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O que fazer em 2 dias em Campos do Jordão

Campos do Jordão é daquelas cidades versáteis: dá para ir sem pressa, só curtindo, comendo e engordando, ou dá para ir em ritmo frenético para tentar conhecer o máximo de atrações possível. Eu e o namorado escolhemos um intermediário disso: nós dois já conhecíamos a cidade, então não tínhamos aquela urgência de conhecer vários pontos turísticos, mas não queríamos só ficar de boa – na verdade isso nem combina tanto assim com a gente, haha. No fim, ficamos lá por dois dias quase inteiros (saímos de SP bem cedinho no sábado para aproveitarmos bem o dia por lá, e no domingo voltamos às 17:30 por conta do horário do meu voo em Guarulhos) e conseguimos ver o que queríamos. Acho que em dois dias dá para ter uma noção bem legal da cidade! Mas, se tu queres aproveitar bastante atrações (Campos do Jordão é, ao mesmo tempo que destino de frio e romântico, destino de aventura), três ou quatro dias são necessários. Partindo disso, vou deixar aqui meu roteiro de o que fazer em 2 dias em Campos do Jordão, bem como as atrações que eu gostaria de visitar em uma próxima ida (e que eu acho que poderiam ser incluídas nesse roteiro de dois dias, em um ritmo mais rápido) e as atrações que eu acho meio roubada. Vamos lá?

 

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O que fazer em 2 dias em Campos do Jordão

Dia 1:

Jardins de Amantikir:

Não conhecia ainda (é mais novo do que a minha última ida à cidade, em 2006), e ainda bem que fomos! É daquelas atrações imperdíveis. Gente, que lugar delicinha! Tão delicinha que merece um post só para ele. Mas, resumindo de forma bem simplista: é um parque que reúne jardins de vários estilos e nacionalidades, e tudo isso com uma bela vista da Serra da Mantiqueira. Vais gastar cerca de duas horas por lá, talvez um pouco menos, se não se apegar tanto aos detalhes. Mais do que isso, acho difícil – não há local para piquenique ou para grandes descansos e até há um café no local, mas não me chamou a atenção. E a maior dica da vida que eu posso te dar é: vá assim que o parque abrir. O Amantikir é aquele tipo de lugar que rende belíssimas fotos, mas gente, o negócio lota MUITO rápido, e essa tarefa se torna difícil, além de ter fila para comprar ingresso. Sério mesmo, vale o esforço de acordar cedinho para chegar lá antes da abertura, como fizemos! O parque é ainda mais lindo quando vazio.
O ingresso do Amantikir custa 40 reais (meia, 20 reais) e o parque fica aberto todos os dias do ano, das 8h30 às 17h. Entrando até as 17h, tem direito de ficar até o por do sol.

 

Jardins de Amantikir 

 

Pico do Itapeva:

De lá fomos direto ao Pico do Itapeva. Tanto o Amantikir quanto o Pico do Itapeva ficam afastados do centro, então já quisemos matar os dois de uma vez só. Bom, o Pico do Itapeva é um dos pontos mais altos da região e, do alto de seus 2030 metros de altura, é possível avistar toda a região (e várias cidades, inclusive Aparecida do Norte). Apesar de ser um passeio indispensável, não vais gastar muito tempo por lá, já que não há muito além de uma bela vista. É ir lá, tirar algumas fotos e voltar. Ah, é péssimo de estacionar por lá, então recomendo estacionar bem antes, já na subida do morro.

Palácio da Boa Vista – Casa do Governador:

O Palácio tem visitas guiadas seriadas, de cerca de 40 minutos de duração. Há uma fila para entrada também, então acho que, principalmente em altas temporadas, vale chegar cedinho. As visitas ao Palácio são gratuitas e não é necessário agendamento. Não há horário para as visitas, enquanto vai chegando gente eles vão fazendo uma visita com grupos de 25 pessoas atrás da outra. O Palácio fica aberto das 10 às 12 e das 14 às 17h. É um ótimo passeio, até porque se conhece vários aposentos e obras de arte brasileiras importantíssimas, como várias de Tarcila do Amaral.

