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Palácio da Alvorada – a casa oficial do Presidente em Brasília

O Palácio da Alvorada é a sede oficial da Presidência da República. É lá onde deveriam residir os presidentes do Brasil. O atual, no entanto, optou por continuar morando no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência da República, porque estamos sem vice-presidente.

A visita guiada ao Palácio da Alvorada é gratuita e imperdível. Uma aula de história, arquitetura, decoração e bom gosto que vale a pena conferir. Passeie agora conosco pelo palácio e te encantes também.

Agendamento da visita ao Palácio da Alvorada:

É onde tudo começa. É obrigatório o agendamento da visita guiada neste site. Faça o teu agendamento com antecedência para garantir, pois a confirmação virá por e-mail.

Então, feito o agendamento, no dia e hora marcados, chegue ao palácio no mínimo 15 minutos antes. E lá, é proibida a entrada com mochilas, bolsas, alimentos, tripé de câmera, máquina fotográfica profissional, mas não te preocupes pois há um guarda-volumes na entrada do passeio, e gratuito. Enquanto esperas o guia para o início da visita, aproveite para preencher um cartão postal que será enviado gratuitamente ao destinatário. Bela recordação.

Início do passeio – fachada frontal do edifício:

Advinha quem projetou o palácio? Vai, não é tão difícil assim. Vou dar uma pista: foi um arquiteto que só projetou a maioria de tudo o que há em Brasília, hehehehe. Ele mesmo, Oscar Niemeyer. E ele caprichou na obra de arte. É um palácio moderno e belíssimo. A visita guiada começa em frente à construção, onde nos é apresentado o espelho d’água com 60 cm de profundidade e a escultura As Iaras, de Alfredo Ceschiatti, que fica no meio do espelho.

Ali estão As Iaras no centro do espelho d’água

Hall de entrada:

Depois de conhecermos a fachada frontal, entramos no hall de entrada. Um amplo espaço marcado pela parede dourada deslumbrante, onde se encontra a frase da poesia de Augusto Frederico Schmidt, criada para o discurso de lançamento da pedra fundamental de Brasília: “Deste Planalto Central, desta solidão que em breve se transformará em cérebro das altas decisões nacionais, lanço os olhos mais uma vez sobre o amanhã do meu país e antevejo esta alvorada com fé inquebrantável em seu grande destino.”

Este dourado é chique demais, né?

Capela:

Saímos de dentro do palácio e caminhamos até a capela que está à esquerda do prédio principal. A decoração foi projeto de Athos Bulcão. As paredes de lambril de jacarandá-da-bahia folheado a ouro são um espetáculo à parte. A capela possui iluminação natural. Desculpa aí, mas esqueci de tirar fotos.

Dependências do Palácio da Alvorada:

A partir daqui, toda a visita é feita pelo lado de fora do palácio, através da varanda que o circunda. Não chega a ser um problema, pois toda a parede do edifício é envidraçada, logo, temos uma visão bem aberta de todo o local. Claro que seria melhor entrar e chegar perto de tudo. Ou melhor ainda, como todo bom brasileiro, poder até tocar nas peças e móveis, mas a medida deve ser essencial para a manutenção dos objetos. Estão perdoados.

Salão de Estado:

Este salão é mobiliado com móveis antigos e contemporâneos. Há uma parede de jacarandá-da-bahia ao fundo, com uma tapeçaria de Kennedy Bahia que se destaca. Sofás, mesa de reuniões, estantes com livros e poltronas, além de objetos de decoração.

Olha o detalhe da parede de madeira de jacarandá-da-bahia aos fundos, que linda!

Biblioteca:

Amplas estantes com 3.406 obras literárias para deixar qualquer rato de biblioteca doidinho. Há livros de Manoel Bandeira, Carlos Drummond de Andrade, Francisco de Assis Barbosa e outros. Nas paredes, além de outros quadros, uma tapeçaria de Di Cavalcanti intitulada Músicos.

Que phyna eu, sqn, já pensei em como limpar tudo isso, hehehehe.

Mezanino:

Esta é a área de circulação entre o hall de entrada, a biblioteca e o salão nobre. Na parede, tapeçaria de Di Cavalcanti – Múmias – três urnas funerárias marajoaras sobre uma mesa de cristal e duas esculturas de Alfredo Ceschiatti chamadas Outono e Inverno.

Salão Nobre:

O salão nobre é amplo e composto de quatro ambientes. Sofás, mesas de centro, poltronas, mesas com esculturas e objetos de decoração e mesclas de móveis modernos e antigos, brasileiros e estrangeiros. Nas paredes, quadros e duas obras de Candido Portinari: Jangadas do Nordeste e Os Seringueiros.

Salão nobre do Palácio da Alvorada

Sala de música:

A minha irmã Manu e a minha sobrinha Giovanna ficariam encantadas com o lindo piano de meia cauda que se destaca nesta sala. Sofás, poltronas, um enorme tapete e obras de arte.

Olha a quantidade de roberts lá ao fundo, hehehe. É a outra turma da visita.

Salão de banquetes:

Uma mesa que pode ser montada de diversa formas e tamanhos, podendo servir até 50 pessoas. Olha que lindos os móveis laterais e as peças de prata em cima deles, ai, ai. Só me perdoa que a foto ficou meio fora do ângulo porque todo mundo se apertou neste espaço para fotos. Tirei a minha no susto, rsssss.

Piscina:

A piscina é, ou melhor, deve ser uma delícia nos dias quentes no planalto central. Fica no jardim e é revestida de azulejo azul.

Ah um jardim destes com uma piscina destas na minha humilde residência…

Jardins:

Concebidos inicialmente pelo jardineiro do Palácio Imperial do Japão, Yoichi Aikawa, os jardins possuem exemplares de araucárias, pau-brasil, sibipirunas e outras espécies de vegetação. Jardins, porque foram compostos em vários níveis. A escultura Rito dos Ritmos (foto abaixo) marca o início dos jardins posteriores do palácio. A área externa do palácio é enorme e linda demais, impecavelmente cuidada. Avistamos até duas araras azuis por ali.

Escultura Rito dos Ritmos

Dragões da Independência:

Terminou a visita? Não deixe de ir até o local onde fica um oficial dos Dragões da Independência – o 1º Regimento de Cavalaria de Guarda criado em 1808 por Dom João VI. Os oficiais vestem o uniforme da Imperial Guarda de Honra de Dom Pedro I.

Aí está um oficial dos Dragões da Independência

Horário da visita guiada:

Somente nas quartas-feiras, das 14h30min às 16h50min.

Atração gratuita.

Onde se hospedar em Brasília:

Em Brasília, durante as 6 noites que por lá ficamos, nos hospedamos no Allia Gran Hotel Brasília Suites, um hotel com ótimo custo benefício, muito bem localizado próximo a shoppings, lanchonetes e da antena de tv. Eu indico e podes fazer a reserva clicando aqui. Podes saber mais sobre este hotel clicando aqui. Agora, caso queiras escolher outro local para se hospedar na capital, pesquise aqui e faça a tua reserva.

Quarto de casal

Dica de local para jantar em Brasília:

Nós tivemos o prazer de conhecer o La Chaumière Cuisine Française, um restaurante Francês com pratos preparados pelos proprietários com temperos trazidos da França. Uma delícia de lugar aconchegante e onde terás o prazer de conhecer o simpático proprietário que lá está desde 1966. Falaremos tudo sobre o La Chaumière em um post próprio, aguarde. O restaurante fica na SCLS 408 Bloco A Loja 13 – Asa Sul – Brasília – DF.

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Michela

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