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Quanto custa viajar para a Europa – parte II

Afinal, quanto custa viajar para a Europa? Parte II.

No primeiro post, publiquei o custo aproximado de uma viagem que fiz a Europa em janeiro-fevereiro deste ano (leia aqui). Visitei quatro países em dezoito pernoites, usando quatro estabelecimentos distintos. Estive acompanhado de familiares próximos, da esposa e das filhas.

A viagem foi ótima, mas poderia ter causado alguns dissabores se cuidados necessários com a economia não fossem tomados. À época, recordo-me, o Real estava em petição de miséria, derretendo impiedosamente seu poder de compra frente às demais moedas. Desistir? Em meados de janeiro, eu tinha passagens compradas, hotéis reservados, ansiedade… não dava para voltar atrás. A preparação financeira, portanto, exigiu cuidado rigoroso na escolha de passeios e gastos que seriam prioritários, com uma certeza: eu não poderia visitar tudo aquilo que desejava.

Nem por isso a trip foi menos prazerosa, pois conheci cidades novas, lugares fantásticos, caminhei muito e até comprei um presente para minha esposa, entregue a ela aqui no Brasil no seu aniversário. Visitei Monistrol de Montserrat na Espanha e seu imperdível monastério, além de Fátima e Óbidos, ambas em Portugal. Fiz outros passeios imperdíveis em Barcelona, Nice e Antibes, além de ter aproveitado o clima ameno (coisa rara no inverno europeu) para caminhar em Mônaco.

Tudo isso foi possível porque houve controle de gastos. Adiante, compartilho algumas das providências que me ajudaram muito.

  1. Leve o seu GPS na bagagem. Alugar um carro era algo plausível e por isso instalei mapas europeus no meu aparelho, deixando-o pronto desde o Brasil. Evitei o custo adicional que seria adicionado à minha diária.
  2. Use transporte público. Especialmente em Barcelona, usar transporte público é um convite à cidadania. Trens, metrô e ônibus estão à sua disposição para vários cantos da cidade e também da região. É difícil não encontrar um lugar onde não esteja servida de (ótimo) transporte público. Para o uso urbano, como nosso grupo era formado por nove pessoas, comprei um ticket com setenta créditos chamado T-70 (há também o T-30). Este site tem um ótimo material de consulta sobre o transporte público em Barcelona.
  3. Reserve apartamentos. O conforto do hotel pode sair caro e recorrer ao apartamento pode ser providencial. Meu grupo era composto por nove integrantes. À exceção de Nice e da última noite em Lisboa, os demais pernoites foram em apartamentos. Tudo feito pelo nosso parceiro Booking. A propósito, aqui mostramos a você como alugar apartamento em Lisboa.
  4. Faça suas refeições. Dispor de sala e cozinha barateou as refeições. Com frequência usei a cozinha para preparar nossos pratos e para esquentar refeições prontas compradas nos supermercados. Recorri a restaurantes, mas com pouca frequência.
  5. Alugar um carro pode ser mais barato. Foi o meu caso. O preço de locação de uma van é sempre salgado, mas mesmo assim o aluguel de um dia foi mais barato (incluindo combustível, seguro e pedágio) do que comprar a passagem de ônibus de ida e volta até Óbidos, em Portugal.
  6. Stopover. Já falei dele aqui no blog (leia aqui). De Lisboa até Nice não houve acréscimo ao bilhete aéreo. Pense assim: comprei a passagem de Porto Alegre até Nice, mas fiz uma parada de seis noites em Lisboa. Na volta, meu voo saiu de Barcelona, com escala em Lisboa (onde dormi uma noite derradeira de hotel).
  7. Refeição em Mônaco. Bem, o Principado cobra por sua beleza. É difícil encontrar um restaurante com preços aceitáveis para uma família de quatro pessoas. Então, encontrei na Place d’Armes (fica próxima à subida do Palácio) a ajuda necessária. Ali há um minimercado (para os padrões brasileiros) com mesas, cadeiras e microondas. Comprei pratos prontos e minha família esteve servida por ali mesmo. Tudo muito prático e acessível. Leia mais aqui.
  8. Aéreo de Nice a Barcelona. Optei pela via aérea. Pesquisei trens, mas tinham conexões demoradas. O preço também se mostrou pouco convidativo. Então, comprei a passagem aérea pela low cost espanhola vueling, com direito à franquia de uma bagagem (saiba mais sobre isso aqui).
  9. Feira livre em Barcelona. Junto a La Rambla, no coração de Barcelona, há o mercado De La Boqueria. Bom, guarde sua fome para quando estiver ali. Entre outras coisas, foram os melhores sucos e frutas frescas que já saboreei até hoje. O lugar é uma enorme muvuca, com ótimos preços. Além de Barcelona, também aproveitamos a feira livre que encontramos em Antibes.
  10. Inverno. Eu sei, é frio. A melhor época é a primavera. Clima agradável, tudo muito verde e florido. Mas tenho filhas em idade escolar, então, é inverno ou verão. As circunstâncias não me dão alternativa. Bem, o verão europeu em pleno mês de julho é caro de doer. Além disso, há filas intermináveis, hotéis lotados, restaurantes idem. E, se isso não fosse o suficiente, não morro de amores pelo calor. Resumo da ópera: estamos acostumados. A única coisa que realmente incomoda e pode atrapalhar é a chuva. Contra esta, não há proteção que resista. Sem ela, o frio é administrável e torna tudo mais em conta.

São essas as dicas que posso deixar e que me ajudaram bastante na equação econômica da viagem.

No próximo post vou dar alguns indicativos que podem, talvez, reduzir ainda um pouco mais as despesas de sua viagem. Não deixe, portanto, de acompanhar nosso blog.

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Dilamar.

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