paisagem durante o passeio – e gente, tu estás em uma das paisagens mais lindas do mundo! Então eu recomendo profundamente que tu sentes na proa do barco – lá na pontinha mesmo. De lá, a vista é absurda – e a experiência, outra. Então tenta ser um dos primeiros a entrar no barco para garantir o lugarzinho, hehe. Eu tive ambas as experiências – em Krabi fiz um passeio em que fui sentada dentro do barco – e sentar na proa é outra coisa.

Passeios em Koh Phi Phi

Aos poucos, Koh Phi Phi Leh foi se mostrando, muito imponente, no meio daquele marzão todo!

Aos poucos já conseguíamos avistar a ilha onde fica Maya Bay, a famosa praia do filme “A Praia” – a ilha de Phi Phi Leh. Gente, aquela vista daqueles paredões gigantes, no meio do marzão ainda pouco iluminado pelo sol que mal nascia, já longe da ilha de Phi Phi Dom, sem praticamente nenhum barco ao redor (havia uns dois só, e barcos locais, não de turistas)… Indescritível (mentira, acabei de descrever haha). Nos primeiros momentos de passeio já notei que o passeio tinha valido a pena. Senti vontade de chorar, de verdade.

Maya Bay Koh Phi Phi

Chegando a Maya Bay com o dia ainda tímido

Maya Bay:

Depois de cerca de 20 minutos chegamos a Maya Bay. A água, na entrada da baía, foi mudando de tonalidade. O que antes era azul escuro, cor de fundo do mar, foi ganhando algumas manchas extremamente esverdeadas. E eu não entendia o que eram aquelas manchas. Me escorei um pouco no barco para conseguir olhar melhor as manchas, que se tornavam cada vez mais frequentes – e notei que eu estava vendo o fundo do mar! Que cor era aquela! Absurdo! De repente, estávamos mesmo no meio de toda aquela água verde clara. Maya Bay era mesmo aquilo tudo que falavam. Fiquei feliz. Sou uma pessoa de muitas expectativas, e estava com medo de me decepcionar. Impossível.

Maya Bay filme A Praia

Maya Bay nos recebendo quase que com exclusividade

Não estávamos sozinhos na praia – havia mais umas 20 pessoas lá, o que claro, não diminuiu em nada o encanto. A maioria estava lá de long boat (aqueles barquinhos típicos da Tailândia), o que me leva a acreditar que dá para fechar um long boat com um barqueiro para ir para lá cedinho, caso estejas em um grupo. Com certeza é o que eu teria feito se estivesse acompanhada!

Maya Bay vazia

Ficamos cerca de 2 horas em Maya Bay. Aos poucos, mais e mais barcos foram chegando. No momento em que saímos de lá, perto das 9h, a praia já tinha dezenas deles. Naquele momento, já havia bastante gente, e não eram nem 9h (o horário que a maioria dos barcos saem de Ton Sai Bay). Aí entendi porque tanta gente reclama da quantidade de pessoas por lá. Não quero nem imaginar quanta gente haveria lá mais tarde!

Koh phi phi filme a praia

A luz tá horrível, eu sei. Mas não se parece em nada com aquela Maya Bay lotada!

 

Maya Bay

A quantidade de barcos foi aumentando exponencialmente!

 

Maya bay

Maya Bay quando estávamos quase saindo. Já havia bem mais barcos, e, apesar de que a água estava ainda mais clarinha por conta da maior entrada de luz, a paisagem não estava mais tão limpa!

Em Maya Bay, há alguma estrutura de banheiros, e dá para explorar um pouco do interior da ilha. Há algumas paisagens bem bonitas. Acabei não explorando tanto porque o nosso guia pediu que ficássemos mais pela praia. Eu tinha entendido que depois ele ia nos levar para dentro da ilha, mas não. Acredito que ele tenha pedido isso mais por segurança, para ninguém se perder e tal. Mas é só não ir muito longe! 😉

Koh Phi Phi filme a praia

Apesar de lindo e de águas bem quentes (como em todos os outros lugares da ilha), estava bem ruim de tomar banho por lá, porque a maré estava super baixa – andei horrores e a água nunca passava do joelho, haha. Acabei ficando mais na areia admirando aquela beleza toda, mesmo.

Praias da Tailândia

A única parte ruim de fazer esse tour cedinho é que o sol ainda não está batendo muito nas águas de Maya Bay. Quando estávamos saindo de lá, o sol estava avançando. Deu para notar que a cor da água ficava ainda mais incrível com o sol batendo. Mesmo assim, acho que o passeio pela manhã vale mais a pena, até porque eu posso dizer que o que vi é lindo demais. Mas é uma bela desculpa para voltar lá de tarde, né?