Palácio do Governador de Campos do Jordão

Bairro de Capivari:

Sabe aquelas fotos de Campos do Jordão que tu vês em todos os lugares, com aquelas casinhas em estilo europeu, vários restaurantes, a cervejaria Baden Baden? Então, isso tudo fica no bairro de Capivari! Lá, não há segredo: é andar, andar e andar. Parar para tirar fotos, andar mais um pouco, escolher o restaurante onde vais jantar, entrar em mais uma chocolateria, andar mais. Hahah. Delicia, né? Ficamos lá até o anoitecer e depois fomos descansar um pouco antes do jantar, quando voltamos para lá. Mas a parte mais central de Capivari, onde estão essas graciosas casinhas, não é muito grande não, então não vais gastar muiiiitas horas por lá.
A gente ficou umas duas horas passeando com bastante calma, com o namorado me puxando para que eu não entrasse em t-o-d-a-s as chocolaterias (hahahah), e no outro dia passeamos mais uma hora por lá, algo do tipo. Ah, muito importante: NÃO VÁ embora sem comprar chocolates. Campos do Jordão tem dezenas de chocolaterias e eu amei o que vi: chocolate em suas mais variadas formas, bombons de sabores muito diferentes, combinações saborosíssimas. Vale para comer na hora, comer depois, trazer de presente, ir à falência. E, dica de quem entrou em quase todas (pergunta para o namorado, não tô mentindo, hahaha): minha dica é a Sabor Chocolate. Várias unidades pela cidade (fácil de achar!), atendimento sempre ótimo, preço ok (algumas chocolaterias têm um preço horrível de caro, acho que não vale não), muitos sabores de chocolate e tudo delicioso!
Baden Baden. a icônica cervejaria de Campos do Jordão, bem em Capivari
O charme de Capivari

 

Dia 2:

Passeio de Trenzinho da Montanha:

A ideia era irmos ao teleférico, porém essa ideia foi abortada porque, ao chegarmos ao local, fomos informados de que o único cara que tinha a chave da bilheteria do teleférico tinha sofrido um acidente na noite anterior e estava atrasado, sem previsão para trazê-la. Espero que o coitado passe bem, mas gente, piadinha né, que coisa mais desorganizada, haha.
Bom, não queríamos ficar lá para pagar para ver quanto tempo a chave iria aparecer, então abortamos e optamos por outro programa: fazer um passeio com um dos pau de arara caminhões que são chamados carinhosamente de trenzinhos, que inclusive ficam estacionados bem ao lado da entrada do teleférico. Bom, o passeio nominalmente dura entre 1 hora e 10 minutos e 1 hora e 20 minutos, mas na verdade durou 55 minutos, incluindo 20 minutos de parada em um outro ponto turístico que eu não recomendo por me parecer roubada-pega-turista: a Ducha de Prata, que se trata de uma queda d’água tímida com um arvorismo também tímido e rodeada de comércios. Não, não recomendo mesmo, e ainda bem que eu tinha descartado anteriormente a ida por nós mesmos até a tal ducha por parecer roubada e não gastamos gasolina própria para chegar lá, hahaha.
Mas, voltando ao passeio com o “trenzinho”: no fim, o passeio foi legal porque o guia era divertido e passamos por vários bairros bonitos de casas de Campos do Jordão, mas as informações dadas pelo guia se limitaram a “essa é a casa do Bispo Edir Macedo”, “essa é a da Ana Maria Braga” e só. Então, se estiver sobrando tempo e dinheiro, e se não estiveres de carro e não tiver outro jeito de conhecer os bairros altos e residenciais de Campos, até acho que vale o passeio, senão, dispense. Ah, os valores: 25 reais por pessoa, com o plus de o guia vir com um papo no meio do passeio de que ele não ganha nada para estar ali (aham, Claudia, senta lá, o dinheiro que pagamos é para garantir a manutenção dos novíssimos paus de arara ano 1965) e que depende das nossas gorjetas para viver.

Horto Florestal:

Gente, que parque legal! Não esperava nada e acho que muitos turistas deixam esse Parque Estadual de fora do roteiro – uma pena. O Horto é um parque enorme, lindo, cheio de araucárias (minha árvore preferida!). Lá, há algumas trilhas disponíveis, uma cachoeira, um laguinho, muito espaço para caminhadas e piqueniques, o maravilhosamente surpreendente Dona Chica Restaurante (que mereceu post exclusivo, aqui) e algumas atividades pagas como arvorismo e aluguel de bikes para trilhas. Fiquei com muita vontade de alugar uma bike na minha próxima ida!! Dessa vez, por falta de tempo (ficamos bastante tempo no restaurante e sentindo o conforto das redes do Dona Chica, hahaha), ficamos só no passeio pelo parque mesmo, sem nenhuma atividade a mais. Mas a volta lá é certa!! A entrada do parque custa 14 reais inteira e 7 reais a meia.
Quintal delicinha do Restaurante Dona Chica

