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O que fazer em Joinville, SC – a Capital da Dança!

Já notou que Santa Catarina tem aparecido bastante aqui no blog nos últimos tempos? Explico: nasci e moro aqui, acho meu estado lindão demais e, depois de tanto tempo vivendo aqui, me dei conta de que conhecia muito pouco de um estado tão incrível. Gente, como pode a gente sempre achar a grama do vizinho mais verde? Acontece contigo? Turistar na própria cidade, no próprio estado, país, é uma dádiva! Entender muito mais da nossa história e rir sozinho ao descobrir que algo tão legal estava tão perto não tem preço. Por isso hoje venho te mostrar o que fazer em Joinville!

Bom, sobre Joinville: sempre que dá, estou por lá. É a cidade natal do namorado e meus sogros moram lá. Ainda mais agora que ele está morando em SP, tenho ido com mais frequência para Joinville, porque é uma boa cidade para que nós consigamos nos encontrar. Bom, mas mesmo o namorando há 6 anos, faltava muita coisa para ver na cidade – e o próprio Rodrigo confidenciou que não conhecia algum desses pontos turísticos -, e eu não me sentia segura de fazer esse post sobre Joinville por ainda não conhecer pelo menos boa parte da cidade. Mas esse dia chegou!! Graças a alguns finais de semana recentes repletos de bate-perna, já consigo te mostrar o que acho que é um belo roteiro para quem vai à cidade das flores.

Joinville é a maior cidade do estado de SC (não, não é Floripa!) e é conhecida por alguns fatores: por ser uma cidade rica e industrial, a “Manchester catarinense”; por ser sede da única escola de balé bolshoi fora da Rússia; por sediar o maior festival de dança das Américas; por ser a cidade das flores; por ser o dote de um príncipe.

Visitá-la é agradável o ano inteiro, mas vale a pena planejar a visita para coincidir com o Festival de Dança, em julho (a venda de tickets abre bem antes, geralmente em abril, e os melhores acabam super rápido, então vale se planejar com bastante antecedência e ficar de olho nisso!), ou quem sabe com um tour pelas praias de SC durante o verão, ou até com as festas de outubro do Vale Europeu! Nesse link aqui dá para conferir a programação completa do Festival de Dança (a de 2018 já está disponível).

Bom, nesse post, eu trago sugestões de o que fazer em Joinville em forma de um roteiro de um dia pelas principais atrações urbanas da cidade. Explico o “urbanas”: Joinville tem alguns roteiros rurais deliciosos, que ainda não tive tempo de explorar (e que merecerão post exclusivo quando eu o fizer), além de passeios famosos como o do Barco Príncipe (idem!). Bom, enquanto esses posts não vêm, vamos ver o que fazer em Joinville em um dia?


O QUE FAZER EM JOINVILLE

Pórtico e moinho da XV

O Moinho fica em uma das entradas de Joinville a partir da BR-101 (rodovia que corta o estado) e é um dos principais cartões postais da cidade. Antes abandonado, o moinho foi adotado por uma famosa cervejaria joinvilense, a Opa Bier. Hoje, o Moinho, além de ser fotografado por fora, pode ser visitado por dentro, já que dentro funcionam uma loja e um bar/restaurante da Opa. Mesmo se não for visitá-lo internamente, a parte externa rende lindas fotos, vale a pena!

joinville pórtico

O que fazer em Joinville

joinville turismo
Esse letreiro fica ali na região do Pórtico, bem na entrada para carros da Expoville!

Expoville

A Expoville é um grande centro de eventos de Joinville que costuma abrigar vários eventos, de congressos a exposições. Não que valha a visita sem que esteja rolando um evento do teu interesse, mas ali há um conjunto de lojas com souvenirs que podem ser interessantes, caso tu não encontre em outra parte da cidade. A Expoville fica ao lado do Pórtico do Moinho.

Museu do sambaqui

Sabe o que são sambaquis? São formações feitas através da deposição de camadas (ou seja, construídas ao longo do tempo), compostas principalmente de conchas do mar. Os sambaquis eram comuns nas terras dos índios que habitavam o litoral brasileiro, e eram construídos com o objetivo de darem lugar a rituais espirituais e de abrigar sepultamentos. Há vários deles no litoral brasileiro, mas, em especial, os catarinenses são alguns dos maiores – chegando a 20 metros de altura. Eu sempre ouvi falar dos tais sambaquis, mas não fazia ideia do que eram exatamente… E fiquei sabendo tudo sobre essas formações no museu do sambaqui de Joinville!