Maya Bay

Achei que vocês mereciam ver essas boias de flamingo entrando no mar, hahahahah

Passeios em Koh Phi Phi

Lo Samah Bay:

Depois de Maya Bay, fomos até um ponto de snorkeling, em Lo Samah Bay (ali naquela mesma ilha). Gente-do-céu. Que cor de mar era aquela! E agora, uma pausa: eu nunca curti muito fazer snorkeling. Sofria um pouco para fazer a coordenação de só respirar pela boca (sério, pode rir haha) e, um dia antes, tinha feito snorkeling em Krabi – e não vi absolutamente nada além de areia, haha. Aí não estava nem um pouco afim, mas quando vi a cor daquele mar, me joguei. E te recomendo fazer o mesmo, mesmo que tu não costumes ver graça nisso ou se bata um pouco com o snorkeling, que nem eu.

Maya Bay

Dando um até logo para Maya Bay! Juro que meu sentimento foi de até logo, não de adeus 🙂

 

Mergulho em Koh Phi Phi

Lo Samah Bay

Fui pegando o jeito e quando vi, estava morrendo de amores por aquele lugar. Vi coisas que não podia imaginar que um ser humano podia ver! Lindo demais. A água era totalmente transparente. Vi esponjas, corais, ouriços do mar, muitos tipos de peixes e até alguns tubarões pequenos – que nadavam como se nós simplesmente não estivéssemos ali. O nosso guia (que era engraçadíssimo, por sinal, e com um bom inglês! Amei ele) me puxou várias vezes para me mostrar onde estavam os animais mais bonitos. Tanto o snorkel quanto o colete salva vidas, para quem quisesse usar (ajuda muito a não cansar!) eram disponibilizados gratuitamente pelo barco. Abaixo, coloquei um vídeo com algumas cenas de Lo Samah Bay para vocês entenderem do que estou falando. Só peço desculpas pela tremedeira, haha!

Lo Samah Bay

Imagina mergulhar nessa cor de mar!

Agora, outra dica bem importante: POR FAVOR, toma cuidado com os corais, haha. Eles são bem pontudos e variam muito de tamanho. Alguns são bem altos, então conseguimos alcançá-los facilmente e sem notar. Digo isso porque uma hora fui me impulsionar para nadar e dei uma topada fenomenal em um dos corais. Na hora doeu bastante e eu xinguei todos os corais do planeta, mas o problema maior foi mais tarde – meu pé ficou com muita dor, sinal de que estava inflamado nas articulações. Isso me atrapalhou bastante, achei que teria que acionar o seguro saúde, mas dois dias depois melhorou.

Ficamos fazendo snorkeling por cerca de meia hora e voltamos para o barco.

Lo Samah Bay

Lo Samah Bay – e era em um desses barcos em que eu estava, os speed boats

Pileh Bay:

Passamos ainda por mais dois pontos. Uma foi a linda Pileh Bay, uma baía de águas bem verdinhas. Segundo o guia, não iríamos parar ali pois de manhã a maré estava baixa, atrapalhando o passeio. Não sei se algum dos barcos para nesse lugar, mas parece ser uma parada bem legal!

Viking Cave:

A outra foi a Viking Cave, uma caverna nas rochas da ilha. Bela formação! Admiramos só de fora (ninguém pode entrar) por alguns minutos e seguimos viagem.

Viking Cave

Monkey Beach:

Nossa última parada foi a Monkey Beach. Como o nome já diz, a praia está cheia de… Macacos! A praia é linda e é divertido ver os macaquinhos chegando super perto em busca de comida. O nosso guia levou alguns pedaços de melancia, e eu entreguei na mão de um macaco. Minha mãe teria ficado louca – ela é apaixonada por macacos, haha. Foi uma parada bem legal. Aproveite para tirar bastante fotos e fazer vídeos, pois eles chegam bem perto mesmo. Só dois apelos: tome cuidado com eles, respeite o espaço deles. Às vezes, chegando perto demais, eles demonstram irritação através de caras feias (sim, eles fazem cara feia) e de barulhos. Saia de perto porque é bem comum eles atacarem. No vídeo abaixo, mostro os macaquinhos bem de perto.