 

 

 

 

Paisagem incrível do Horto Florestal

Capivaras no Horto Florestal de Campos do Jordão
Horto Florestal

 

Mapa do Horto

Passear pelas Vilas de Capivari, Vila Inglesa e Vila Everest:

Campos do Jordão é reduto de casas de inverno de vários famosos. Não que a visita valha para tietar os famosos, mas vale porque há casas lindíssimas e com arquitetura típica combinadas à vista das montanhas e dos vales, já que esses três bairros que mencionei ficam no alto de Campos do Jordão. Então, a dica é bem simples: pegue o carro e ande sem rumo por esses bairros, pare quando der vontade para tirar fotos… Na verdade, para ir para alguns pontos turísticos como o Pico do Itapeva, tem-se que passar por alguns desses bairros, então é só aproveitar. Foi um dos meus programas preferidos. 

Outros pontos aonde não fui, mas acredito que dava para ter encaixado do roteiro:

Teleférico:

Acordando cedo, daria tempo de ter feito o teleférico antes do famigerado passeio de trenzinho. O teleférico custa 16 reais inteira e 8 reais a meia. Ficou para a próxima, já que é um passeio obrigatório de Campos!

Tarundu:

Amigos. Sentem que lá vem história. Eram meados de 2006 e a família Mapa na Mão estava em Campos do Jordão. Fomos até o Parque Tarundu na ocasião e Esterzinha viu uma bola de plástico enorme onde se entrava, se era preso às paredes e se era jogado morro abaixo para que a bola rolasse loucamente contigo dentro. Quis ir, é claro. Gente, o negócio é MUITO legal e eu iria a vida inteira de novo, se não fosse o fato de que eu nunca passei tão mal na minha vida HAHAHAH! Fui parar em hospital duas vezes, fiquei mal durante dois dias inteiros, coloquei até os rins para fora, enfim, negócio foi feio, hahaha. Daí em relação a essa bola, eu já sabia que não iria de novo, mas deixei mesmo o Tarundu de lado dessa vez porque sabia que ele merecia ser explorado com tempo e dinheiro, duas coisas que não tínhamos muito dessa vez, hahaha.
Bom, o Tarundu é um parque de aventuras, o que significa que lá tu escolhes e pagas pelas atividades que desejas. Há várias coisas legais além da tal bola, como passeio a cavalo, patinação no gelo (foi lá onde patinei pela primeira vez, inclusive!), tirolesa, paintball, arborismo, escalada, minigolfe… Vale conferir o site do parque para ver se tem algo que te agrada. O Tarundu fica no caminho do Amantikir, então acho até que vale conjugar a visita a esses dois lugares. Vá primeiro no Amantikir, para pegar o parque vazio, e depois no Tarundu.

Passeio de triciclo:

Na Rua Engenheiro Diogo José de Carvalho, perto do Restaurante Kilo Certo, há uma agência que vende esses passeios. Bom, o passeio é feito com o guia em terrenos de trilhas e dura a partir de uma hora, por quanto tempo a pessoa desejar. Nunca fiz nem conheço ninguém que já tenha feito, então não posso recomendar, mas fiquei com bastante vontade de fazer.  Se não me engano, os valores eram de 120 reais para uma pessoa e 140 reais para duas (no mesmo triciclo), por uma hora, e esses valores iam aumentando caso o tempo solicitado fosse maior. A pessoa passava por instrução e tudo o mais, e havia translado até o local de saída. Mas, se tu estiveres de carro, tenta ir diretamente ao local de onde esses passeios saem, quem sabe o preço é melhor!
O local é no caminho para o Horto Florestal, na Av. Pedro Paulo, 3200. Encaixando no nosso roteiro, teria dado para colocar no horário do passeio de trenzinho ou até bem cedinho, fazendo o passeio de triciclo, depois o trenzinho, o teleférico e o Horto Florestal.

Onde comer – e onde tomar café! – em Campos do Jordão

Recomendo fortemente o Restaurante Dona Chica, sobre o qual já fiz um review aqui. Foi uma grata surpresa. Além de ficar no agradável Horto Florestal, o restaurante serve comida regional e deliciosa a preço justo. Outro restaurante aonde fomos foi o Rostie, de culinária suíça. Além de servir fondue, O Rostie tem como carro chefe as batatas rosti (aquelas batatas raladas e crocantes com algum recheio). Foi uma boa experiência, o ambiente é legal, mas não achei nada de tão especial assim na comida (na verdade, tinha até alguns erros como um gosto de queimado no molho que pedimos). Mas fica o registro!