Em Joinville há dezenas de sambaquis em pleno território urbano! Fiquei com vontade de caçar alguns (quem sabe na próxima ida! Eles estão sinalizados pela cidade). O museu do sambaqui de Joinville, apesar de pequeno, está passando por reforma e ampliação. Vale a visita, mesmo assim! O acervo conta com objetos como crânios de animais e seres humanos, materiais produzidos com pedras ou trançados pelos antigos habitantes da região, além de muitos outros objetos. A ideia é explicar como funciona o processo de investigação do arqueólogo, demonstrando, por exemplo, como se diferenciam os ossos da bacia de um homem e uma mulher (através da exposição desses próprios ossos). Estou ansiosa pela ampliação!

O Museu do Sambaqui de Joinville fica na Estrada Dona Francisca, 600, e é aberto de terça a domingo, das 10 às 16 horas. A entrada é gratuita.

Museu sambaqui Joinville

museu-sambaqui-joinville
Interior do Museu do Sambaqui

 

sambaquis joinville
Mandíbulas de seres humanos

 

Sambaquis Joinville
Crânio de capivara

Coisas para fazer em Joinville

Turismo em Joinville

Mapa com as localizações dos sambaquis na região de Joinville

Estação da memória

Joinville, como muitas outras cidades brasileiras, já foi cortada por estradas de ferro (dor no coração de saber que boa parte dessas ferrovias foram desprezadas… Sonho com a volta de várias delas!). A pugência econômica de Joinville não é de hoje. Antigamente, a cidade estava na rota de escoamento de produtos vindos principalmente dos planaltos catarinense e paranaense (como erva mate e madeira) até o porto de São Francisco do Sul. Assim, havia algumas rotas ferroviárias por ali, como a que passava por Corupá, Joinville e São Francisco do Sul.

A antiga estação ferroviária de Joinville foi mantida de pé, toda original. Hoje é possível visitá-la e conferir a pequena exposição no local. Além de alguns móveis e objetos originais (inclusive um bilhete de viagem ferroviária da década de 70 e a antiga bilheteria), há lá a história de Joinville desde os primeiros habitantes, passando pelos imigrantes alemães até a atualidade, sendo contada através de fotos e textos. Dá para ter uma bela noção do que é Joinville! Além de a estação ser uma gracinha para fotografar.

A Estação da Memória fica na Rua Leite Ribeiro, no bairro Anita Garibaldi, e fica aberta de terça a domingo, das 10 às 16h. A entrada é gratuita.

O que fazer em Joinville
Estação da Memória, em Joinville

 

Estação da memória Joinville
Estação da Memória, em Joinville

Roteiro Joinville

joinville
Bilheteria no interior da antiga estação ferroviária de Joinville

Estação ferroviária Joinville

Joinville roteiro
Seria sonho demais essa estação voltar a funcionar e oferecer passeios de trem turísticos pela linda região de Joinville? Hehe

Museu da bicicleta

Infelizmente, o Museu da Bicicleta de Joinville encontra-se fechado no momento, sem data de reabertura, a princípio. Mesmo assim, vou deixar aqui a dica, porque tenho fé de que ele logo vai reabrir. O motivo do fechamento é burocrático: a maior parte do acervo do museu é de origem privada (do Sr Valter Bustos, que disponibilizava suas bicicletas para o museu sem custo algum), e haveria problema em haver uma coleção privada em um espaço público, algo do tipo.

Bem, acredito que logo essa questão será resolvida. O Museu da Bicicleta fica no antigo terminal de cargas da Estação Ferroviária de Joinville (exatamente ao lado da hoje Estação da Memória). Como é de se imaginar, o acervo gira em torno da magrela: há centenas de bicicletas históricas expostas, além de uma vitrine de faróis composta por peças a partir do século XIX, da oficina de restauração e de outras peças e objetos relativos a esse artigo.

Assim que o Museu reabrir, venho aqui atualizar o post com os horários de funcionamento!

Museu Nacional de Imigração e Colonização (Palácio dos Príncipes)

Sabia que Joinville foi o dote de um príncipe? As terras daquela região foram dadas para o príncipe francês Francisco de Orleans no seu casamento com Francisca de Bragança, a Dona Francisca, filha de Dom Pedro I com Dona Leopoldina. O príncipe nunca chegou a pisar lá, mas usou as terras com interesse econômico: fez com que as terras fossem vendidas na Alemanha a pessoas interessadas em colonizar essa parte do Brasil. Isso explica a forte influência germânica nessa cidade! Toda essa história está contada através de fotos e objetos nesse museu, que, originalmente, era a sede das terras do Príncipe de Joinville.