Macaquíneos em Monkey Beach, hahaha

 

Rolou até formação de quadrilha para cima de mim: um agarrou minha perna enquanto o outro puxava o meu cabelo, haha. Mas não fica com medo porque não é nada perigoso. Eles não são fortes e têm medo, então os guias ficam por perto para fazer barulho quando eles fazem isso, e eles saem rapidinho. O outro apelo é: não seja um turista babaca.

Gente, tu tá no território do bichinho. Ali é a casa dele e tu estás invadindo. A relação é bem harmônica enquanto um respeita o outro. Vi duas coisas que me deixaram bem indignada – em uma situação, um macaco atacou uma mulher, mas, como falei, é só assustá-los que eles saem rápido, o que aconteceu. Eles já estavam longes quando ela foi lá e chutou o macaco. Assim não tem como defender, né? A outra situação foi que um bobão deu uma banana para um macaco (legal, show, ele fica feliz e a gente também), mas a todo momento fazia que ia tirar a banana do macaco só para vê-lo irritado – e para fazer os amigos rirem. Não, apenas não.

Nos serviram abacaxi e melancia durante o passeio, além de ter água e Coca-cola praticamente à vontade (não vi acabar, pelo menos, haha).

Estávamos de volta ao pier às 10h30min. Foi um dos pontos altíssimos dessa minha temporada na Tailândia.

Recomendo sem medo e duvido que alguém não goste!

 

Passeio 2: Natação com plânctons:

 

Deixa eu adivinhar: tu viu uma daquelas fotos com luzes intensas e azuis no meio do mar e pensou “preciso nadar no meio dos plânctons luminosos!”. Vou ter que te jogar um baita baldão de água, mas não é nada parecido com isso, pelo menos nessa região. Conversando com dois amigos brasileiros, eles tiveram a mesma experiência que eu com esse passeio, então não foi azar da minha parte. Os plânctons, quando brilham, são apenas pontinhos de luz que duram poucos segundos – e eles só brilham quando tu mexe bastante. Então não rola nada parecido com aquelas fotos. Além disso, não dá para ver muito de fora da água, então tem que estar com o snorkel para ver melhor as luzes.

Reservei esse passeio também no Bar Stones. Saímos às 6 da tarde, dessa vez de long boat – estávamos em 4 pessoas, apenas. O valor foi de 300 baht (30 reais). O primeiro ponto em que paramos foi em Lana Beach (como os turistas chamam) ou Nui Beach (como os locais chamam – pelo menos foi isso que entendi o guia falar). Lá, ficamos por uns 40, 50 minutos até o sol se por totalmente. A praia é linda, super pequena e até um pouco exclusiva – havia bem pouca gente lá. É um lugar bem legal para ir de long tail ou até de caiaque a partir de Ao Lo Dalam, já que Lana Beach não fica longe de Ao Lo Dalam! E o por do sol de lá realmente é bem bonito.

Passeios em Koh Phi Phi

Por do sol em Lana Beach / Nui Beach

 

Lana Beach Koh Phi Phi

Tchau, sol!

 

Depois, fomos para um ponto ali perto para nadarmos com os plânctons. Ficamos uns 40 minutos lá, nos debatendo loucamente para ver os plânctons, hahaha.

No fim, eu curti o passeio. O visual do pôr-do-sol foi mesmo incrível e eu achei divertido ficar balançando loucamente os braços para ver os brilhinhos dos plânctons. Além disso, mais cedo, eu tinha pegado o jeito do snorkel (fiz esse passeio no mesmo dia do passeio de Maya Bay) e estava bem feliz, haha. Achei meio terapêutico também estar ali naquele lugar de noite, com tudo escuro, silêncio total e água quentinha. Mas eu sei que o negócio dos plânctons pode deixar bastante gente decepcionada, então eu te recomendo esse passeio se tu queres fazer todos que existem em Koh Phi Phi (haha), se tens curiosidade (porque não vou mentir, é legal, só não tanto quanto todo mundo espera!) ou se acha que vai se divertir tanto quanto eu por estar nadando de noite, haha. Se o dinheiro ou o tempo estão curtos, pula esse!

Voltamos ao píer às 20h.

Passeio 3: Bamboo Island e muito snorkeling:

No meu terceiro dia em Phi Phi, estava na dúvida se fazia mais um passeio ou praticava o deboísmo. Já estava com pouco dinheiro, cansada, com o pé zoado por conta do chute nos corais (mancando lindamente pelas ruas de Koh Phi Phi, hahaha), mas tinha amado a experiência do dia anterior com o snorkel. Passei na frente de uma agência e vi um passeio que visitava alguns pontos que eu ainda não tinha visitado, como a Bamboo Island e o Shark Point, e que, em todas as paradas do barco, era possível fazer snorkeling e andar de caiaque. Fechou, era essa mesmo!