Agora, que-dificuldade-para-encontrar-um-simples-lugar-para-tomar-um-café. Queríamos uma cafeteria simples, um lugar para sentar e comer uma fatia de bolo ou algo do tipo. Mas não encontrávamos, não tinha jeito! Só tinha coisas parecidas em chocolaterias, algo mais elaborado e mais caro. Perguntamos a várias pessoas e nada. Mas descobrimos sozinhos o Dom João Café e Coxinharia, na Avenida Macedo Soares, que tinha exatamente o que queríamos: lanches simples e cafés de preço honesto. E tudo bem saboroso! Adorei o capuccino que pedi e o namorado elogiou o expresso dele. Caso a vontade de um cafezinho bata, vale a dica.

No outro dia, continuamos a busca por outro café e, por conta do ambiente delicioso, escolhemos o Hygge Café, no Mercado São Bento, também na Avenida Macedo Soares. Mas a experiência infelizmente não foi tão boa: apesar do ótimo atendimento, o café não era tão saboroso e o preço era bem salgado. De qualquer forma, também fica o registro!

Como se locomover em Campos do Jordão – e onde estacionar o carro!

Como deves ter notado, Campos tem várias atrações bem distantes do centro, sendo, por esse motivo, interessante considerar o uso de um carro por lá. Claro que sempre há transfers e tours, mas um carro ajuda. E, caso esteja longe de Capivari e queira ir para lá de carro, não se preocupe: é bem tranquilo de estacionar bem próximo do burburinho. Nós achamos uma rua tranquila e que tinha uma cuidadora legalizada pela prefeitura (pelo que vi, eles têm esse sistema legal de cadastrar esses cuidadores, que ficam espalhados pelas ruas mais próximas de Capivari) bem gente boa, então virou nosso porto seguro – sempre deixávamos o carro por lá. Calma que eu te passo o caminho do ouro: Rua Sylvio da Costa Rios. De nada! Hahaha

 

Onde se hospedar em Campos do Jordão:

Fizemos uma seleção de hotéis (é só clicar aqui) ordenada pelas principais escolhas do site. Porém, logo no início, antes dos hotéis, você pode escolher outros filtros como preço mais baixo primeiro, distância do centro da cidade, estrelas, e outros. Na coluna laranja à esquerda, preencha os campos com a data da entrada e da saída, o número de quartos, de adultos e crianças e clique em pesquisar. Só depois escolha o filtro que mais agrada você. Escolha o seu hotel clicando nele e finalize a reserva. E use esta mesma pesquisa para qualquer outra cidade da sua viagem. Qualquer dúvida, é só mandar nos comentários lá embaixo. Além de uma ótima opção de onde comer em Campos do Jordão, agora tens boas opções de onde se hospedar na cidade. Boa estada!

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13 thoughts to “O que fazer em 2 dias em Campos do Jordão”

  1. Adorei o roteiro. Falam muito bem da cidade, né? Chegam a comparar com Gramado, mas não sei não, nossa Gramado é única hahah. Campos do Jordão parece tão distante de quem mora em SC, sinto que preciso separar uns 4 dias para chegar até lá (ir até SP e pegar estrada para ir até Campos do Jordão, acho que isso leva bastante tempo). Parabéns pelo post. Beijoss

  2. Ultimamente faço parte da turma que nao se incomodaria ir para apenas para ficar de boa
    hehehehe
    Mas eu te entendo!

    Quando visitei a cidade também nao existia o Jardins de Amantikir e tenho lido otimas infos. Parece ser lindo!
    Agora, imagino a cena na tal bola do Tarundu…. Eu acho que nao teria estomago também
    hehehe

  3. Olha, todas as dicas me convenceram de que parece um lugar muito bacana para conhecer!
    Mas não posso deixar de mencionar que ri muito ao saber que a chave do teleférico fica com uma pessoa, que, se tiver um imprevisto…babau! kkkkkkkk
    Adoro essas histórias!

    1. HAHAHAHAH nem me fala!! Na hora que ouvi, olhei pro namorado e não acreditamos… Pensa, um dos pontos turísticos mais famosos de uma cidade turística! Ahhaha

  4. Muito util este roteiro por Campos do Jordão. Mas, para ser sincero, nunca tinha ouvido falar deste destino, pelas fotos faz lembrar Blumenau, certo? O Palácio do Governador tem muitas semelhanças com uma casa solarenga quem existe na minha terra, em Portugal 🙂

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