Explico: o Sr. Frederico Bruestlein, em 15 de outubro de 1865, assumiu o cargo de representante do Príncipe de Joinville. Ele precisava de uma casa para administrar as terras da Colônia Dona Francisca, que seriam usadas com objetivos econômicos, tendo então construído o casarão (Palácio dos Príncipes) com esse objetivo. Esse casarão onde hoje fica o Museu é erroneamente chamado de Palácio dos Príncipes, porque, na verdade, nunca se tratou de uma moradia para algum príncipe. Inclusive, o tal Francisco de Orleans nunca chegou a pisar naquelas terras! Ainda assim, se trata de um belíssimo casarão colonial ao estilo burguês.

Em 1939, a casa foi tombada como patrimônio histórico e, em 1957, foi comprada pela Prefeitura de Joinville, tendo sido aberta para o público como museu em 1961. Além do casarão, no mesmo terreno, foram construídos alguns galpões em estilo enxaimel para abrigar outros acervos. Há um sobre transportes utilizados na região há décadas, que abriga charmosas carroças, carrinhos de mão e até bicicletas. Há também outro sobre patrimônios de habitantes das propriedades rurais da época, contendo artigos como engenho de farinha e de cana de açúcar.

Há ainda uma casa em enxaimel, que foi originalmente construída em outro local da cidade, no início do século XX, e levada para os fundos do casarão em 1979. Legal, né? Hoje, ela está ali no museu com o objetivo de demonstrar como era a moradia de um imigrante de classe média em Joinville do final do século XIX e início do século XX. Achei super legal.

O museu fica na Rua Rio Branco, 229, e é aberto de terça a domingo, das 10 às 16 horas. A entrada é gratuita.

Rua das Palmeiras

Bem em frente ao museu, fica a Rua das Palmeiras. São palmeiras imperiais, cujas primeiras sementes foram trazidas do Rio de Janeiro pelo diretor da colônia Dona Francisca, em 1857. Em 1863 foram plantadas as primeiras 56 palmeiras, e outras foram sendo plantadas ao longo do tempo. A Rua é mesmo muito bonita para se tirar fotos e para uma caminhada! E um fato curioso: no passado, essa rua fazia parte do jardim do Palácio dos Príncipes!

Museu de arte de Joinville

A casa onde fica o museu por si só já é uma graça! Essa casa pertenceu a Ottokar Doerffel, alemão que veio morar na região em 1854 junto com a esposa. Ottokar criou o primeiro jornal impresso de Joinville e um dos primeiros em língua alemã do país, o Kolonie Zeitung. Inclusive alguns fragmentos desse jornal estão expostos no Palácio Cruz e Souza, em Florianópolis – há um post exclusivo sobre esse museu aqui. Além disso, Ottokar ocupou o cargo de contador e tesoureiro na Direção da Colônia durante anos.

Um fato curioso é que a casa foi projetada pelo próprio Ottokar. Em 1976, a casa foi aberta para o público em forma de Museu de Arte. O museu de Arte de Joinville conta com exposições temporárias e fixas. O acervo tem cerca de 1000 obras de artistas locais, nacionais e internacionais. Vale a visita! Funciona de terça a domingo, das 10 às 16h, e fica na rua XV de Novembro, 1400.

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Museu de Arte de Joinville

 

Museu de arte de Joinville
Frente do Museu do arte de Joinville

roteiro em Joinville

Parque zoobotânico

Esse parque, apesar de não tão grande, é uma delícia de visitar! Há lá algumas espécies de animais como de macacos e aves, que foram resgatados por vários motivos. Há também um lago e várias árvores. No total, o parque tem uma área de 17 mil metros quadrados e tem cerca de 200 animais em cativeiro.

O parque é aberto de terça a domingo, das 8 às 19h. Fica na Rua Pastor Guilherme Rau, sem número.

 

Zoobotânico de Joinville
Zoobotânico de Joinville

Parque botânico de Joinville

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Jacarezíneos no Zoobotânico

turismo em Joinville

Zoológico Joinville

 

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Mirante do Morro da Boa Vista

O Mirante de Joinville, recentemente reformado, traz uma vista limpa de Joinville por estar em um morro bem alto. O visual é incrível! Dá para ver toda a cidade e a baía da Babitonga, a formação onde Joinville está localizada. Fica no mesmo parque do Zoobotânico – é só passar o pórtico do parque e, em vez de entrar no Zoobotânico, continuar a subida do morro. Para subir o morro que leva até o mirante (cerca de 2 km de subida), há duas principais opções: a pé (beem puxadinho, mas bastante gente consegue) ou de ônibus. O ônibus na verdade é de linha e sai do terminal central, parando também em três pontos dentro do parque: no pórtico de entrada, na frente do Zoobotânico e no próprio mirante.