Esse barco era maior. Por uma parte, isso foi ótimo, pois era bem espaçoso, dando para ficar em vários lugares diferentes, todos com boa vista da paisagem. Por outro lado, o barco nunca podia nos deixar na areia das praias em que parávamos como os speed boat e os long tail deixam, então tínhamos que sair do barco e nadar um pouco até a praia – o que se torna bem impossível para quem está com criança e atrapalha com o fato de que não dá para levar seus pertences para a praia, como uma canga ou algo para sentar na areia. Acabou que muita gente ficava ao redor do barco mesmo, sem ir para a areia da praia. Por isso, acho que seja mesmo uma opção melhor para quem está querendo fazer snorkeling!

Paguei 950 baht por esse passeio, sendo que, segundo eles, 400 baht iam para uma taxa de preservação de Bamboo Island. Não coloquei muita fé na hora, porque achei um absurdo de taxa, mas, na ilha, vi escrito em uma placa sobre essa taxa. Então ela existe e é esse absurdo mesmo!

Saímos do píer às 13h. No barco, além de estarem inclusos o snorkel, o caiaque e coletes salva vidas em todas as paradas, também estavam água, café, chá e frutas.

A primeira parada foi Bamboo Island. Ilha de areias branquinhas e água de cor inacreditável!! Linda mesmo. Vale a visita. No ponto em que o barco nos deixou dava para fazer snorkeling, apesar de que o lugar não era interessante. Havia uns peixinhos lindos (que dava para ver até de fora da água, de tão transparente!), mas não muito variados, haha.

bamboo island

Bamboo Island

Ficamos por cerca de 30 minutos lá.

Depois seguimos para a Monkey Beach. Já contei sobre ela, então não vou ficar me alongando muito! Mas também fiz um pouco de snorkeling por lá.

Mas o melhor ponto para snorkeling foi a última parada: o Shark Point. Uaaaaau, que ponto! Acho que até melhor que Lo Sameh Bay. Vi de tudo por lá, inclusive uma estrela do mar AZUL e enorme! Sim, azul! Existe isso ou alguém batizou minha água? Haha!

Mas bem nesse ponto a bateria da minha câmera acabou. Então me desculpem, mas vocês vão ter que acreditar em mim de que esse é o melhor ponto para snorkel, hahahaha!

Vimos o por do sol em alto mar e foi incrível!

Ilhas da Tailândia

passeios de koh phi phi

Barco em Koh Phi Phi

Tailândia praias

Curtindo meu último pôr do sol em Koh Phi Phi (e o penúltimo na Tailândia)

Chegamos de volta ao pier por volta das 7 da noite.

Abaixo, coloquei um vídeo com um pouco de todos esses passeios em Koh Phi Phi para que tenhas noção das paisagens lindas que vi. Vale assistir:

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Eu sou o Dilamar, Bacharel em Direito, viajante nas horas vagas e não vagas. Sou admirador de viagens rodoviárias, principalmente aquelas bem longas e focadas em regiões montanhosas. E também sou ciclista amador e apaixonado por motos.

Eu sou a Letícia, tenho 14 anos e sou estudante. Gosto muito de pintar quadros, escrever poemas, ler e, principalmente, viajar. Para mim, o mundo é o meu quintal.

Eu sou a Ester. Tenho 26 anos e sou estudante de medicina. Moro em Floripa, sou apaixonada por Paris e frequentadora assídua de São Paulo, mas com os pés sempre em Criciúma, minha cidade natal. Amo sair do lugar, seja por poucos metros ou por muitos quilômetros, e de todas as formas possíveis. Das mais confortáveis viagens de trem às mais insanas viagens de carro. Conhecer o desconhecido me fascina! Viajar é minha maior paixão, mas devo arriscar dizer que sou quase tão apaixonada por montar os roteiros antes de viajar quanto pela viagem em si!

Olá, eu sou a Michela, Bacharela em Direito, pós graduada em Direito Constitucional, colecionadora de ímãs e de viagens. Conheci mais de 20 países, aliás, muito mais do que um dia imaginei conseguir, e vários recantos escondidos bem aqui pertinho de mim. Se canso? Jamais. Isso só aguça ainda mais meu desejo de percorrer este mundão. O que mais amo? Deus, minha família e viajar, claro.