É só pegar o ônibus em um desses pontos de embarque (terminal, pórtico de entrada, Zoobotânico), pagar 4 reais e 65 centavos ao motorista e descer no Mirante. Na volta, você não precisa pagar a passagem! É só pegar o ônibus no ponto do Mirante e descer até o ponto desejado (exceto o Terminal Central). De segunda a sexta, das 7h40min até as 17h, o ônibus sai de 40 em 40 minutos; e, aos sábados, domingos e feriados, o ônibus sai de 20 em 20 minutos, das 8h até as 18h40min. Também é possível subir de bike. De segunda a sexta, taxis podem acessar o morro e deixar passageiros no Mirante, mas não podem esperar por eles. Taxis adaptados para cadeirantes podem aguardar no Mirante pelos passageiros.

O Mirante da Boa Vista é aberto todos os dias, das 6 às 20h, e tem entrada gratuita.

Mirante de Joinville
Mirante de Joinville

 

Joinville turismo
Vista do mirante de Joinville

 

Mirante Boa Vista Joinville
Vista do Mirante de Joinville

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Cemitério do imigrante

Joinville é daquelas cidades que têm um cemitério digno de visitação! O cemitério do imigrante funcionou entre  1851 e 1913, e, como o nome diz, foi local de sepultamento de centenas de imigrantes que na cidade fixaram moradia. A sua localização foi determinada pela Companhia Colonizadora de Hamburgo, a Companhia responsável pela colonização das terras da região de Joinville (o tal dote do Príncipe). O cemitério foi tombado em 1962 como patrimônio histórico.

O cemitério do imigrante fica na Rua XV de Novembro, 1000. É aberto gratuitamente ao público de segunda a sexta, das 8 às 14h.

Mercado público

O Mercado Público de Joinville tem se tornado destaque na cidade: cada vez mais está abrigando eventos aos finais de semana (muitas vezes, gastronômicos! Joinville capricha nos festivais) e tem alguns restaurantes fixos, além de peixarias, açougues, empórios e outras conveniências. Aos finais de semana, é comum encontrar um clima festivo entre as suas mesas dispostas na calçada, devido aos eventos que ocorrem. É, sem dúvida, um ótimo lugar para passeio, principalmente no horário do almoço!

O Mercado Público de Joinville fica na Avenida Dr. Paulo Medeiros, sem número. É aberto de segunda a sexta, das 7 às 19h, e aos sábados, das 7 às 13h.

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Agora que já viu o que fazer em Joinville, podemos ajudar a preparar a tua próxima viagem? É só usar os nossos links para planejá-la! NÃO PAGARÁS NADA A MAIS POR ISSO e nós ganhamos uma pequena taxa, ajudando a manter nosso trabalho de pé! 🙂

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Espero que tenham curtido saber o que fazer em Joinville!

7 thoughts to “O que fazer em Joinville, SC – a Capital da Dança!”

  1. Muito completo, parabéns pela postagem sobre a cidade. Aproveito para comentar sobre a Agenda Cultural Joinville (www.agendaculturaljoinville.com.br), que tem todos os eventos culurais, gastronômicos, teatros, feiras e shows que estão acontecendo em Joinville!

    1. Oi, Gustavo!! Fico feliz que tenha curtido o post! Sou apaixonada por Joinville e queria fazer um post que fizesse jus a essa cidade linda. Que legal! Adoro esses sites com as agendas das cidades! Vou linkar no post 🙂 Abçs!

  2. Estive em Joinville quando era criança, ou seja, há muitos e muitos anos. Acho que preciso voltar, pois não lembro de absolutamente nada do que você mostra da cidade: não sei se não fui, não existia ou se é a memoria que anda lá estas coisas todas. Seja como for, a cidade é fofa né?! E quanta coisa tem para fazer por ai!!! Muito bom!

  3. Linda cidade… mas de Joinvillle me lembro pouco… Comemos marreco (ùnica vez na vida), conhecemos (e nos embebedamos) com uma dose de Jägermeister (até hoje não sei como chegamos no hotel) e da tua lista, percebi que visitei pouco a cidade!

Oi! Tem alguma dúvida, sugestão, dica ou comentário, deixe aqui para nós e viajemos juntos!

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